À BBC, o representante de Israel negou qualquer envolvimento do país com o supervírus Flame, que já teria infectado milhares de alvos no Oriente Médio e, segundo especialistas em segurança digital, foi bancado por um governo.
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Moshe Ya'alon quando de sua visita ao Brasil, em 2011 |
"Eu imaginaria que qualquer um que vê tal ameaça como significante --e não é só o caso de Israel, mas de todo o mundo ocidental, liderado pelos EUA-- poderia tomar qualquer medida possível, incluindo esta [ciberataque com vírus de espionagem Flame], para prejudicar o projeto nuclear do Irã", continuou Ya'alon.
"Não há uma parte sequer da entrevista em que o ministro sugere a participação de Israel no desenvolvimento do vírus", disse o porta-voz não identificado à rede britânica.
ENVOLVIMENTO DOS EUA
Uma autoridade militar americana, que falou em condição de anonimato, disse à rede NBC nesta quarta (30) que um vírus de tamanha sofisticação não poderia ter outra origem que não os EUA.
"Foram os EUA", disse o oficial à NBC.
Oficialmente, os órgãos militares dos EUA evitaram qualquer declaração sobre o assunto.
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