Os sites do Exército israelense, da agência de inteligência (Mossad) e
da Segurança Interior (Shin Beth) estavam inacessíveis no domingo (6),
constataram jornalistas da France-Presse.
Os porta-vozes do exército e do Shin Beth confirmaram à France-Presse um
"corte de várias horas" e indicaram que estava "sendo realizada uma
investigação para determinar a origem" dessa falha.
O jornal israelense "Haaretz" vinculou a falha ao grupo de hackers
Anonymous, que anunciou uma ação após a interceptação de dois barcos na
sexta-feira (4), quando tentavam romper o bloqueio marítimo imposto por
Israel à Faixa de Gaza.
Comandos da marinha israelense abordaram na sexta-feira o Saoirse
("Liberdade", em gaélico) e o Tahrir ("Libertação", em árabe), com
bandeira irlandesa e canadense, respectivamente, quando se dirigiam a
Gaza. Os dois barcos foram interceptados e escoltados na sexta-feira à
noite ao porto israelense de Ashdood, ao sul de Tel Aviv, e sua
tripulação e passageiros foram detidos.
Na terça-feira, toda a rede de internet dos territórios palestinos ficou inacessível por ataques de hackers.
O ministro palestino de Comunicação, Mashur Abu Daqa, anunciou que exigiria uma investigação internacional por esses ataques.
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