O "Le Figaro", o jornal nacional de maior tiragem da França, reformulou seu site e agora cobra para que os internautas acessem parte de seu conteúdo, tendência em andamento na imprensa do país.
O acesso a "toda informação em tempo real" continua gratuito, mas, pagando 8 euros por mês, o internauta pode acessar a opção "Mon Figaro Select", que oferece ao leitor "recursos para ele ir além na compreensão da atualidade e discuti-la".
Especificamente, essa seção inclui informações multimídia que aprofundam certos assuntos, um espaço para a publicação de artigos sobre os temas favoritos do assinante --que podem ser destacados pela redação-- e algumas vantagens comerciais em serviços.
Já o "Mon Figaro Business", que custa 15 euros ao mês, dá acesso a "conteúdos e serviços destinados a facilitar a vida profissional".
Isso inclui, em primeiro lugar, uma base de dados "exclusiva" com fichas biográficas dos principais diretores das grandes empresas francesas e o organograma dessas companhias.
Além da base de dados, a cada semana são adicionados textos sobre temas econômicos e, diariamente, de manhã ou à tarde, são publicados resumos de bolsas como as de Wall Street, Xangai e Paris.
Fora isso, é oferecida uma série de "vantagens para facilitar a vida no escritório e depois" do trabalho, como um "conciérge particular" para reservas de restaurantes, hotéis ou espetáculos, ou um serviço de busca para licitações em áreas de interesse.
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