O presidente-executivo da IBM, Sam Palmisano, vai entregar o cargo à
diretora mundial de vendas da empresa, Virginia Rometty, a partir de
2012, encerrando um reinado de quase uma década durante a qual ele
ajudou a transformar a companhia de hardware em uma gigante global do
setor de serviços.
Virginia, 54, passará a concorrer com Meg Whitman, presidente-executiva
da HP, pelo título não oficial de mulher mais poderosa no mundo da
tecnologia, refletindo uma longa rivalidade, às vezes amarga, entre as
duas empresas.
Em seus nove anos como líder da IBM, Palmisano deixou negócios de baixas
margens, incluindo os de PCs, impressoras e discos rígidos. Ele ampliou
a oferta de serviços, consultoria e software da empresa.
Virginia atuou mais recentemente como vice-presidente sênior de vendas
globais da IBM depois de ter liderado seu negócio global de serviços,
por meio do qual a IBM se tornou a maior fornecedora mundial de serviços
de tecnologia.
Ela ocupará o cargo, efetivamente, em 1º de janeiro.
Palmisano, 60, manterá sua posição atual como presidente do Conselho.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Aplicativo oferece roteiro por obras de arte de São Paulo
Um site e aplicativo para iPhone e tablets que serão lançados nesta
quinta oferecem um roteiro por obras de arte e arquitetura no espaço
urbano de São Paulo.
Arte Fora do Museu, como já adianta o nome, esquadrinha a metrópole em roteiros, como um dedicado a sua arquitetura moderna, outro a murais de artistas como Tomie Ohtake e Di Cavalcanti, outro exclusivo para trabalhos da dupla Osgemeos, entre outros.
No total, são quase cem itens elencados nesse museu a céu aberto. Cada prédio, obra pública ou mural vem acompanhado por imagens, um depoimento em vídeo de um especialista, entre eles o designer Ricardo Ohtake e Fabio Cypriano, crítico de artes visuais da Folha.
Idealizado pelo jornalista e "artista frustrado" Felipe Lavignatti e
pelo fotógrafo André Deak, o Arte Fora do Museu, que já pode ser baixado
para iPhone e, em breve, para smartphones com sistema Android, faz uma
espécie de curadoria urbana.
"Teve um critério, como toda exposição que existe em qualquer museu", diz Lavignatti. "É fazer uma curadoria para o que vai ser exposto ou não, a gente partiu do mesmo princípio para fazer o aplicativo."
Um dos critérios usados, segundo Lavignatti, era que as obras fossem modernas, por isso marcos arquitetônicos como a estação da Luz ficaram de fora, e que todas ficassem no espaço público, com acesso gratuito.
Na seleção, estão marcos da paisagem urbana de autoria desconhecida para muitos, como a enigmática zebra que Cláudio Tozzi pintou num prédio da avenida Ipiranga, o mural de ondas cromáticas de Tomie Ohtake na empena cega de um prédio na rua Xavier de Toledo ou as paredes do acesso à estação São Bento do metrô, assinadas por Maurício Nogueira Lima.
Arte Fora do Museu, como já adianta o nome, esquadrinha a metrópole em roteiros, como um dedicado a sua arquitetura moderna, outro a murais de artistas como Tomie Ohtake e Di Cavalcanti, outro exclusivo para trabalhos da dupla Osgemeos, entre outros.
No total, são quase cem itens elencados nesse museu a céu aberto. Cada prédio, obra pública ou mural vem acompanhado por imagens, um depoimento em vídeo de um especialista, entre eles o designer Ricardo Ohtake e Fabio Cypriano, crítico de artes visuais da Folha.
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| Grafite dos irmãos gêmeos Otávio e Gustavo Pandolfo no Cambuci |
"Teve um critério, como toda exposição que existe em qualquer museu", diz Lavignatti. "É fazer uma curadoria para o que vai ser exposto ou não, a gente partiu do mesmo princípio para fazer o aplicativo."
Um dos critérios usados, segundo Lavignatti, era que as obras fossem modernas, por isso marcos arquitetônicos como a estação da Luz ficaram de fora, e que todas ficassem no espaço público, com acesso gratuito.
Na seleção, estão marcos da paisagem urbana de autoria desconhecida para muitos, como a enigmática zebra que Cláudio Tozzi pintou num prédio da avenida Ipiranga, o mural de ondas cromáticas de Tomie Ohtake na empena cega de um prédio na rua Xavier de Toledo ou as paredes do acesso à estação São Bento do metrô, assinadas por Maurício Nogueira Lima.
LG tem prejuízo de US$ 367 milhões, acima das expectativas
A LG Electronics, terceira maior fabricante de telefonia móvel no mundo,
registrou prejuízo trimestral maior do que o estimado por conta das
vendas de celulares abaixo das expectativas e retração nas vendas de
telas planas.
A companhia registrou prejuízo líquido de US$ 367 milhões no terceiro trimestre fiscal, ante um lucro líquido de US$ 7 milhões verificados no mesmo intervalo de 2010. O resultado ficou bem abaixo das expectativas de mercado, que eram de um prejuízo de US$ 49,5 milhões.
As operações de celulares tiveram perda pelo sexto trimestre consecutivo, com prejuízo de US$ 124 milhões. De acordo com a companhia, a falta de smartphones que pudessem competir com Apple e Samsung contribuiu para a perda.
No período, a LG Electronics apresentou queda de 4% na receita de vendas, que totalizou US$ 11,39 bilhões. O prejuízo operacional foi de US$ 28,26 milhões, ante perda de US$ 163,39 milhões no ano passado.
A companhia registrou prejuízo líquido de US$ 367 milhões no terceiro trimestre fiscal, ante um lucro líquido de US$ 7 milhões verificados no mesmo intervalo de 2010. O resultado ficou bem abaixo das expectativas de mercado, que eram de um prejuízo de US$ 49,5 milhões.
As operações de celulares tiveram perda pelo sexto trimestre consecutivo, com prejuízo de US$ 124 milhões. De acordo com a companhia, a falta de smartphones que pudessem competir com Apple e Samsung contribuiu para a perda.
No período, a LG Electronics apresentou queda de 4% na receita de vendas, que totalizou US$ 11,39 bilhões. O prejuízo operacional foi de US$ 28,26 milhões, ante perda de US$ 163,39 milhões no ano passado.
Telebrás fará nova licitação para região Norte do país
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou hoje que a Telebrás
fará uma nova licitação para aquisição de equipamentos de rede para
atender Estados da região Norte do país. A necessidade de realizar uma
nova licitação é resultado da varredura feita no primeiro leilão de
compra de equipamentos da estatal, realizado em outubro de 2010.
À época, o leilão foi questionado por suspeitas de superfaturamento no contrato. O Tribunal de Contas da União (TCU) analisou os preços e chegou à conclusão de que seria necessário renegociar os contratos para equiparar os preços aos valores de mercado, o que levaria a uma redução de até R$ 43 milhões na licitação.
Segundo Paulo Bernardo, à época as teles não responderam pedidos da Telebrás para apoiar a pesquisa de preços que balizariam o leilão. "O único jeito foi consultar o mercado", comentou Bernardo, durante audiência pública na Câmara dos Deputados.
A Telebrás fez a renegociação de contratos e obteve acordo em muitas regiões do país, comentou o ministro. "Só não houve na região Norte, por isso estamos preparando nova licitação para essa área", disse. "Tínhamos a expectativa de resolver essa situação neste ano, mas houve atraso por conta da fiscalização."
À época, o leilão foi questionado por suspeitas de superfaturamento no contrato. O Tribunal de Contas da União (TCU) analisou os preços e chegou à conclusão de que seria necessário renegociar os contratos para equiparar os preços aos valores de mercado, o que levaria a uma redução de até R$ 43 milhões na licitação.
Segundo Paulo Bernardo, à época as teles não responderam pedidos da Telebrás para apoiar a pesquisa de preços que balizariam o leilão. "O único jeito foi consultar o mercado", comentou Bernardo, durante audiência pública na Câmara dos Deputados.
A Telebrás fez a renegociação de contratos e obteve acordo em muitas regiões do país, comentou o ministro. "Só não houve na região Norte, por isso estamos preparando nova licitação para essa área", disse. "Tínhamos a expectativa de resolver essa situação neste ano, mas houve atraso por conta da fiscalização."
Firefox ganha versão com Bing, da Microsoft, como buscador padrão
Microsoft e Mozilla anunciaram hoje (26) a criação do "Firefox com
Bing". Trata-se da mesma versão mais atual do popular navegador, mas com
elementos do serviço de busca da Microsoft.
O navegador modificado traz o Bing como serviço padrão de busca, além de usá-lo como página inicial. O navegador pode ser baixado em uma página criada exclusivamente para o produto.
Apesar de ainda ter parcerias com o Google, o Firefox vê sua posição no mercado ameaçada pelo crescimento do navegador Chrome, criado pela própria gigante das buscas. No entanto, segundo o comunicado, o movimento é apenas mais um passo da parceria entre Microsoft e Mozilla, que começou no ano passado.
O navegador modificado traz o Bing como serviço padrão de busca, além de usá-lo como página inicial. O navegador pode ser baixado em uma página criada exclusivamente para o produto.
Apesar de ainda ter parcerias com o Google, o Firefox vê sua posição no mercado ameaçada pelo crescimento do navegador Chrome, criado pela própria gigante das buscas. No entanto, segundo o comunicado, o movimento é apenas mais um passo da parceria entre Microsoft e Mozilla, que começou no ano passado.
Historiador arrecada dinheiro no Twitter para reformar catedral
Um historiador mexicano da cidade de Puebla utiliza as redes sociais do século 21 para financiar a restauração do acervo da catedral da localidade mexicana levantada no século 15 e que sofreu com a passagem do tempo.
Por meio de tuítes que escreve em espanhol, francês, italiano, inglês e português, o historiador Alejandro Montiel Bonilla está desenvolvendo uma campanha mundial para arrecadar fundos destinados à catedral de Puebla, declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1987.
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| Vista do interior da catedral de Puebla, no México |
De sua conta @montielabonilla, o historiador já conseguiu arrecadar mais de 350 mil pesos (cerca de US$ 27 mil) desde que começou sua campanha para promover o valor cultural e histórico do monumento, tuitando com o lema #salvemoscatedraldepuebla.
O acervo dessa catedral é considerado pelas autoridades eclesiásticas e pelo Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) como o maior da América Latina. Inclui pinturas, retábulos, textos, livros e ferrarias, tudo isso em visível deterioração.
Em sua campanha, o historiador se dedica a arrecadar fundos a qualquer hora do dia, pedindo a políticos, funcionários e artistas que se somem a seus esforços para resgatar os bens da catedral de Puebla.
"O que faço é dizer: eu, porque sou apaixonado pela catedral, estou doando 20 mil pesos do meu dinheiro para salvar sete livros do coro e com isso fazer um fundo", relata Alejandro, que até o ano passado era secretário de cultura do governo de Puebla.
Apesar de muitos tuiteiros qualificarem sua iniciativa como "religiosa" e questionarem que promova o uso de recursos públicos para a restauração de um monumento religioso, nove legisladores e um secretário de Estado, a título pessoal, já doaram dinheiro.
Embora tenha começado como uma campanha espontânea no Twitter, posteriormente tomou forma de um programa oficial com metas concretas, a primeira das quais é restaurar sete livros do coro da catedral para elaborar catálogos digitais.
A coleção completa compreende 118 tomos que documentam o repertório de música eclesiástica composta de forma exclusiva para a catedral de Puebla e que permanecem guardados há três séculos.
TRÊS SÉCULOS
O padre reitor da catedral de Puebla, Francisco Vázquez, disse à Efe que nos depósitos do templo há cerca de cinco mil caixas de textos, pinturas, livros e artigos que documentam a história de Puebla, inclusive do México, nos últimos três séculos.
Mas também lamentou que não haja recursos para classificar e restaurar todo esse material.
"Definitivamente, no dia em que abrirem os arquivos da catedral de Puebla, grande parte da história do México será divulgada com dados reais, sobre alianças econômicas e de longo prazo entre oligarquias e a nobreza indígena. Tudo está lá", diz Alejandro.
Para a legisladora local Josefina Buxadé, a iniciativa acontece em um momento oportuno porque os usuários das novas tecnologias veem na campanha um exemplo de organização em benefício de qualquer outra nobre causa.
Josefina e outros legisladores de diferentes forças políticas fizeram sua contribuição de 20 mil pesos (cerca de US$ 1.500) para participar da campanha, da mesma forma que o secretário de educação pública do governo de Puebla, Luis Maldonado, que prometeu assumir o custo da restauração de dois livros do Coro, o qual se estima entre 40 mil e 45 mil pesos cada um.
Embora a campanha unicamente seja realizada por meio do Twitter, alguns cidadãos se interessaram em contribuir com latas de tinta, galões de impermeabilizante, horas em mão de obra e outros insumos básicos que, segundo o iniciador do movimento, "ultrapassaram suas expectativas, mas aumentaram seu ânimo".
Uma vez atingida a primeira meta de restaurar os sete livros do Coro, a ideia de Alejandro ambiciona resgatar a coleção musical completa.
Depois, talvez, organizar a restauração da obra pictórica por autor, classificar os documentos e livros, renovar paredes e retábulos banhados em ouro de 24 quilates e recuperar as molduras dos séculos 16 e 17 que uma praga de traças devorou.
Apesar de o próprio historiador reconhecer que é uma tarefa imensa, todos os dias pede a seus 708 seguidores no Twitter que ajudem a divulgar por meio de suas contas pessoais a campanha que, pelo menos em Paris, conseguiu chamar o interesse de alguns estudantes de línguas clássicas.
Presidente de Belarus chama redes sociais de "praga"
O presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, tachou nesta quarta-feira
(26) as redes sociais como uma "praga" para a estabilidade política dos
países, citando como exemplo as recentes revoluções nos países árabes.
"Já aprendemos a lutar contra essa praga. Também tentaram nos desestabilizar por meio das redes sociais", afirmou Lukashenko, segundo a imprensa local.
Considerado pela oposição bielorrussa e pelos Estados Unidos o último
ditador da Europa, Lukashenko advertiu sobre o risco de acreditar que as
redes sociais não são uma ameaça para os países europeus.
"Não podemos pensar que não nos afeta. Mas também não devemos acreditar que temos medo dessas redes", disse.
O líder de Belarus, que promoveu recentemente uma lei que proíbe a convocação de atos públicos nas redes sociais, negou ter a pretensão de bloquear a internet.
"Não há medo e não haverá proibições. Não queremos impedir o acesso à internet e redes sociais. Mas se usarem o espaço para criar ações ilegais teremos de tomar medidas pertinentes", disse.
Na última reunião da aliança militar pós-soviética, a Organização do Tratado de Segurança Coletiva, realizada em Minsk, Lukashenko destacou que "estão prestando muita atenção no que ocorre no espaço informativo".
"As ex-repúblicas soviéticas abordaram a tentativa de desestabilizar a situação em certos países com o uso destas novas mídias", disse.
Lukashenko denunciou que a derrocada do antigo regime na Tunísia resultou na vitória eleitoral dos islamitas e também se aventurou a dizer que não são agradáveis as perspectivas para a Líbia e Egito.
Em junho, as autoridades de Belarus foram obrigadas a bloquear as redes sociais depois que os opositores ao regime organizaram grandes e silenciosas manifestações por meio das redes sociais.
Os ativistas adotaram o mesmo exemplo das revoluções árabes com uso de novas tecnologias, porém se manifestaram em silêncio, sem gritos e cartazes contrários ao governo. Os opositores de Lukashenko se limitaram apenas a aplaudir.
No entanto, as forças de segurança prenderam centenas de jovens que protestavam contra o governo, que vivencia sua mais profunda crise econômica. Lukashenko chegou a desvalorizar a moeda nacional na tentativa de contornar o mau momento.
A ausência de liberdades democráticas, a queda do poder aquisitivo da população e os altos índices de inflação e desemprego foram os principais motivos que desencadearam os protestos populares.
"Já aprendemos a lutar contra essa praga. Também tentaram nos desestabilizar por meio das redes sociais", afirmou Lukashenko, segundo a imprensa local.
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| Alexander Lukashenko, presidente de Belarus, fala com jornalistas após votação |
"Não podemos pensar que não nos afeta. Mas também não devemos acreditar que temos medo dessas redes", disse.
O líder de Belarus, que promoveu recentemente uma lei que proíbe a convocação de atos públicos nas redes sociais, negou ter a pretensão de bloquear a internet.
"Não há medo e não haverá proibições. Não queremos impedir o acesso à internet e redes sociais. Mas se usarem o espaço para criar ações ilegais teremos de tomar medidas pertinentes", disse.
Na última reunião da aliança militar pós-soviética, a Organização do Tratado de Segurança Coletiva, realizada em Minsk, Lukashenko destacou que "estão prestando muita atenção no que ocorre no espaço informativo".
"As ex-repúblicas soviéticas abordaram a tentativa de desestabilizar a situação em certos países com o uso destas novas mídias", disse.
Lukashenko denunciou que a derrocada do antigo regime na Tunísia resultou na vitória eleitoral dos islamitas e também se aventurou a dizer que não são agradáveis as perspectivas para a Líbia e Egito.
Em junho, as autoridades de Belarus foram obrigadas a bloquear as redes sociais depois que os opositores ao regime organizaram grandes e silenciosas manifestações por meio das redes sociais.
Os ativistas adotaram o mesmo exemplo das revoluções árabes com uso de novas tecnologias, porém se manifestaram em silêncio, sem gritos e cartazes contrários ao governo. Os opositores de Lukashenko se limitaram apenas a aplaudir.
No entanto, as forças de segurança prenderam centenas de jovens que protestavam contra o governo, que vivencia sua mais profunda crise econômica. Lukashenko chegou a desvalorizar a moeda nacional na tentativa de contornar o mau momento.
A ausência de liberdades democráticas, a queda do poder aquisitivo da população e os altos índices de inflação e desemprego foram os principais motivos que desencadearam os protestos populares.
China planeja controle mais rígido sobre mídias sociais
A China vai intensificar o controle da mídia social on-line e das
ferramentas de mensagens instantâneas, disse o Partido Comunista em um
documento que marca a reação de mais alto nível do governo até agora ao
crescimento explosivo de microblogs.
Os planos do governo chinês de reforçar o controle da internet e promover conteúdo aceitável ao partido governista apareceram em um comunicado de um conclave recente da liderança do partido, publicado no "Diário do Povo" na quarta-feira.
Os comunicados do Comitê Central do Partido Comunista, que realizou um encontro anual que terminou na semana passada, estabelecem as diretrizes políticas.
Esse comunicado deixou claro que os líderes chineses buscavam maneiras de controlar melhor os microblogs, que se tornaram canais populares de disseminação de notícias e opiniões com potencial para debilitar o governo.
"Reforçar a orientação e a administração de serviços sociais da internet e de ferramentas de comunicação instantâneas, e regular a disseminação pacífica de informações", dizia o comunicado, que não fazia referências a microblogs.
"Aplicar a lei para punir rigorosamente a disseminação de informações prejudiciais", acrescentava, sem entrar em detalhes sobre que tipo de regulação mais firme seria adotada.
O anúncio do encontro do PC é feito em meio a alertas na mídia estatal que mostram que o governo está nervoso com a ascensão dos microblogs e com seu potencial de driblar a censura.
"Dizer o que disseram em um documento como este mostra que eles estão levando essa questão muito a sério", disse Li Yonggang, especialista em política de internet da Universidade Nanjing, no leste da China.
"Esse é um sinal político, mas provavelmente levará algum tempo antes de resultar em quaisquer medidas ou em uma regulação."
Os microblogs chineses têm muita fofoca e conteúdo inofensivo. Mas também são um fórum para críticas das autoridades e para relatos de tumultos ou abusos das autoridades. O que mais preocupa o governo é o potencial deles de provocar o descontentamento popular.
Recentemente, um alvoroço se espalhou pelo Weibo quando uma garotinha de 2 anos de idade foi atropelada por dois caminhões e então ignorada por pedestres enquanto sangrava na rua. Ela morreu.
Os planos do governo chinês de reforçar o controle da internet e promover conteúdo aceitável ao partido governista apareceram em um comunicado de um conclave recente da liderança do partido, publicado no "Diário do Povo" na quarta-feira.
Os comunicados do Comitê Central do Partido Comunista, que realizou um encontro anual que terminou na semana passada, estabelecem as diretrizes políticas.
Esse comunicado deixou claro que os líderes chineses buscavam maneiras de controlar melhor os microblogs, que se tornaram canais populares de disseminação de notícias e opiniões com potencial para debilitar o governo.
"Reforçar a orientação e a administração de serviços sociais da internet e de ferramentas de comunicação instantâneas, e regular a disseminação pacífica de informações", dizia o comunicado, que não fazia referências a microblogs.
"Aplicar a lei para punir rigorosamente a disseminação de informações prejudiciais", acrescentava, sem entrar em detalhes sobre que tipo de regulação mais firme seria adotada.
O anúncio do encontro do PC é feito em meio a alertas na mídia estatal que mostram que o governo está nervoso com a ascensão dos microblogs e com seu potencial de driblar a censura.
"Dizer o que disseram em um documento como este mostra que eles estão levando essa questão muito a sério", disse Li Yonggang, especialista em política de internet da Universidade Nanjing, no leste da China.
"Esse é um sinal político, mas provavelmente levará algum tempo antes de resultar em quaisquer medidas ou em uma regulação."
Os microblogs chineses têm muita fofoca e conteúdo inofensivo. Mas também são um fórum para críticas das autoridades e para relatos de tumultos ou abusos das autoridades. O que mais preocupa o governo é o potencial deles de provocar o descontentamento popular.
Recentemente, um alvoroço se espalhou pelo Weibo quando uma garotinha de 2 anos de idade foi atropelada por dois caminhões e então ignorada por pedestres enquanto sangrava na rua. Ela morreu.
Empresas têm dificuldade em avaliar eficácia de rede social
O uso corporativo de redes sociais para monitorar o mercado e divulgar
produtos cresce globalmente, mas as companhias têm dificuldade em medir
seus resultados.
Segundo pesquisa conduzida pela Harvard Business Review, encomendada pela empresa de software SAS Institute, com 2.100 companhias, 69% reconhecem o uso crescente de redes como Facebook e Twitter como estratégia de negócios.
Da mesma forma, 46% consideram esses meios fundamentais para as iniciativas de marketing e 42% declaram que as mídias sociais são essenciais para o futuro.
No entanto, 50% afirmam que a estratégia não será levada a sério entre os executivos de liderança até que seja possível medir os resultados.
A maioria (61%) diz que as próprias companhias precisarão passar por uma curva de aprendizado para melhorar o uso das redes.
Números de mercado mostram que não é por falta de investimentos que as empresas não conseguem obter resultados das redes sociais.
De acordo com a Deloitte, US$ 5 bilhões serão investidos mundialmente em publicidade em sites como Twitter, Facebook e Google+ neste ano, entregando 2 trilhões de anúncios publicitários.
Na mira está uma massa de 1 bilhão de usuários únicos que devem navegar no ano.
Além dos anúncios diretos, essas companhias deverão comprar empresas na intenção de melhor gerenciar o relacionamento nas redes.
Segundo pesquisa conduzida pela Harvard Business Review, encomendada pela empresa de software SAS Institute, com 2.100 companhias, 69% reconhecem o uso crescente de redes como Facebook e Twitter como estratégia de negócios.
Da mesma forma, 46% consideram esses meios fundamentais para as iniciativas de marketing e 42% declaram que as mídias sociais são essenciais para o futuro.
No entanto, 50% afirmam que a estratégia não será levada a sério entre os executivos de liderança até que seja possível medir os resultados.
A maioria (61%) diz que as próprias companhias precisarão passar por uma curva de aprendizado para melhorar o uso das redes.
Números de mercado mostram que não é por falta de investimentos que as empresas não conseguem obter resultados das redes sociais.
De acordo com a Deloitte, US$ 5 bilhões serão investidos mundialmente em publicidade em sites como Twitter, Facebook e Google+ neste ano, entregando 2 trilhões de anúncios publicitários.
Na mira está uma massa de 1 bilhão de usuários únicos que devem navegar no ano.
Além dos anúncios diretos, essas companhias deverão comprar empresas na intenção de melhor gerenciar o relacionamento nas redes.
Em vídeo, circo de insetos gera energia para carregar celular
Uma aranha, um escorpião, besouros e vários insetos fazendo estrepolias
circenses. Assim é o circo de um vídeo que está correndo a internet.
Nele, os bichos andam no carrossel e até são arremessados de um canhão em miniatura. Todo esse movimento ativa uma engenhoca que gera energia e carrega um celular.
O vídeo, na verdade, faz parte da campanha do novo processador para smartphone Snapdragon, para provar que ele funciona com maior eficiência energética.
Confira abaixo as aventuras do circo de insetos. Quem você acha que poderia ser o palhaço?
Nele, os bichos andam no carrossel e até são arremessados de um canhão em miniatura. Todo esse movimento ativa uma engenhoca que gera energia e carrega um celular.
O vídeo, na verdade, faz parte da campanha do novo processador para smartphone Snapdragon, para provar que ele funciona com maior eficiência energética.
Confira abaixo as aventuras do circo de insetos. Quem você acha que poderia ser o palhaço?
Rede social Nextdoor, espécie de praça on-line, é lançada nos EUA
Uma nova empresa de internet nos Estados Unidos acaba de lançar a rede social Nextdoor, projetada para fortalecer as comunidades locais permitindo conectar pela internet vizinhos do mundo concreto.
A Nextdoor foi lançada nesta quarta-feira nos Estados Unidos como uma versão digital da praça da vizinhança, onde os vizinhos se conhecem e sabem o que acontece com os que os rodeiam.
"Acontecem coisas boas quando as pessoas conhecem seus vizinhos", disse o
cofundador e diretor-executivo da Nextdoor, Nirav Tolia, ao mostrar o
serviço à France-Presse.
Ser membro da Nextdoor é gratuito. A única ressalva é que os usuários devem verificar sua identidade e provar que vivem no mundo real dentro dos limites do bairro on-line ao qual desejam se unir.
"Quando se tem um endereço físico, existe um alto nível de confiança", disse Tolia. "Desta maneira, é possível chegar a conhecer os vizinhos e, sobretudo, recuperar um sentido de comunidade."
A Nextdoor foi testada de maneira particular por quase um ano e já se estendeu a mais de 175 bairros em 26 estados do país.
"A Nextdoor pega o melhor dos meios de comunicação social, acrescenta uma colherada de intimidade, e o envolve em uma manta de privacidade e comodidade", disse Anne Clauss, cujo bairro em Hamilton, Nova York, tem um lugar no serviço.
O design lembra o da rede social Facebook, líder em redes sociais on-line, mas as notícias se centram em temas locais que vão de filmes em DVD para presente, animais de estimação perdidos ou recomendações de babás ou sorveterias.
"A Nextdoor é a versão virtual das conversas na varanda de anos atrás", disse Verlinda Henning, membro da versão on-line de seu bairro em Memphis, Tennessee (sul).
Nas páginas da Nextdoor há mapas que mostram desenhos dos bairros, com lotes verdes para os membros e vermelhos para os não membros. Os membros podem clicar em qualquer área para ver quem vive ali e fazer com que a Nextdoor envie um convite.
"Isto é muito similar ao Facebook, mas na realidade é a identidade bairrística de cada um", disse Tolia.
"Ouvimos que os usuários não querem misturar sua vida social com a vida de sua comunidade local. Querem o Facebook para seus amigos e familiares, e um bairro."
Segundo Tolia, a Nextdoor é para a vizinhança o que o LinkedIn, uma rede social centrada na carreira profissional dos usuários, é para as perspectivas de negócios e empregos.
"Precisamos de redes sociais específicas para os casos de uso específicos", disse Tolia. "Se colocarmos tudo junto em uma rede social, será esmagador."
O site da Nextdoor não publica anúncios. A empresa busca atrair os usuários, confiando que surgirão receitas do trabalho com empresas locais.
Apenas aqueles com senhas podem entrar nas páginas de um bairro virtual, e a informação não pode ser encontrada no Google ou em outros sites de busca, de acordo com a Nextdoor.
"A Nextdoor é diferente de outros sites de redes, já que foi construída do zero para ajudar os vizinhos a se reunir em uma ambiente de confiança", disse Bill Gurley, da Benchmark Capital, que apoia o empreendimento.
A Nextdoor foi lançada nesta quarta-feira nos Estados Unidos como uma versão digital da praça da vizinhança, onde os vizinhos se conhecem e sabem o que acontece com os que os rodeiam.
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| Cena do vídeo de divulgação do Nextdoor; 'Minha bicicleta sumiu. Alguém viu algo?', diz um usuário |
Ser membro da Nextdoor é gratuito. A única ressalva é que os usuários devem verificar sua identidade e provar que vivem no mundo real dentro dos limites do bairro on-line ao qual desejam se unir.
"Quando se tem um endereço físico, existe um alto nível de confiança", disse Tolia. "Desta maneira, é possível chegar a conhecer os vizinhos e, sobretudo, recuperar um sentido de comunidade."
A Nextdoor foi testada de maneira particular por quase um ano e já se estendeu a mais de 175 bairros em 26 estados do país.
"A Nextdoor pega o melhor dos meios de comunicação social, acrescenta uma colherada de intimidade, e o envolve em uma manta de privacidade e comodidade", disse Anne Clauss, cujo bairro em Hamilton, Nova York, tem um lugar no serviço.
O design lembra o da rede social Facebook, líder em redes sociais on-line, mas as notícias se centram em temas locais que vão de filmes em DVD para presente, animais de estimação perdidos ou recomendações de babás ou sorveterias.
"A Nextdoor é a versão virtual das conversas na varanda de anos atrás", disse Verlinda Henning, membro da versão on-line de seu bairro em Memphis, Tennessee (sul).
Nas páginas da Nextdoor há mapas que mostram desenhos dos bairros, com lotes verdes para os membros e vermelhos para os não membros. Os membros podem clicar em qualquer área para ver quem vive ali e fazer com que a Nextdoor envie um convite.
"Isto é muito similar ao Facebook, mas na realidade é a identidade bairrística de cada um", disse Tolia.
"Ouvimos que os usuários não querem misturar sua vida social com a vida de sua comunidade local. Querem o Facebook para seus amigos e familiares, e um bairro."
Segundo Tolia, a Nextdoor é para a vizinhança o que o LinkedIn, uma rede social centrada na carreira profissional dos usuários, é para as perspectivas de negócios e empregos.
"Precisamos de redes sociais específicas para os casos de uso específicos", disse Tolia. "Se colocarmos tudo junto em uma rede social, será esmagador."
O site da Nextdoor não publica anúncios. A empresa busca atrair os usuários, confiando que surgirão receitas do trabalho com empresas locais.
Apenas aqueles com senhas podem entrar nas páginas de um bairro virtual, e a informação não pode ser encontrada no Google ou em outros sites de busca, de acordo com a Nextdoor.
"A Nextdoor é diferente de outros sites de redes, já que foi construída do zero para ajudar os vizinhos a se reunir em uma ambiente de confiança", disse Bill Gurley, da Benchmark Capital, que apoia o empreendimento.
Duas semanas após assumir cargo, presidente da Olympus renuncia
Tsuyoshi Kikukawa, presidente da fabricante japonesa Olympus, empresa
que atua no mercado de imagens --incluindo câmeras digitais e soluções
para a área médica--, apresentou nesta quarta-feira sua renúncia em meio
a uma polêmica pelas acusações de supostos pagamentos irregulares
feitos entre 2006 e 2008.
A Olympus anunciou que Kikukawa será substituído no cargo por Shuichi Takayama, 61, até agora vice-presidente do grupo.
O escândalo fez com que as ações da Olympus caíssem na Bolsa de Valores de Tóquio. Após a destituição de Woodford, os papéis perderam mais da metade de seu valor.
Em 13 de outubro, um dia antes de o escândalo estourar, os títulos da Olympus custavam 2.482 ienes. Nesta quarta-feira estão cotados a 1.099 ienes por ação.
Kikukawa deixou seu posto menos de duas semanas depois de assumir o cargo, após a fulminante destituição de seu antecessor, o britânico Michael Woodford, que acusou a companhia de irregularidades em operações de aquisição.
PRESIDENTE NÃO JAPONÊS
A fabricante japonesa indicou em 14 de outubro que a saída de Woodford, o primeiro presidente não japonês na história da companhia, ocorreu por divergências sobre "a direção e o método de gestão", já que o britânico não "conseguiu superar a barreira cultural do Japão".
O próprio Woodford, no entanto, denunciou que sua demissão ocorreu depois de questionar certos pagamentos relacionados a aquisições anteriores a sua chegada à presidência.
Woodford foi substituído por Kikukawa, 70, que anunciou sua renúncia em meio à inquietação da companhia "pelas preocupações e inconvenientes" causadas aos clientes e acionistas pela mudança na presidência, segundo um comunicado divulgado no site do jornal econômico "Nikkei".
Entre os pagamentos questionados pelo diretor britânico estão os 690 milhões de euros em aquisições de pequenas empresas, além de uma exorbitante comissão superior a 490 milhões de euros por uma assessoria relativa a uma compra em 2008.
A Olympus anunciou que Kikukawa será substituído no cargo por Shuichi Takayama, 61, até agora vice-presidente do grupo.
O escândalo fez com que as ações da Olympus caíssem na Bolsa de Valores de Tóquio. Após a destituição de Woodford, os papéis perderam mais da metade de seu valor.
Em 13 de outubro, um dia antes de o escândalo estourar, os títulos da Olympus custavam 2.482 ienes. Nesta quarta-feira estão cotados a 1.099 ienes por ação.
Kikukawa deixou seu posto menos de duas semanas depois de assumir o cargo, após a fulminante destituição de seu antecessor, o britânico Michael Woodford, que acusou a companhia de irregularidades em operações de aquisição.
PRESIDENTE NÃO JAPONÊS
A fabricante japonesa indicou em 14 de outubro que a saída de Woodford, o primeiro presidente não japonês na história da companhia, ocorreu por divergências sobre "a direção e o método de gestão", já que o britânico não "conseguiu superar a barreira cultural do Japão".
O próprio Woodford, no entanto, denunciou que sua demissão ocorreu depois de questionar certos pagamentos relacionados a aquisições anteriores a sua chegada à presidência.
Woodford foi substituído por Kikukawa, 70, que anunciou sua renúncia em meio à inquietação da companhia "pelas preocupações e inconvenientes" causadas aos clientes e acionistas pela mudança na presidência, segundo um comunicado divulgado no site do jornal econômico "Nikkei".
Entre os pagamentos questionados pelo diretor britânico estão os 690 milhões de euros em aquisições de pequenas empresas, além de uma exorbitante comissão superior a 490 milhões de euros por uma assessoria relativa a uma compra em 2008.
Flaming Lips fará tributo musical a Steve Jobs
Steve Jobs ajudou a transformar o modo em que a música é consumida, agora ele terá seu próprio tributo musical.
A banda Flaming Lips homenageará o cofundador da Apple em um show no O Music Awards, dia 31 de outubro, tocando a música "Revolution", dos Beatles. A MTV anunciou que a performance será gravada em um iPad e transmistida pelo site OMusicAwards.com.
O cantor Roybin será o anfitrião da premiação, que acontecerá em Los
Angeles. O número especial irá "celebrar os artistas, inovadores e fãs
que tiveram impacto na cultura da música digital."
Jobs morreu no dia 5 de outubro, aos 56, após uma longa batalha contra um câncer de pâncreas.
A banda Flaming Lips homenageará o cofundador da Apple em um show no O Music Awards, dia 31 de outubro, tocando a música "Revolution", dos Beatles. A MTV anunciou que a performance será gravada em um iPad e transmistida pelo site OMusicAwards.com.
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| Wayne Coyne, da banda Flaming Lips, dentro de sua famosa bolha de plástico, em show no festival Glastonbury |
Jobs morreu no dia 5 de outubro, aos 56, após uma longa batalha contra um câncer de pâncreas.
Empresa quer mandar celebridade para o espaço
Encontrar viagens espaciais à venda em sites de compra coletiva já não é
novidade. Agora, uma dessas empresas quer mesmo é mandar
--literalmente-- uma celebridade para o espaço.
O americano TripAlertz, que há vários meses já comercializa pacotes de turismo espacial, lançou uma campanha com a participação dos internautas.
O site lista várias celebridades e pede para que o público vote em sua
favorita. O artista que primeiro receber 50 mil votos ganhará uma
passagem grátis na Lynx Mark I, da empresa XCor Aerospace.
Por enquanto, a lista é liderada pela cantora Lady Gaga. O ator Ashton Kutcher aparece logo atrás. O astro-problema Charlie Sheen, apesar de toda a recente exposição na mídia, é um dos últimos colocados.
O não famoso que quiser viver a experiência de ver as estrelas (aquelas da astronomia) no espaço, pode comprar o pacote também pelo site de compras coletivas. Custa US$ 95 mil e inclui um treinamento completo para a visita à órbita baixa da Terra num resort.
Embora os donos da empresa, e até a Nasa, digam que a exploração privada será o futuro e que os testes já estão em ritmo avançado, ainda não há uma data decisiva para a decolagem. Previsões mais otimistas falam em dezembro do ano que vem.
Talvez por isso, quem comprar o pacote paga "apenas" um sinal de US$ 20 mil na primeira etapa.
Antes de escolher a celebridade na lista americana, vale registrar: a passagem é de ida e volta.
O americano TripAlertz, que há vários meses já comercializa pacotes de turismo espacial, lançou uma campanha com a participação dos internautas.
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| Reprodução do site TripAlertz, que enviará ao espaço o primeiro famoso que receber 50 mil votos dos internautas |
Por enquanto, a lista é liderada pela cantora Lady Gaga. O ator Ashton Kutcher aparece logo atrás. O astro-problema Charlie Sheen, apesar de toda a recente exposição na mídia, é um dos últimos colocados.
O não famoso que quiser viver a experiência de ver as estrelas (aquelas da astronomia) no espaço, pode comprar o pacote também pelo site de compras coletivas. Custa US$ 95 mil e inclui um treinamento completo para a visita à órbita baixa da Terra num resort.
Embora os donos da empresa, e até a Nasa, digam que a exploração privada será o futuro e que os testes já estão em ritmo avançado, ainda não há uma data decisiva para a decolagem. Previsões mais otimistas falam em dezembro do ano que vem.
Talvez por isso, quem comprar o pacote paga "apenas" um sinal de US$ 20 mil na primeira etapa.
Antes de escolher a celebridade na lista americana, vale registrar: a passagem é de ida e volta.
Nokia lança 2 modelos com Windows Phone e proclama 'recomeço'
A Nokia revelou dois novos smartphones com o sistema operacional Windows Phone nesta quarta-feira.
Os dois modelos, Lumia 800 e Lumia 710, vão estar à venda na Europa até o Natal.
Eles são os primeiros frutos da forte aposta de Stephen Elop,
executivo-chefe da empresa, no sistema operacional da Microsoft, que
preocupou investidores no começo do ano. Analistas dizem que a parceria
está longe de conseguir confrontar o iPhone.
"É um recomeço para a Nokia", disse Elop para um público de cerca de 3.000 clientes, parceiros, desenvolvedores, analistas e jornalistas reunidos em Londres para o lançamento na conferência anual da empresa.
Ele disse que o design minimalista e os recursos de navegação dos novos
smartphones farão eles se destacarem entre Windows Phones rivais.
O Lumia 800, com cores chamativas e uma tela curva, tem ícones dinâmicos com notícias, informações sobre o tempo e atualizações do Facebook. Inclui ainda o novo navegador da Microsoft, o Internet Explorer 9.
Será vendido a € 420, excluindo-se taxas e subsídios, o que o coloca na mesma faixa de preço do novo iPhone e dos melhores Galaxy, da Samsung.
O Lumia 710 será vendido a € 270.
"Os dois modelos são um bom começo, mas a realidade é que são produtos
bem básicos do Windows Phone", disse o diretor de pesquisa da CCS
Insight, Ben Wood, uma companhia britânica de análise de
telecomunicações.
"Os frutos reais da colaboração entre Nokia e Microsoft virão no ano que vem. Mas reconquistar o mercado capturado por Apple e Android continua a ser uma tarefa hercúlea," acrescentou.
Os dois modelos, Lumia 800 e Lumia 710, vão estar à venda na Europa até o Natal.
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| O Nokia Lumia 800, com Windows Phone |
"É um recomeço para a Nokia", disse Elop para um público de cerca de 3.000 clientes, parceiros, desenvolvedores, analistas e jornalistas reunidos em Londres para o lançamento na conferência anual da empresa.
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| Stephen Elop, executivo-chefe da Nokia, exibe o Lumia 800 em Londres |
O Lumia 800, com cores chamativas e uma tela curva, tem ícones dinâmicos com notícias, informações sobre o tempo e atualizações do Facebook. Inclui ainda o novo navegador da Microsoft, o Internet Explorer 9.
Será vendido a € 420, excluindo-se taxas e subsídios, o que o coloca na mesma faixa de preço do novo iPhone e dos melhores Galaxy, da Samsung.
O Lumia 710 será vendido a € 270.
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| O Nokia Lumia 710 |
"Os frutos reais da colaboração entre Nokia e Microsoft virão no ano que vem. Mas reconquistar o mercado capturado por Apple e Android continua a ser uma tarefa hercúlea," acrescentou.
Brasil é o país que mais pediu ao Google remoção de conteúdos
As autoridades brasileiras, alemãs e americanas são as que mais pediram
ao Google no primeiro semestre de 2011 para retirar do ar conteúdos que
consideram burlar suas legislações.
No Google Transparency Report --relatório de transparência do Google, publicado duas vezes por ano--, a empresa divulgou informações sobre os pedidos de tribunais e governos para remoção de conteúdos (cada pedido pode referir-se a vários elementos) ou para acessar dados de usuários.
De janeiro a junho de 2011, o Brasil apresentou 224 solicitações para o Google retirar conteúdos de diferentes sites --dos quais a companhia suprimiu 67%--, principalmente por questões relativas a difamação, a suplantação de identidade, a direitos autorais de propriedade intelectual e ainda a privacidade e a segurança.
O Google diz que o número de pedidos de remoção de conteúdo é
especialmente alto no Brasil por conta da popularidade do Orkut, sua
rede social, no país.
Atrás do Brasil aparece a Alemanha, com 125 pedidos dos quais 86% foram considerados, Estados Unidos, com 92 pedidos e um percentual de remoção de 63%, e Coreia do Sul, com 88 solicitações e uma taxa de conteúdos removidos idêntica à americana.
A companhia de Mountain View, na Califórnia, também publicou as estatísticas sobre os pedidos dos governos no primeiro semestre de 2011 para acessar os dados de usuários.
Os Estados Unidos lideram a lista, com 5.950 solicitações e uma taxa de aceitação de 93% dos pedidos. Em segundo lugar figura a Índia, com 1.739 solicitações das quais 70% obtiveram aceitação, e no terceiro posto aparece a França, com 1.300 pedidos de dados e atendimento a 48%.
Na América Latina, o Brasil é também o país mais ativo no pedido de dados sobre usuários: apresentou 703 solicitações no primeiro semestre do ano, das quais 87% obtiveram resposta.
No Google Transparency Report --relatório de transparência do Google, publicado duas vezes por ano--, a empresa divulgou informações sobre os pedidos de tribunais e governos para remoção de conteúdos (cada pedido pode referir-se a vários elementos) ou para acessar dados de usuários.
De janeiro a junho de 2011, o Brasil apresentou 224 solicitações para o Google retirar conteúdos de diferentes sites --dos quais a companhia suprimiu 67%--, principalmente por questões relativas a difamação, a suplantação de identidade, a direitos autorais de propriedade intelectual e ainda a privacidade e a segurança.
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| Lista dos países que pediram remoção de conteúdo do Google em ordem de número de pedidos |
Atrás do Brasil aparece a Alemanha, com 125 pedidos dos quais 86% foram considerados, Estados Unidos, com 92 pedidos e um percentual de remoção de 63%, e Coreia do Sul, com 88 solicitações e uma taxa de conteúdos removidos idêntica à americana.
A companhia de Mountain View, na Califórnia, também publicou as estatísticas sobre os pedidos dos governos no primeiro semestre de 2011 para acessar os dados de usuários.
Os Estados Unidos lideram a lista, com 5.950 solicitações e uma taxa de aceitação de 93% dos pedidos. Em segundo lugar figura a Índia, com 1.739 solicitações das quais 70% obtiveram aceitação, e no terceiro posto aparece a França, com 1.300 pedidos de dados e atendimento a 48%.
Na América Latina, o Brasil é também o país mais ativo no pedido de dados sobre usuários: apresentou 703 solicitações no primeiro semestre do ano, das quais 87% obtiveram resposta.
Após desmaios, funcionários se queixam da Amazon nos EUA
Funcionários da Amazon, gigante americana no comércio on-line, relatam
que a temperatura no galpão de armazenamento em Breinigsville, na
Pensilvânia, atingiu 39°C no último verão.
Na estação, a temperatura máxima média na cidade é de cerca de 29°C, segundo o "The Weather Channel".
Em 3 de junho, 15 funcionários desmaiaram. Seis receberam cuidados médicos em hospital local.
"Eu não acho que seja possível uma companhia multimilionária fazer isso e escapar. Eu acredito que é negligência grosseira para uma empresa dessa capacidade abusar e escravizar os trabalhadores, bem como impor quatro ou cinco dias de trabalho de dez horas naquele calor", disse um funcionário.
Dias depois, um médico do Lehigh Valley Hospital-Cedar Crest, na vizinha Allentown, denunciou o caso ao Departamento de Trabalho norte-americano.
O órgão monitorou a temperatura no local e detectou máxima de 37°C.
Segundo relatório obtido pela Folha, o sistema de refrigeração no armazém era insuficiente.
Depois da vistoria, o Departamento de Trabalho mandou documento com recomendações à empresa --entre elas estão melhoria no sistema de ventilação e intervalos na jornada de trabalho.
A Amazon diz que trabalha para sanar os problemas.
Segundo os trabalhadores, quem saiu mais cedo por conta do problema de saúde recebeu pontos negativos no sistema de avaliação.
A Amazon afirma que os pontos negativos são atribuídos automaticamente por meio do computador, mas que a punição foi retirada manualmente.
Em julho deste ano, de acordo com jornal local, a Amazon recebeu ameaça de bomba e teve de reforçar a sua segurança.
O armazém da varejista em Breinigsville tem três andares e ali trabalham 1.381 funcionários em tempo integral, sem contar os temporários.
Segundo a empresa, desde janeiro, 850 trabalhadores com carga horária parcial foram convertidos para postos de período integral.
OUTRO LADO
A Amazon admitiu "múltiplos eventos" relacionados à temperatura do armazém em Breinigsville e disse que se referiam tanto a temperaturas baixas como altas.
De acordo com a companhia, a empresa aprovou em regime de urgência gasto de US$ 2,4 milhões para instalação de unidades de condicionamento de ar em quatro dos centros de atendimento, entre eles no de Breinigsville.
"O fato é que ar-condicionado é uma prática incomum em armazéns. Nós vamos continuar a operar essas unidades de ar-condicionado ou [aparelho] equivalente em verões futuros", informou a empresa, em nota.
No último domingo, a varejista voltou a divulgar comunicado sobre a segurança dos trabalhadores.
Afirmou que as taxas de acidente na empresa são menores que as registradas em setores como o automotivo e o de armazenamento.
"Em outras palavras: é mais seguro trabalhar na rede da Amazon do que em uma loja de departamentos", de acordo com o comunicado da companhia.
Na estação, a temperatura máxima média na cidade é de cerca de 29°C, segundo o "The Weather Channel".
Em 3 de junho, 15 funcionários desmaiaram. Seis receberam cuidados médicos em hospital local.
"Eu não acho que seja possível uma companhia multimilionária fazer isso e escapar. Eu acredito que é negligência grosseira para uma empresa dessa capacidade abusar e escravizar os trabalhadores, bem como impor quatro ou cinco dias de trabalho de dez horas naquele calor", disse um funcionário.
Dias depois, um médico do Lehigh Valley Hospital-Cedar Crest, na vizinha Allentown, denunciou o caso ao Departamento de Trabalho norte-americano.
O órgão monitorou a temperatura no local e detectou máxima de 37°C.
Segundo relatório obtido pela Folha, o sistema de refrigeração no armazém era insuficiente.
Depois da vistoria, o Departamento de Trabalho mandou documento com recomendações à empresa --entre elas estão melhoria no sistema de ventilação e intervalos na jornada de trabalho.
A Amazon diz que trabalha para sanar os problemas.
Segundo os trabalhadores, quem saiu mais cedo por conta do problema de saúde recebeu pontos negativos no sistema de avaliação.
A Amazon afirma que os pontos negativos são atribuídos automaticamente por meio do computador, mas que a punição foi retirada manualmente.
Em julho deste ano, de acordo com jornal local, a Amazon recebeu ameaça de bomba e teve de reforçar a sua segurança.
O armazém da varejista em Breinigsville tem três andares e ali trabalham 1.381 funcionários em tempo integral, sem contar os temporários.
Segundo a empresa, desde janeiro, 850 trabalhadores com carga horária parcial foram convertidos para postos de período integral.
OUTRO LADO
A Amazon admitiu "múltiplos eventos" relacionados à temperatura do armazém em Breinigsville e disse que se referiam tanto a temperaturas baixas como altas.
De acordo com a companhia, a empresa aprovou em regime de urgência gasto de US$ 2,4 milhões para instalação de unidades de condicionamento de ar em quatro dos centros de atendimento, entre eles no de Breinigsville.
"O fato é que ar-condicionado é uma prática incomum em armazéns. Nós vamos continuar a operar essas unidades de ar-condicionado ou [aparelho] equivalente em verões futuros", informou a empresa, em nota.
No último domingo, a varejista voltou a divulgar comunicado sobre a segurança dos trabalhadores.
Afirmou que as taxas de acidente na empresa são menores que as registradas em setores como o automotivo e o de armazenamento.
"Em outras palavras: é mais seguro trabalhar na rede da Amazon do que em uma loja de departamentos", de acordo com o comunicado da companhia.
World of Warcraft, maior RPG on-line, chega ao Brasil em dezembro
A Blizzard é conhecida por lançar poucos porém bons games para PC. E o
principal deles, World of Warcraft, agora tem data para chegar ao
Brasil: dezembro, mas ainda sem dia definido. A informação foi divulgada
durante a Blizzcon, conferência promovida pela própria empresa em
Anaheim, nos EUA, em 21 e 22 de outubro.
Aberta ao público --mais de 30 mil pessoas--, a Blizzcon serviu não só para mostrar em primeira mão novidades da produtora como também para promover torneios e bugigangas temáticas.
É a estratégia da empresa, que se dá ao luxo de não participar da E3, a maior feira de games do mundo, para investir em seu próprio evento.
Lançado em 2004, World of Warcraft é um RPG on-line sem limite de
jogadores e que coloca em lados opostos as facções da Aliança e da
Horda. O jogador cria um personagem, entre várias raças disponíveis,
toma parte do conflito e interage com outros jogadores, formando clãs.
O game tem hoje 11 milhões de assinantes, e a Blizzard usa agora o Brasil, onde os RPGs on-line são muito populares, para tentar arregimentar novos jogadores.
Não é a única aposta: na Blizzcon foi anunciado o quarto pacote de expansão do game, Mists of Pandaria, que, entre outras novidades, acrescenta uma raça, de ursos panda, ao jogo.
No Brasil, World of Warcraft, que está em pré-venda por R$ 29,90, terá mensalidade de R$ 14,90, valor abaixo até daquele cobrado nos EUA, que é de US$ 15.
Além disso, o jogo será totalmente em português, em um trabalho que traz "cores locais": há referências a Ivete Sangalo, "Tropa de Elite" e até ao narrador Sílvio Luiz na tradução.
A VOLTA DE DIABLO
Como nem só de World of Warcraft vive a Blizzard, outra franquia da empresa terá novo título: Diablo 3, RPG de ação, será lançado no início do ano que vem, após hiato de quase 12 anos.
O estilo que consagrou o jogo foi mantido, mas, com a tecnologia atual, o game ficou mais bonito e profundo.
No Brasil, Diablo 3 também terá tradução para o português, mas ainda não está claro se isso acontecerá já a partir do lançamento. Também não se sabe ao certo como a Casa de Leilões, área que servirá para vender itens do jogo por dinheiro de verdade, vai funcionar no país.
Aberta ao público --mais de 30 mil pessoas--, a Blizzcon serviu não só para mostrar em primeira mão novidades da produtora como também para promover torneios e bugigangas temáticas.
É a estratégia da empresa, que se dá ao luxo de não participar da E3, a maior feira de games do mundo, para investir em seu próprio evento.
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| Público da Blizzcon joga World of Warcraft; clique para ver galeria do evento |
O game tem hoje 11 milhões de assinantes, e a Blizzard usa agora o Brasil, onde os RPGs on-line são muito populares, para tentar arregimentar novos jogadores.
Não é a única aposta: na Blizzcon foi anunciado o quarto pacote de expansão do game, Mists of Pandaria, que, entre outras novidades, acrescenta uma raça, de ursos panda, ao jogo.
No Brasil, World of Warcraft, que está em pré-venda por R$ 29,90, terá mensalidade de R$ 14,90, valor abaixo até daquele cobrado nos EUA, que é de US$ 15.
Além disso, o jogo será totalmente em português, em um trabalho que traz "cores locais": há referências a Ivete Sangalo, "Tropa de Elite" e até ao narrador Sílvio Luiz na tradução.
A VOLTA DE DIABLO
Como nem só de World of Warcraft vive a Blizzard, outra franquia da empresa terá novo título: Diablo 3, RPG de ação, será lançado no início do ano que vem, após hiato de quase 12 anos.
O estilo que consagrou o jogo foi mantido, mas, com a tecnologia atual, o game ficou mais bonito e profundo.
No Brasil, Diablo 3 também terá tradução para o português, mas ainda não está claro se isso acontecerá já a partir do lançamento. Também não se sabe ao certo como a Casa de Leilões, área que servirá para vender itens do jogo por dinheiro de verdade, vai funcionar no país.
BlizzCon 2011: Melhores amigos, na fantasia e na realidade
Mais de 26 mil pessoas, dos 50 Estados norte-americanos e de outros 49 países, chegaram a Anaheim na semana passada para a BlizzCon,
o evento anual promovido pela Blizzard Entertainment, talvez a mais
reverenciada das produtoras mundiais de videogames, como celebração dela
mesma.
Mas o momento mais importante, aquele que iluminou a paixão que une os adeptos dos jogos on-line em comunidades mundiais que muitas vezes saltam dos pixels para a realidade, não aconteceu no imenso e lotado salão de exposições.
Não foi o anúncio da Blizzard sobre a nova expansão de seu mais conhecido produto, o World of Warcraft. Não foi o duelo, acompanhado por milhares de espectadores, entre os dois melhores jogadores de StarCraft II, o jogo estratégico de ficção científica da Blizzard, em disputa por um prêmio de US$ 50 mil. E não foram os concursos de dança e fantasias apresentados pelo comediante Jay Mohr ou o show de encerramento do Foo Fighters.
O momento na verdade veio depois do encerramento oficial do evento, na
noite de sábado. No saguão de um hotel vizinho, pelo menos mil fãs
agitados participavam de um momento que lembrava a noite final em um
acampamento de férias, quando ninguém parece querer se despedir e voltar
para casa.
Não eram apenas os fãs que praticamente flutuavam pelo saguão. Mike Morhaime, presidente-executivo e cofundador da companhia, estava presente, posando para uma foto com uma moça --sumariamente-- fantasiada de elfo. Frank Pearce, outro dos cofundadores, também se movimentava entre os grupos de fãs, entusiasmado.
Outros produtores e designers disputavam espaço no bar. Não era como na Broadway ou Hollywood; não havia guarda-costas ou assistentes de produção equipados com fones de ouvido para cuidar dos astros. O que havia ali era uma festa repleta de pessoas que amam os videogames, e os amigos que elas criaram por conta deles. Era difícil determinar qual dos dois contingentes estava realmente se divertindo mais: os executivos ou os fãs.
ESNOBANDO A E3
A Blizzard, que desenvolveu junto aos seus seguidores lealdade que lembra o relacionamento entre a Apple e seus fãs, é a única produtora de jogos que organiza um evento desses sozinha. Quase todas as demais grandes produtoras de videogames participam com força da E3, a feira setorial anual em Los Angeles.
Mas, nos últimos anos, a Blizzard nem mesmo participou da E3. Sua popularidade basta para que seja mais prático para a empresa organizar uma convenção separada. Os ingressos custavam US$ 175, este ano, e uma vez mais se esgotaram em segundos.
Existem algumas pessoas que consideram os videogames uma atividade antissocial. E é fato que os jogos individuais não envolvem interação com outras pessoas --ainda que o mesmo possa ser afirmado sobre a leitura de um livro. Mas os mais poderosos e importantes jogos são aqueles que oferecem dimensões on-line persistentes, como o World of Warcraft e Eve Online. E sua importância se deve não exatamente aos jogos, mas aos relacionamentos que os jogadores formam por conta deles.
Assim, o que realmente parece atrair tantos jogadores à BlizzCon não é a oportunidade de ver versões iniciais de jogos em desenvolvimento como Diablo III e a expansão de World of Warcraft, Mists of Pandaria. E tampouco os torneios ou as mesas redondas. A atração real é a oportunidade de encontrar os amigos em pessoa.
No bar do hotel vizinho, quinta-feira à tarde, Mark Virnich, 26, de
Baton Rouge, Louisiana, estava à espera dos demais membros da Shining
Force, sua guilda no World of Warcraft. Ele contou que joga com esse
grupo desde 2004, e que continuou a fazê-lo em duas temporadas de
serviço com o exército no Iraque, mas que jamais havia encontrado os
integrantes do grupo em pessoa.
"Nós sempre falávamos em vir, durante anos, e eu por fim voltei do Iraque e disse que desta vez viria", disse. "Temos pessoas vindo do Nebraska, Ohio, Virgínia Ocidental, Texas. Aliás, mais de um casal se conheceu via guilda e terminou casado".
Ele acenou na direção do centro de convenções, onde milhares de pessoas formavam fila para apanhar seus crachás antes da abertura oficial, na manhã do dia seguinte.
"É uma experiência definitivamente catártica, estar em companhia de tanta gente que ama aquilo que você ama", disse Virnich. "O que faz com que as pessoas continuem a jogar esse tipo de jogo é a comunidade, e para nós, a oportunidade de um encontro em pessoa foi maravilhosa".
Os maiores astros no saguão do hotel depois do encerramento da BlizzCon parecem ser os membros da Blood Legion, uma guilda de World of Warcraft. Mais cedo, a guilda havia derrotado publicamente um outro grupo, chamado Vodka, em uma corrida ao vivo realizada diante de milhares de fãs, pela oportunidade de matar Ragnaros, o deus do fogo e maior ameaça ao mundo de World of Warcraft.
Com a vitória, as poucas dezenas de membros da Blood Legion se tornaram celebridades instantâneas entre os mais de 11 milhões de pessoas que jogam World of Warcraft.
"É maravilhoso ver tudo pelo que você trabalhou durante tanto tempo enfim recebendo um reconhecimento dessa ordem", disse Victor Traitel, 32, fundador da guilda e conhecido on-line pelo seu personagem, Aries, um guerreiro goblin. Traitel, que é atacadista de roupas em Atlanta, comparou o trabalho em equipe necessário para jogar World of Warcraft de maneira competitiva à sua experiência nas forças armadas.
"Ei, é só um videogame, mas aquela sensação de trabalhar unidos por um objetivo comum, confiar nos outros, desenvolver relacionamentos e superar obstáculos é bastante real", disse. "Servi no Corpo de Fuzileiros Navais, e só lá encontrei camaradagem da mesma ordem".
Enquanto Traitel falava, outros jogadores cercavam o grupo da Blood Legion para lhes oferecer congratulações.
COMO FUTEBOL AMERICANO E BASQUETE
Mas apesar de toda a popularidade da guilda, o momento de competição mais intenso da BlizzCon foi o torneio de StarCraft II. Na Coreia do Sul, os melhores jogadores de StarCraft são tão famosos que mal conseguem sair de seus locais de treinamento coletivo sem a proteção de seguranças. Mesmo nos Estados Unidos, StarCraft começa a atrair fãs como Jonathan Luckau, 28, assistente social em Salt Lake City para quem a BlizzCon se compara a um evento esportivo.
"Para nós, o entusiasmo pelos esportes eletrônicos é igual ao entusiasmo pelo futebol americano ou basquete", disse.
"Acompanho os melhores jogadores de StarCraft da mesma maneira que outras pessoas acompanham LeBron James ou Kobe Bryant. O que atrai na BlizzCon é a oportunidade de encontrar as pessoas que compartilham desse interesse. Por exemplo, se você disser que passou nove horas assistindo a partidas de futebol americano, todo mundo acha ótimo, mas se contar que assistiu a 20 jogos de StarCraft ninguém entende. No entanto, somos uma comunidade em expansão, e não vamos parar de crescer."
Cabe registrar que Jonghyun Jung, conhecido como IMMVP, conquistou no título do StarCraft depois de uma épica batalha final de 43 minutos de duração contra Jaeduk Lim, também conhecido como IMNesTea.
Para os criadores de jogos, um evento como a BlizzCon é uma das poucas oportunidades de testemunhar na realidade o que normalmente só veem em salas de chat e em fóruns de mensagens. A Blizzard, sediada em Irvine, uma cidade próxima, em geral trabalha sob forte sigilo.
"As pessoas não percebem que, de muitas maneiras, esse evento é tão importante para nós quanto para os fãs", disse Rob Pardo, vice-presidente de design de jogos da Blizzard. "Se transferíssemos a BlizzCon para Los Angeles ou algum centro desse porte, ela poderia crescer muito, mas isso dificultaria a presença dos funcionários da Blizzard, e queremos que eles possam vivenciar a paixão dos fãs".
No saguão do hotel, Hubert Thieblot, fundador e presidente da Curse, uma companhia que organiza comunidades para jogos on-line, contemplou a multidão de jogadores e programadores. "Para o pessoal mais envolvido nessa atividade, ela é muito mais do que um jogo", disse. "É um estilo de vida. É parte daquilo que são. E a convenção celebra esse fato".
Mas o momento mais importante, aquele que iluminou a paixão que une os adeptos dos jogos on-line em comunidades mundiais que muitas vezes saltam dos pixels para a realidade, não aconteceu no imenso e lotado salão de exposições.
Não foi o anúncio da Blizzard sobre a nova expansão de seu mais conhecido produto, o World of Warcraft. Não foi o duelo, acompanhado por milhares de espectadores, entre os dois melhores jogadores de StarCraft II, o jogo estratégico de ficção científica da Blizzard, em disputa por um prêmio de US$ 50 mil. E não foram os concursos de dança e fantasias apresentados pelo comediante Jay Mohr ou o show de encerramento do Foo Fighters.
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| Jay Mohr anuncia um dos vencedores de concurso da BlizzCon 2011; clique para ver galeria do evento |
Não eram apenas os fãs que praticamente flutuavam pelo saguão. Mike Morhaime, presidente-executivo e cofundador da companhia, estava presente, posando para uma foto com uma moça --sumariamente-- fantasiada de elfo. Frank Pearce, outro dos cofundadores, também se movimentava entre os grupos de fãs, entusiasmado.
Outros produtores e designers disputavam espaço no bar. Não era como na Broadway ou Hollywood; não havia guarda-costas ou assistentes de produção equipados com fones de ouvido para cuidar dos astros. O que havia ali era uma festa repleta de pessoas que amam os videogames, e os amigos que elas criaram por conta deles. Era difícil determinar qual dos dois contingentes estava realmente se divertindo mais: os executivos ou os fãs.
ESNOBANDO A E3
A Blizzard, que desenvolveu junto aos seus seguidores lealdade que lembra o relacionamento entre a Apple e seus fãs, é a única produtora de jogos que organiza um evento desses sozinha. Quase todas as demais grandes produtoras de videogames participam com força da E3, a feira setorial anual em Los Angeles.
Mas, nos últimos anos, a Blizzard nem mesmo participou da E3. Sua popularidade basta para que seja mais prático para a empresa organizar uma convenção separada. Os ingressos custavam US$ 175, este ano, e uma vez mais se esgotaram em segundos.
Existem algumas pessoas que consideram os videogames uma atividade antissocial. E é fato que os jogos individuais não envolvem interação com outras pessoas --ainda que o mesmo possa ser afirmado sobre a leitura de um livro. Mas os mais poderosos e importantes jogos são aqueles que oferecem dimensões on-line persistentes, como o World of Warcraft e Eve Online. E sua importância se deve não exatamente aos jogos, mas aos relacionamentos que os jogadores formam por conta deles.
Assim, o que realmente parece atrair tantos jogadores à BlizzCon não é a oportunidade de ver versões iniciais de jogos em desenvolvimento como Diablo III e a expansão de World of Warcraft, Mists of Pandaria. E tampouco os torneios ou as mesas redondas. A atração real é a oportunidade de encontrar os amigos em pessoa.
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| Público da Blizzcon joga World of Warcraft; clique para ver galeria do evento |
"Nós sempre falávamos em vir, durante anos, e eu por fim voltei do Iraque e disse que desta vez viria", disse. "Temos pessoas vindo do Nebraska, Ohio, Virgínia Ocidental, Texas. Aliás, mais de um casal se conheceu via guilda e terminou casado".
Ele acenou na direção do centro de convenções, onde milhares de pessoas formavam fila para apanhar seus crachás antes da abertura oficial, na manhã do dia seguinte.
"É uma experiência definitivamente catártica, estar em companhia de tanta gente que ama aquilo que você ama", disse Virnich. "O que faz com que as pessoas continuem a jogar esse tipo de jogo é a comunidade, e para nós, a oportunidade de um encontro em pessoa foi maravilhosa".
Os maiores astros no saguão do hotel depois do encerramento da BlizzCon parecem ser os membros da Blood Legion, uma guilda de World of Warcraft. Mais cedo, a guilda havia derrotado publicamente um outro grupo, chamado Vodka, em uma corrida ao vivo realizada diante de milhares de fãs, pela oportunidade de matar Ragnaros, o deus do fogo e maior ameaça ao mundo de World of Warcraft.
Com a vitória, as poucas dezenas de membros da Blood Legion se tornaram celebridades instantâneas entre os mais de 11 milhões de pessoas que jogam World of Warcraft.
"É maravilhoso ver tudo pelo que você trabalhou durante tanto tempo enfim recebendo um reconhecimento dessa ordem", disse Victor Traitel, 32, fundador da guilda e conhecido on-line pelo seu personagem, Aries, um guerreiro goblin. Traitel, que é atacadista de roupas em Atlanta, comparou o trabalho em equipe necessário para jogar World of Warcraft de maneira competitiva à sua experiência nas forças armadas.
"Ei, é só um videogame, mas aquela sensação de trabalhar unidos por um objetivo comum, confiar nos outros, desenvolver relacionamentos e superar obstáculos é bastante real", disse. "Servi no Corpo de Fuzileiros Navais, e só lá encontrei camaradagem da mesma ordem".
Enquanto Traitel falava, outros jogadores cercavam o grupo da Blood Legion para lhes oferecer congratulações.
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| Miniatura do universo de World of Warcraft, na Blizzcon; clique para ver galeria do evento |
COMO FUTEBOL AMERICANO E BASQUETE
Mas apesar de toda a popularidade da guilda, o momento de competição mais intenso da BlizzCon foi o torneio de StarCraft II. Na Coreia do Sul, os melhores jogadores de StarCraft são tão famosos que mal conseguem sair de seus locais de treinamento coletivo sem a proteção de seguranças. Mesmo nos Estados Unidos, StarCraft começa a atrair fãs como Jonathan Luckau, 28, assistente social em Salt Lake City para quem a BlizzCon se compara a um evento esportivo.
"Para nós, o entusiasmo pelos esportes eletrônicos é igual ao entusiasmo pelo futebol americano ou basquete", disse.
"Acompanho os melhores jogadores de StarCraft da mesma maneira que outras pessoas acompanham LeBron James ou Kobe Bryant. O que atrai na BlizzCon é a oportunidade de encontrar as pessoas que compartilham desse interesse. Por exemplo, se você disser que passou nove horas assistindo a partidas de futebol americano, todo mundo acha ótimo, mas se contar que assistiu a 20 jogos de StarCraft ninguém entende. No entanto, somos uma comunidade em expansão, e não vamos parar de crescer."
Cabe registrar que Jonghyun Jung, conhecido como IMMVP, conquistou no título do StarCraft depois de uma épica batalha final de 43 minutos de duração contra Jaeduk Lim, também conhecido como IMNesTea.
Para os criadores de jogos, um evento como a BlizzCon é uma das poucas oportunidades de testemunhar na realidade o que normalmente só veem em salas de chat e em fóruns de mensagens. A Blizzard, sediada em Irvine, uma cidade próxima, em geral trabalha sob forte sigilo.
"As pessoas não percebem que, de muitas maneiras, esse evento é tão importante para nós quanto para os fãs", disse Rob Pardo, vice-presidente de design de jogos da Blizzard. "Se transferíssemos a BlizzCon para Los Angeles ou algum centro desse porte, ela poderia crescer muito, mas isso dificultaria a presença dos funcionários da Blizzard, e queremos que eles possam vivenciar a paixão dos fãs".
No saguão do hotel, Hubert Thieblot, fundador e presidente da Curse, uma companhia que organiza comunidades para jogos on-line, contemplou a multidão de jogadores e programadores. "Para o pessoal mais envolvido nessa atividade, ela é muito mais do que um jogo", disse. "É um estilo de vida. É parte daquilo que são. E a convenção celebra esse fato".
World of Warcraft precisa ser mais acessível, diz Blizzard
Como vice-presidente de desenvolvimento de produtos da Blizzard, Frank
Pearce tem o desafio de manter os games da empresa atraentes e pensar em
como proporcionar mais diversão para o público. Em entrevista à Folha,
o executivo, que também é um dos fundadores da companhia, falou sobre
os planos para World of Warcraft, consoles e novas franquias.
FOLHA - World of Warcraft tem sete anos de idade. Qual é o desafio para manter os jogadores atuais e atrair novos adeptos?
Frank Pearce - O maior desafio é proporcionar novidades. É preciso fazê-lo de forma equilibrada; oferecer muitas alternativas pode fazer com que as pessoas se dispersem e não consigam se divertir. Em relação aos novos jogadores, precisamos tornar World of Warcraft mais acessível. O jogo tem uma curva de aprendizado longa.
E quanto aos videogames, quais são os planos da Blizzard?
Contratamos uma equipe para tentar levar Diablo para um videogame e ainda estamos na fase de experimentação.
Warcraft, Diablo e StarCraft já estão bem estabelecidos. Quando veremos algo sobre uma nova franquia?
Não é nenhum segredo que o novo RPG on-line no qual estamos trabalhando não faz parte de nenhuma de nossas franquias existentes, mas infelizmente não posso revelar mais detalhes agora.
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| Miniatura do universo de World of Warcraft, na Blizzcon; clique para ver galeria do evento |
Frank Pearce - O maior desafio é proporcionar novidades. É preciso fazê-lo de forma equilibrada; oferecer muitas alternativas pode fazer com que as pessoas se dispersem e não consigam se divertir. Em relação aos novos jogadores, precisamos tornar World of Warcraft mais acessível. O jogo tem uma curva de aprendizado longa.
E quanto aos videogames, quais são os planos da Blizzard?
Contratamos uma equipe para tentar levar Diablo para um videogame e ainda estamos na fase de experimentação.
Warcraft, Diablo e StarCraft já estão bem estabelecidos. Quando veremos algo sobre uma nova franquia?
Não é nenhum segredo que o novo RPG on-line no qual estamos trabalhando não faz parte de nenhuma de nossas franquias existentes, mas infelizmente não posso revelar mais detalhes agora.
Empresas têm dificuldade em avaliar eficácia de rede social
O uso corporativo de redes sociais para monitorar o mercado e divulgar
produtos cresce globalmente, mas as companhias têm dificuldade em medir
seus resultados.
Segundo pesquisa conduzida pela Harvard Business Review, encomendada pela empresa de software SAS Institute, com 2.100 companhias, 69% reconhecem o uso crescente de redes como Facebook e Twitter como estratégia de negócios.
Da mesma forma, 46% consideram esses meios fundamentais para as iniciativas de marketing e 42% declaram que as mídias sociais são essenciais para o futuro.
No entanto, 50% afirmam que a estratégia não será levada a sério entre os executivos de liderança até que seja possível medir os resultados.
A maioria (61%) diz que as próprias companhias precisarão passar por uma curva de aprendizado para melhorar o uso das redes.
Números de mercado mostram que não é por falta de investimentos que as empresas não conseguem obter resultados das redes sociais.
De acordo com a Deloitte, US$ 5 bilhões serão investidos mundialmente em publicidade em sites como Twitter, Facebook e Google+ neste ano, entregando 2 trilhões de anúncios publicitários.
Na mira está uma massa de 1 bilhão de usuários únicos que devem navegar no ano.
Além dos anúncios diretos, essas companhias deverão comprar empresas na intenção de melhor gerenciar o relacionamento nas redes.
O Walmart investiu US$ 300 milhões nos EUA na aquisição recente da Kosmix, companhia iniciante ("startup") de tecnologia para redes sociais, em uma tentativa de aumentar a presença e a interação com os usuários.
Segundo especialistas, uma das dificuldades está em medir quais resultados financeiros os esforços de marketing nas redes sociais trouxeram para as empresas e analisar qual impacto os comentários dos clientes terão nos negócios futuros.
FILÃO BILIONÁRIO
Apesar de empresas e agências de publicidade investirem no monitoramento manual das redes para acompanhar o retorno das campanhas e os comentários, a expectativa é que parte das respostas venha da indústria de software, que está de olho em um filão bilionário.
O volume de informação gerado pelas redes cresce a um ritmo maior que as equipes conseguem monitorar.
"As mídias sociais transformam a indústria da tecnologia. Hoje, praticamente todas as companhias tem como incorporar ferramentas capazes de analisar as redes aos seus softwares, que tendem a ser mais ágeis que o monitoramento manual", afirma Jim Davis, vice-presidentedo SAS Institute.
Além do SAS, que criou divisões específicas de software de análise, outras companhias tentam abocanhar esse bolo bilionário, entre elas IBM, Oracle e SAP.
Segundo pesquisa conduzida pela Harvard Business Review, encomendada pela empresa de software SAS Institute, com 2.100 companhias, 69% reconhecem o uso crescente de redes como Facebook e Twitter como estratégia de negócios.
Da mesma forma, 46% consideram esses meios fundamentais para as iniciativas de marketing e 42% declaram que as mídias sociais são essenciais para o futuro.
No entanto, 50% afirmam que a estratégia não será levada a sério entre os executivos de liderança até que seja possível medir os resultados.
A maioria (61%) diz que as próprias companhias precisarão passar por uma curva de aprendizado para melhorar o uso das redes.
Números de mercado mostram que não é por falta de investimentos que as empresas não conseguem obter resultados das redes sociais.
De acordo com a Deloitte, US$ 5 bilhões serão investidos mundialmente em publicidade em sites como Twitter, Facebook e Google+ neste ano, entregando 2 trilhões de anúncios publicitários.
Na mira está uma massa de 1 bilhão de usuários únicos que devem navegar no ano.
Além dos anúncios diretos, essas companhias deverão comprar empresas na intenção de melhor gerenciar o relacionamento nas redes.

O Walmart investiu US$ 300 milhões nos EUA na aquisição recente da Kosmix, companhia iniciante ("startup") de tecnologia para redes sociais, em uma tentativa de aumentar a presença e a interação com os usuários.
Segundo especialistas, uma das dificuldades está em medir quais resultados financeiros os esforços de marketing nas redes sociais trouxeram para as empresas e analisar qual impacto os comentários dos clientes terão nos negócios futuros.
FILÃO BILIONÁRIO
Apesar de empresas e agências de publicidade investirem no monitoramento manual das redes para acompanhar o retorno das campanhas e os comentários, a expectativa é que parte das respostas venha da indústria de software, que está de olho em um filão bilionário.
O volume de informação gerado pelas redes cresce a um ritmo maior que as equipes conseguem monitorar.
"As mídias sociais transformam a indústria da tecnologia. Hoje, praticamente todas as companhias tem como incorporar ferramentas capazes de analisar as redes aos seus softwares, que tendem a ser mais ágeis que o monitoramento manual", afirma Jim Davis, vice-presidentedo SAS Institute.
Além do SAS, que criou divisões específicas de software de análise, outras companhias tentam abocanhar esse bolo bilionário, entre elas IBM, Oracle e SAP.
Fifa Manager 12, da Electronic Arts, será lançado nesta sexta
A Electronic Arts anunciou que Fifa Manager 12 chega para PC no dia 28
de outubro. O game de simulação e estratégia possibilita a criação e
gerenciamento de um time de futebol próprio.
Na pele do técnico do clube, você tem que agradar os torcedores e e
guiar seu time à fama mundial. Cerca de 700 novidades foram
implementadas na nova versão, em parte sugeridas por jogadores por meio
da campanha on-line do jogo.
FIFA Manager 12 inclui inteligência artificial aprimorada e uma nova interface que faz com que seja possível recuperar dados relevantes do jogo e publicar instruções táticas precisas.
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| Fifa Manager 12, nova versão do simulador de futebol da Eletronic Arts |
FIFA Manager 12 inclui inteligência artificial aprimorada e uma nova interface que faz com que seja possível recuperar dados relevantes do jogo e publicar instruções táticas precisas.
Plano de banda larga do governo chegará a SP no início de 2012
O ministro Paulo Bernardo (Comunicações) afirmou nesta quarta-feira que o
Estado de São Paulo receberá as primeiras conexões do PNBL (Plano
Nacional de Banda Larga) até fevereiro.
Os primeiros investimentos em infraestrutura foram feitos na região de Brasília, e se expandiram até Itumbiara (GO). Segundo Bernardo, até a infraestrutura da Telebras chegar a São Paulo, as regiões do caminho, como o Triangulo Mineiro, receberão conexão.
No Nordeste, um anel de fibras ópticas está sendo concluído, e será conectado a Brasília. "O atraso que houve será tirado agora. Todos os contratos estão assinados, com exceção da região Norte", disse Bernardo.
O ministro se referiu aos contratos da Telebras questionados pelo TCU (Tribunal de Contas da União) por superfaturamento.
As empresas contratadas concordaram em baixar preços, por meio de aditivos nos contratos. Na região Norte, onde foi detectado maior sobrepreço, as empresas não aceitaram rever preços, e a Telebras terá de realizar novo pregão.
O ministro esteve em audiência pública na Câmara para tratar dos questionamentos do TCU em relação às licitações da Telebras.
Os primeiros investimentos em infraestrutura foram feitos na região de Brasília, e se expandiram até Itumbiara (GO). Segundo Bernardo, até a infraestrutura da Telebras chegar a São Paulo, as regiões do caminho, como o Triangulo Mineiro, receberão conexão.
No Nordeste, um anel de fibras ópticas está sendo concluído, e será conectado a Brasília. "O atraso que houve será tirado agora. Todos os contratos estão assinados, com exceção da região Norte", disse Bernardo.
O ministro se referiu aos contratos da Telebras questionados pelo TCU (Tribunal de Contas da União) por superfaturamento.
As empresas contratadas concordaram em baixar preços, por meio de aditivos nos contratos. Na região Norte, onde foi detectado maior sobrepreço, as empresas não aceitaram rever preços, e a Telebras terá de realizar novo pregão.
O ministro esteve em audiência pública na Câmara para tratar dos questionamentos do TCU em relação às licitações da Telebras.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Crie fotos panorâmicas usando um editor de imagens
Se a sua câmera digital não tem o recurso de criar fotos panorâmicas a
partir dela própria, você pode recorrer à possibilidade de tirar várias
fotos em sequência de uma paisagem e depois fazer a montagem usando um
software de edição.
Lembre-se sempre de sobrepor uma foto à outra, ou seja, se for tirar três fotos horizontais para registrar uma paisagem, a segunda foto deverá ter um pouco da mesma cena final da primeira foto, assim como a terceira um pouco da área da segunda foto.
É por meio dessa sobreposição que o programa fará a montagem do panorama.
A Microsoft desenvolveu um programa extremamente versátil e simples de usar. Trata-se do Image Composite Editor, disponível neste link.
O programa tem versões para sistema operacionais Windows de 32 e 64 bits. Portanto, observe qual é o seu sistema antes de fazer o download.
Depois da instalação, o funcionamento é extremamente simples. Você pode
abrir a pasta com as imagens que serão montadas e arrastá-las para a
área central da tela. Em alguns instantes, o programa fará uma análise e
montará o panorama.
Uma vez criado o panorama, você verá um retângulo com alças de redimensionamento para que você ajuste a imagem que será salva, ou seja, você deve selecionar a área da foto que será salva. Isso se deve ao fato de que nesse tipo de montagem as bordas normalmente ficam desalinhadas, em função da forma como as fotos foram tiradas.
Portanto, é importante, ao tirar as fotos, manter a câmera num mesmo nível, para evitar muita perda.
Feito o ajuste, você pode clicar no botão Export to disk para salvar a imagem no formato JPG. Você pode alterar o tipo de arquivo que será gravado no campo Format do painel Export.
Lembre-se sempre de sobrepor uma foto à outra, ou seja, se for tirar três fotos horizontais para registrar uma paisagem, a segunda foto deverá ter um pouco da mesma cena final da primeira foto, assim como a terceira um pouco da área da segunda foto.
É por meio dessa sobreposição que o programa fará a montagem do panorama.
A Microsoft desenvolveu um programa extremamente versátil e simples de usar. Trata-se do Image Composite Editor, disponível neste link.
O programa tem versões para sistema operacionais Windows de 32 e 64 bits. Portanto, observe qual é o seu sistema antes de fazer o download.
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| Tela do Image Composite Editor |
Uma vez criado o panorama, você verá um retângulo com alças de redimensionamento para que você ajuste a imagem que será salva, ou seja, você deve selecionar a área da foto que será salva. Isso se deve ao fato de que nesse tipo de montagem as bordas normalmente ficam desalinhadas, em função da forma como as fotos foram tiradas.
Portanto, é importante, ao tirar as fotos, manter a câmera num mesmo nível, para evitar muita perda.
Feito o ajuste, você pode clicar no botão Export to disk para salvar a imagem no formato JPG. Você pode alterar o tipo de arquivo que será gravado no campo Format do painel Export.
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| Foto editada no Image Composite Editor |
Ação da Amazon despenca após resultados fracos
A ação da Amazon.com recuou após a empresa apurar resultados mais fracos
que os esperados, uma vez que investiu pesado em um novo tablet e
outros projetos de longo prazo.
Os papéis da companhia despencaram 14% para US$ 194,31 no pregão eletrônico, depois de encerrarem o pregão cotados a US$ 227,15 na Nasdaq.
A maior varejista da internet do mundo disse nesta terça-feira que seu lucro líquido no terceiro trimestre foi de US$ 63 milhões, ou US$ 0,14 por ação, ante US$ 231 milhões, ou US$ 0,51 por ação, um ano antes. A receita totalizou US$ 10,88 bilhões, alta de 44% sobre o terceiro trimestre de 2010.
Analistas esperavam que a Amazon divulgasse lucro por ação de US$ 0,24 e receita de US$ 10,95 bilhões, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.
"Margens de lucro menores seriam aceitáveis, mas não o crescimento menor que o esperado da receita", disse Fred Moran, analista da The Benchmark.
Moran esperava um crescimento de até 50% na receita do terceiro trimestre.
Os papéis da companhia despencaram 14% para US$ 194,31 no pregão eletrônico, depois de encerrarem o pregão cotados a US$ 227,15 na Nasdaq.
A maior varejista da internet do mundo disse nesta terça-feira que seu lucro líquido no terceiro trimestre foi de US$ 63 milhões, ou US$ 0,14 por ação, ante US$ 231 milhões, ou US$ 0,51 por ação, um ano antes. A receita totalizou US$ 10,88 bilhões, alta de 44% sobre o terceiro trimestre de 2010.
Analistas esperavam que a Amazon divulgasse lucro por ação de US$ 0,24 e receita de US$ 10,95 bilhões, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.
"Margens de lucro menores seriam aceitáveis, mas não o crescimento menor que o esperado da receita", disse Fred Moran, analista da The Benchmark.
Moran esperava um crescimento de até 50% na receita do terceiro trimestre.
Leonardo DiCaprio investe em site de fotografia social
Um grupo de investidores privados liderado pelo ator de Leonardo
DiCaprio fez um aporte de US$ 4 milhões no site de compartilhamento de
fotografia Mobli, anunciou a empresa nesta terça-feira (25).
O Mobli se descreve como "uma plataforma visual de mídia social, composta por canais baseados em assuntos como pessoas, lugares é tópicos".
Além de DiCaprio, as celebridades David Arquette e Paris Hilton estão entre os adeptos do site.
Disponível para aparelhos com iOS, Android e BlackBerry OS, o Mobli recebe 10 mil usuários novos por dia, segundo a empresa.
O Mobli se descreve como "uma plataforma visual de mídia social, composta por canais baseados em assuntos como pessoas, lugares é tópicos".
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| O ator Leonardo DiCaprio (à direita), que lidera investimento de US$ 4 milhões na empresa Mobli |
Disponível para aparelhos com iOS, Android e BlackBerry OS, o Mobli recebe 10 mil usuários novos por dia, segundo a empresa.
Steve Jobs elogia Facebook e fala mal do Google em biografia
Steve Jobs, cofundador da Apple, era um admirador do criador do
Facebook, Mark Zuckerberg, por considerá-lo um espírito empreendedor do
Vale do Silício, que queria construir sua própria empresa sem se iludir
com o dinheiro, segundo sua biografia autorizada lançada nesta
segunda-feira.
No livro "Steve Jobs",
o autor Walter Isaacson passou uma imagem mais íntima do guru
tecnológico, mostrando desde o seu amor pela família até a determinação e
o talento que fizeram dele uma referência para outros executivos, que
lhe pediam conselhos, apesar de sua fama de rude.
Jobs, que morreu no último dia 5, vítima de um câncer, aos 56 anos, mantinha contatos frequentes com Zuckerberg, 27, que o convidou para jantar em sua casa em 2010 e com quem ele trocava mensagens.
Segundo Isaacson, Jobs lhe disse em entrevista que respeitava Zuckerberg por se negar a vender o Facebook quando teve oportunidade e se concentrar em fazer uma empresa que agora domina o setor das redes sociais.
"Todos falamos de redes sociais no plural, mas não vejo nenhuma outra igual ao Facebook por aí. É só o Facebook. Eles controlam isso", comentou certa vez Jobs, que avaliava a personalidade de Zuckerberg. "Só o conheço um pouco, mas o admiro por não vender, por querer fazer uma empresa. Admiro muito isso."
A admiração era recíproca. "Steve, obrigado por ser um mentor e um amigo. Obrigado por mostrar que o que você constrói pode mudar o mundo. Vou sentir saudades", declarou Zuckerberg após saber da morte do cofundador da Apple.
Para Jobs, que se sentia na obrigação de dar conselhos a outros empreendedores do Vale do Silício por tudo o que tinha alcançado, Zuckerberg representava um espírito que Microsoft e Google não entendem.
O cofundador da Apple criticou Bill Gates em sua biografia. Jobs achava que faltava imaginação a Gates e acusou-o de não ter inventado nada.
Mas suas maiores críticas foram para a Google. Jobs acusou a empresa de plagiar a tecnologia do iPhone para criar o sistema operacional Android, seu principal concorrente, que posteriormente o Google presenteou aos fabricantes de telefones com a ideia de ser o "Windows" do setor de dispositivos móveis.
"Nossa reivindicação diz: 'Google, vocês roubaram descaradamente o iPhone, nos roubaram violentamente'", declarou Jobs, segundo Isaacson.
O cofundador da Apple chegou a dizer: "Gastarei até minha última respiração se for necessário e cada centavo dos US$ 40 milhões que a Apple tem no banco para corrigir esta ofensa. Vou destruir o Android, porque é um produto roubado".
Jobs tinha sido mentor também de Larry Page e Sergey Brin, cofundadores da Google, e chegou a convidar o presidente da empresa, antes seu executivo-chefe, Eric Schmidt, para o conselho de administração da Apple.
Apesar de travar disputas ferrenhas com o Google, Jobs recebeu Page em janeiro a pedido dele --antes de Page suceder Schmidt como executivo-chefe do Google-- para dar sua opinião sobre como deveria dirigir a empresa.
"O principal que eu disse a ele foi que se concentrasse, que descobrisse o que o Google queria ser quando crescesse. 'Agora, o Google está por todas as partes. Quais são os produtos em que você quer se concentrar?' Eles estão se transformando na Microsoft. Fazem produtos adequados, mas adequado não é genial", explicou Jobs.
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| Steve Jobs (de preto) à esquerda do presidente dos EUA Barack Obama, e Mark Zuckerberg à direita |
Jobs, que morreu no último dia 5, vítima de um câncer, aos 56 anos, mantinha contatos frequentes com Zuckerberg, 27, que o convidou para jantar em sua casa em 2010 e com quem ele trocava mensagens.
Segundo Isaacson, Jobs lhe disse em entrevista que respeitava Zuckerberg por se negar a vender o Facebook quando teve oportunidade e se concentrar em fazer uma empresa que agora domina o setor das redes sociais.
"Todos falamos de redes sociais no plural, mas não vejo nenhuma outra igual ao Facebook por aí. É só o Facebook. Eles controlam isso", comentou certa vez Jobs, que avaliava a personalidade de Zuckerberg. "Só o conheço um pouco, mas o admiro por não vender, por querer fazer uma empresa. Admiro muito isso."
A admiração era recíproca. "Steve, obrigado por ser um mentor e um amigo. Obrigado por mostrar que o que você constrói pode mudar o mundo. Vou sentir saudades", declarou Zuckerberg após saber da morte do cofundador da Apple.
Para Jobs, que se sentia na obrigação de dar conselhos a outros empreendedores do Vale do Silício por tudo o que tinha alcançado, Zuckerberg representava um espírito que Microsoft e Google não entendem.
O cofundador da Apple criticou Bill Gates em sua biografia. Jobs achava que faltava imaginação a Gates e acusou-o de não ter inventado nada.
Mas suas maiores críticas foram para a Google. Jobs acusou a empresa de plagiar a tecnologia do iPhone para criar o sistema operacional Android, seu principal concorrente, que posteriormente o Google presenteou aos fabricantes de telefones com a ideia de ser o "Windows" do setor de dispositivos móveis.
"Nossa reivindicação diz: 'Google, vocês roubaram descaradamente o iPhone, nos roubaram violentamente'", declarou Jobs, segundo Isaacson.
O cofundador da Apple chegou a dizer: "Gastarei até minha última respiração se for necessário e cada centavo dos US$ 40 milhões que a Apple tem no banco para corrigir esta ofensa. Vou destruir o Android, porque é um produto roubado".
Jobs tinha sido mentor também de Larry Page e Sergey Brin, cofundadores da Google, e chegou a convidar o presidente da empresa, antes seu executivo-chefe, Eric Schmidt, para o conselho de administração da Apple.
Apesar de travar disputas ferrenhas com o Google, Jobs recebeu Page em janeiro a pedido dele --antes de Page suceder Schmidt como executivo-chefe do Google-- para dar sua opinião sobre como deveria dirigir a empresa.
"O principal que eu disse a ele foi que se concentrasse, que descobrisse o que o Google queria ser quando crescesse. 'Agora, o Google está por todas as partes. Quais são os produtos em que você quer se concentrar?' Eles estão se transformando na Microsoft. Fazem produtos adequados, mas adequado não é genial", explicou Jobs.
Banco e cliente trocam poesias em rede social
O cliente Mauro Junior resolveu inovar na hora de pedir um novo cartão ao banco em que é correntista.
Ele escreveu uma poesia no mural do Bradesco no Facebook, contando como perdeu o cartão e elogiando o banco.
Mas o que parecia uma brincadeira divertida de um usuário comum, acabou tendo uma resposta à altura.
O perfil do banco na rede social respondeu com outra poesia qual procedimento adotar depois do incidente.
Leia a íntegra das duas poesias:
De: Mauro Junior
Para: Bradesco
Banco Bradesco querido
Quisto por mim e os meus
Tens sua morada paulista
Bem na Cidade de Deus
Vejam que bela homenagem
O próprio Deus concebeu
Para a sua cidade
O vosso Banco escolheu
Eu até que me poria
Em alta colina à bradar
Peito banhado em verdade
Bradesco em primeiro lugar
Mas venho por outro motivo
O que findou meu sorrir
Para por fim ao martírio
Um favor vou lhes pedir
Plena falta de cuidado
Digna de um jabuti
Fazendo compras no mercado
O meu cartão eu perdi
Antes que eu passe fome
Faço a solicitação
Ao meu Banco preferido
PRECISO DE OUTRO CARTÃO!
Para: Mauro Junior
Mauro querido cliente
Pra você ter outro cartão
à sua agência deve ir pessoalmente
Mas não será por motivos fúteis
Você irá cadastrar uma nova senha
E seu cartão chegará em até 7 dias úteis
Agradecemos a sua compreensão
E sempre que precisar
Pode contar com a nossa colaboração
Ele escreveu uma poesia no mural do Bradesco no Facebook, contando como perdeu o cartão e elogiando o banco.
Mas o que parecia uma brincadeira divertida de um usuário comum, acabou tendo uma resposta à altura.
O perfil do banco na rede social respondeu com outra poesia qual procedimento adotar depois do incidente.
Leia a íntegra das duas poesias:
De: Mauro Junior
Para: Bradesco
Banco Bradesco querido
Quisto por mim e os meus
Tens sua morada paulista
Bem na Cidade de Deus
Vejam que bela homenagem
O próprio Deus concebeu
Para a sua cidade
O vosso Banco escolheu
Eu até que me poria
Em alta colina à bradar
Peito banhado em verdade
Bradesco em primeiro lugar
Mas venho por outro motivo
O que findou meu sorrir
Para por fim ao martírio
Um favor vou lhes pedir
Plena falta de cuidado
Digna de um jabuti
Fazendo compras no mercado
O meu cartão eu perdi
Antes que eu passe fome
Faço a solicitação
Ao meu Banco preferido
PRECISO DE OUTRO CARTÃO!
*
De: BradescoPara: Mauro Junior
Mauro querido cliente
Pra você ter outro cartão
à sua agência deve ir pessoalmente
Mas não será por motivos fúteis
Você irá cadastrar uma nova senha
E seu cartão chegará em até 7 dias úteis
Agradecemos a sua compreensão
E sempre que precisar
Pode contar com a nossa colaboração
Groupon processa ex-funcionários que foram para o Google
O Groupon processou dois ex-gerentes de vendas que conheciam informações
confidenciais da empresa de compras coletivas e foram para o site
concorrente do Google, segundo um documento judicial.
O caso, registrado em um tribunal de Illinois em 21 de outubro, cita os ex-funcionários do Groupon Brian Hanna e Michael Nolan, que deixaram a empresa em setembro para começar a trabalhar no Google Offers.
A ação judicial afirma que a contratação de Hanna e Nolan pelo Google resultaria na revelação de segredos comerciais para a concorrente.
As contratações violam o acordo de trabalho com o Groupon, que impedia os profissionais de trabalhar com um concorrente direto por 24 meses após a saída da empresa, disse o Groupon.
O Groupon busca uma ordem judicial para impedir que os ex-funcionários revelem informações confidenciais ao Google, o causaria prejuízos "irreparáveis".
No ano passado, o Groupon rejeitou uma oferta de compra de US$ 6 bilhões do Google. O Groupon planeja movimentar até US$ 540 milhões em uma oferta pública inicial de ações.
O Google e o Groupon não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto.
O caso, registrado em um tribunal de Illinois em 21 de outubro, cita os ex-funcionários do Groupon Brian Hanna e Michael Nolan, que deixaram a empresa em setembro para começar a trabalhar no Google Offers.
A ação judicial afirma que a contratação de Hanna e Nolan pelo Google resultaria na revelação de segredos comerciais para a concorrente.
As contratações violam o acordo de trabalho com o Groupon, que impedia os profissionais de trabalhar com um concorrente direto por 24 meses após a saída da empresa, disse o Groupon.
O Groupon busca uma ordem judicial para impedir que os ex-funcionários revelem informações confidenciais ao Google, o causaria prejuízos "irreparáveis".
No ano passado, o Groupon rejeitou uma oferta de compra de US$ 6 bilhões do Google. O Groupon planeja movimentar até US$ 540 milhões em uma oferta pública inicial de ações.
O Google e o Groupon não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto.
Quem tem tablet não desgruda dele e lê mais notícia, diz pesquisa
Nos EUA, 11% da população adulta já possui um tablet. Desses usuários,
77% utilizam o aparelho diariamente e 53% consomem notícias nele todos
os dias.
Os dados são de um estudo do Projeto para Excelência em Jornalismo do Centro de Pesquisa da Pew, em parceria com o grupo The Economist, divulgado nesta terça-feira (25).
De acordo com a pesquisa, proprietários de tablet passam, em média, 90 minutos por dia com ele.
A atividade mais comum é navegação na web (67%), seguida de e-mail (54%), redes sociais (39%), games (30%), livros (17%) e filmes e vídeos (13%), segundo o estudo.
O levantamento da Pew aponta ainda que 30% dos usuários de notícias em tablet hoje passam mais tempo consumindo conteúdo jornalístico do que antes de terem comprado o dispositivo.
"Se as pessoas vão pagar por conteúdo, no entanto, ainda parece ser um desafio, mesmo em tablets", diz a pesquisa. "Apenas 14% dos usuários de notícias em tablet pagaram diretamente por conteúdo jornalístico em seus aparelhos. Outros 23%, no entanto, têm uma assinatura de um jornal impresso ou de uma revista que inclui acesso digital."
Entre os consumidores de notícias em tablet, 40% afirmam obtê-las no navegador de web na maioria das vezes, ante 21% que preferem aplicativos e 31% que adotam as duas formas igualmente (8% não souberam responder).
Os dados são de um estudo do Projeto para Excelência em Jornalismo do Centro de Pesquisa da Pew, em parceria com o grupo The Economist, divulgado nesta terça-feira (25).
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| Usuário de iPad em Juqueí; pesquisa mostra que proprietários de tablet consomem mais notícia |
A atividade mais comum é navegação na web (67%), seguida de e-mail (54%), redes sociais (39%), games (30%), livros (17%) e filmes e vídeos (13%), segundo o estudo.
O levantamento da Pew aponta ainda que 30% dos usuários de notícias em tablet hoje passam mais tempo consumindo conteúdo jornalístico do que antes de terem comprado o dispositivo.
"Se as pessoas vão pagar por conteúdo, no entanto, ainda parece ser um desafio, mesmo em tablets", diz a pesquisa. "Apenas 14% dos usuários de notícias em tablet pagaram diretamente por conteúdo jornalístico em seus aparelhos. Outros 23%, no entanto, têm uma assinatura de um jornal impresso ou de uma revista que inclui acesso digital."
Entre os consumidores de notícias em tablet, 40% afirmam obtê-las no navegador de web na maioria das vezes, ante 21% que preferem aplicativos e 31% que adotam as duas formas igualmente (8% não souberam responder).
Rockstar anuncia oficialmente GTA 5; trailer sai em novembro
Em anúncio silencioso, A Rockstar confirmou mais um jogo da popular série GTA na página oficial da empresa.
O game é polêmico: nele o jogador controla sempre um criminoso, que
realiza diversas tarefas ilegais na cidade como espancar pessoas, roubar
carros e explodir restaurantes, para ganhar respeito e status no
submundo do crime.
Ao acessar o site, o internauta dá de cara com o logotipo do GTA 5 e uma data para lançamento do trailer do game: 2 de novembro.
Desde o lançamento do primeiro jogo da série foi em 1997, ainda em 2D, foram mais de 114 milhões de cópias vendidas. Apenas o GTA 4, lançado em 2008, foi responsável por 22 milhões de cópias.
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| Site da Rockstar, que mostra logotipo e data de lançamento do trailer do GTA 5 |
Desde o lançamento do primeiro jogo da série foi em 1997, ainda em 2D, foram mais de 114 milhões de cópias vendidas. Apenas o GTA 4, lançado em 2008, foi responsável por 22 milhões de cópias.
Lexmark tem lucro abaixo do esperado no terceiro trimestre
A fabricante de impressoras Lexmark teve lucro trimestral abaixo do
esperado, afetada pela queda nas vendas de impressoras de baixo custo, e
prevê queda na receita do quarto trimestre.
A empresa, que viu suas ações caírem 6% no começo do pregão desta terça-feira, prevê um lucro ajustado de US$ 1,15 a US$ 1,25 por ação, e queda na receita de 4% a 6%.
Frente à receita do último trimestre de 2010, de US$ 1,10 bilhão, essa queda resultaria em receita de US$ 1,04 bilhão a US$ 1,06 bilhão.
Analistas, em média, esperavam lucro de US$ 1,13 por ação quarto trimestre sobre uma receita de US$ 1,03 bilhão, segundo dados da Thomson Reuters I/B/E/S.
A Lexmark tem se focado em vender impressoras a laser, mais caras, para clientes corporativos e assim compensar a queda nas vendas de impressoras a jatos de tinta.
No terceiro trimestre, a companhia teve lucro líquido de US$ 67 milhões, ou US$ 0,86 por ação, contra US$ 72 milhões, ou US$ 0,90 por ação, um ano antes.
Excluindo itens extraordinários, a companhia ganhou US$ 0,95 por ação.
A receita para o trimestre subiu para US$ 1,03 bilhão, de US$ 1,02 bilhão na comparação com o mesmo período de 2010.
Analistas, em média, esperavam lucro no terceiro trimestre de US$ 1,03 por ação em uma receita de US$ 1 bilhão.
A empresa, que viu suas ações caírem 6% no começo do pregão desta terça-feira, prevê um lucro ajustado de US$ 1,15 a US$ 1,25 por ação, e queda na receita de 4% a 6%.
Frente à receita do último trimestre de 2010, de US$ 1,10 bilhão, essa queda resultaria em receita de US$ 1,04 bilhão a US$ 1,06 bilhão.
Analistas, em média, esperavam lucro de US$ 1,13 por ação quarto trimestre sobre uma receita de US$ 1,03 bilhão, segundo dados da Thomson Reuters I/B/E/S.
A Lexmark tem se focado em vender impressoras a laser, mais caras, para clientes corporativos e assim compensar a queda nas vendas de impressoras a jatos de tinta.
No terceiro trimestre, a companhia teve lucro líquido de US$ 67 milhões, ou US$ 0,86 por ação, contra US$ 72 milhões, ou US$ 0,90 por ação, um ano antes.
Excluindo itens extraordinários, a companhia ganhou US$ 0,95 por ação.
A receita para o trimestre subiu para US$ 1,03 bilhão, de US$ 1,02 bilhão na comparação com o mesmo período de 2010.
Analistas, em média, esperavam lucro no terceiro trimestre de US$ 1,03 por ação em uma receita de US$ 1 bilhão.
Ganhador do Oscar é cotado para escrever filme de Steve Jobs
Aaron Sorkin, o roteirista ganhador do Oscar pelo filme "A Rede Social",
que conta a história do Facebook e seu criador, Mark Zuckerberg, foi
sondado para escrever o filme baseado na vida de Steve Jobs. As
informações são do "LA Times". O roteirista também venceu o Globo de
Ouro na mesma categoria.
A Sony Pictures toca a cinebiografia depois de comprar os direitos sobre a biografia de Jobs para o cinema, escrita por Walter Isaacson. Mark Gordon, conhecido por produzir "O Resgate do Soldado Ryan", deve ser o produtor do filme sobre a vida do cofundador da Apple.
Sorkin conhecia Jobs --o cofundador da Apple tentou convencer algumas
vezes o roteirista a escrever um filme para a Pixar, algo que nunca se
concretizou. "Eu acho que não consigo fazer objetos inanimados falarem"
foi a desculpa de Sorkin.
A biografia de Jobs foi lançada mundialmente no dia 24, inclusive no Brasil, publicado pela Companhia das Letras, com tradução de Pedro Maia Soares. A editora diz que a tiragem no país foi de 100 mil exemplares.
Ex-presidente da CNN e ex-editor da revista "Time", Isaacson já escreveu biografias de personalidades como Albert Einstein, Benjamin Franklin e Henry Kissinger.
Sony e um representante de Sorkin não quiseram comentar sobre o potencial envolvimento do roteirista no projeto.
A Sony Pictures toca a cinebiografia depois de comprar os direitos sobre a biografia de Jobs para o cinema, escrita por Walter Isaacson. Mark Gordon, conhecido por produzir "O Resgate do Soldado Ryan", deve ser o produtor do filme sobre a vida do cofundador da Apple.
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| Aaron Sorkin ao vencer o Globo de Ouro pelo roteiro do filme "A Rede Social" |
A biografia de Jobs foi lançada mundialmente no dia 24, inclusive no Brasil, publicado pela Companhia das Letras, com tradução de Pedro Maia Soares. A editora diz que a tiragem no país foi de 100 mil exemplares.
Ex-presidente da CNN e ex-editor da revista "Time", Isaacson já escreveu biografias de personalidades como Albert Einstein, Benjamin Franklin e Henry Kissinger.
Sony e um representante de Sorkin não quiseram comentar sobre o potencial envolvimento do roteirista no projeto.
Engenheiro do iTunes agora prepara TV da Apple
Jeff Robin, o engenheiro de software que ajudou a construir o iTunes e o
iPod, está agora envolvido no desenvolvimento de um aparelho de TV, de
acordo com a "Bloomberg".
Segundo a recém-lançada biografia de Steve Jobs, Robbin foi um dos funcionários da Apple que ajudou a convencer Jobs sobre a liberação do iTunes para que o programa pudesse ser executado também em PCs com Windows, além dos Macs, ampliando em milhões a base de usuários.
Antes de sua morte no dia 5 de outubro, Jobs disse ao seu biógrafo
Walter Isaacson que ele tinha finalmente encontrado uma forma de
construir uma TV com uma interface simples, que pode sincronizar todo o
conteúdo com outros dispositivos da Apple.
Segundo o analista Gene Munster, da empresa Piper Jaffray Cos, a Apple tem sim um protótipo de TV e pode lançar o produto no final do próximo ano ou em 2013. Munster disse que a companhia também está investindo em instalações de fabricação e garantindo o suprimento de telas de LCD.
O Siri, assistente virtual que responde a comandos de voz, presente no iPhone 4S, também pode ser usado na TV da empresa. O software seria particularmente útil na busca por conteúdo como vídeos e filmes. O serviço iCloud, de armazenamento de arquivos na nuvem, também poderá ser usado no futuro produto.
A Apple se recusou a comentar as informações.
Até agora, os esforços da empresa no setor têm sido limitados à Apple TV, uma pequena caixa que se conecta à televisão e possibilida que os usuários acessem ao conteúdo do iTunes, do serviço Netflix e do YouTube. Jobs chamou de "hobby", da Apple em vez de algo projetado entrar no mercado e fazer dinheiro.
Segundo a recém-lançada biografia de Steve Jobs, Robbin foi um dos funcionários da Apple que ajudou a convencer Jobs sobre a liberação do iTunes para que o programa pudesse ser executado também em PCs com Windows, além dos Macs, ampliando em milhões a base de usuários.
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| Concepção artística de como seria a TV da Apple |
Segundo o analista Gene Munster, da empresa Piper Jaffray Cos, a Apple tem sim um protótipo de TV e pode lançar o produto no final do próximo ano ou em 2013. Munster disse que a companhia também está investindo em instalações de fabricação e garantindo o suprimento de telas de LCD.
O Siri, assistente virtual que responde a comandos de voz, presente no iPhone 4S, também pode ser usado na TV da empresa. O software seria particularmente útil na busca por conteúdo como vídeos e filmes. O serviço iCloud, de armazenamento de arquivos na nuvem, também poderá ser usado no futuro produto.
A Apple se recusou a comentar as informações.
Até agora, os esforços da empresa no setor têm sido limitados à Apple TV, uma pequena caixa que se conecta à televisão e possibilida que os usuários acessem ao conteúdo do iTunes, do serviço Netflix e do YouTube. Jobs chamou de "hobby", da Apple em vez de algo projetado entrar no mercado e fazer dinheiro.
Microsoft aumentará presença na Europa via Nokia
A Microsoft dobrará a participação no mercado de smartphones da Europa
Ocidental para 12,3% em 2012, ajudado por sua nova parceria com a
finlandesa Nokia, a empresa de consultoria Strategy Analytics disse
nesta terça-feira (25).
A Nokia deve lançar seu primeiro smartphone com a plataforma Windows Phone na quarta-feira, em seu evento anual em Londres.
A Nokia decidiu aposentar a defasada plataforma Symbian e adotar o
software da Microsoft em fevereiro de 2011, em um negócio de riscos que
assustou os investidores.
O valor de mercado da Nokia desde então caiu pela metade, pois os investidores não têm certeza se a companhia poderá recuperar algum dia a fatia de mercado que perdeu.
A previsão de 12,3% para o segmento de software da Microsoft refere-se à adoção por vários fabricantes de celulares e se compara com a fatia de mercado muito maior que a plataforma Symbian tinha sozinha (41% do mercado da Europa Ocidental, muito recentemente, no primeiro semestre de 2010).
A Strategy Analytics disse que prevê que as vendas de smartphones da Europa Ocidental chegará a 117 milhões de unidades em 2012, crescendo 12% a partir deste ano, com o Windows Phone sendo a grande plataforma de maior crescimento.
"Devido ao crescente apoio dos principais fornecedores de hardware, especialmente a Nokia, a Microsoft está em uma boa posição para se tornar a terceira maior plataforma de smartphones da Europa Ocidental, atrás do Android e Apple iOS no próximo ano", disse o analista Neil Mawston em comunicado.
O pesquisador prevê que o Android, do Google, tenha 44% do mercado no próximo ano, e o iOS da Apple, 23%.
A Nokia deve lançar seu primeiro smartphone com a plataforma Windows Phone na quarta-feira, em seu evento anual em Londres.
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| Stephen Elop, executivo-chefe da Nokia, e Steve Ballmer, executivo-chefe da Microsoft, durante encontro este ano |
O valor de mercado da Nokia desde então caiu pela metade, pois os investidores não têm certeza se a companhia poderá recuperar algum dia a fatia de mercado que perdeu.
A previsão de 12,3% para o segmento de software da Microsoft refere-se à adoção por vários fabricantes de celulares e se compara com a fatia de mercado muito maior que a plataforma Symbian tinha sozinha (41% do mercado da Europa Ocidental, muito recentemente, no primeiro semestre de 2010).
A Strategy Analytics disse que prevê que as vendas de smartphones da Europa Ocidental chegará a 117 milhões de unidades em 2012, crescendo 12% a partir deste ano, com o Windows Phone sendo a grande plataforma de maior crescimento.
"Devido ao crescente apoio dos principais fornecedores de hardware, especialmente a Nokia, a Microsoft está em uma boa posição para se tornar a terceira maior plataforma de smartphones da Europa Ocidental, atrás do Android e Apple iOS no próximo ano", disse o analista Neil Mawston em comunicado.
O pesquisador prevê que o Android, do Google, tenha 44% do mercado no próximo ano, e o iOS da Apple, 23%.
Intel quer esforço da indústria por menores preços de ultrabooks
A Intel está confortável com os preços dos chips no momento, e trabalha
com seus fornecedores e os fabricantes para reduzir o custo de seus
novos laptops ultrafinos, conhecidos como ultrabooks, que considera
vitais para reanimar o segmento de computadores tradicionais diante do
desafio dos tablets.
A companhia estima que os ultrabooks, equipados com processadores Intel e parecidos com o MacBook Air, da Apple, devam responder por 40% do mercado de computadores pessoais até o final do ano que vem.
"É uma meta desafiadora. E para que ela seja atingida é preciso que o
preço caia" disse Navin Shenoy, vice-presidente de vendas e marketing da
Intel na região Ásia-Pacífico, em entrevista à Reuters nesta
terça-feira (25).
Analistas afirmam que o preço dos ultrabooks precisa cair ao patamar de US$ 699 que os notebooks mantêm no momento. O mais recente modelo da Acer está sendo vendido por US$ 899.
"Chegará o momento em que teremos de atingir esse preço, mas não precisa acontecer do dia para a noite. Reduzir os custos de um produto requer tempo," disse Shenoy, em referência ao preço de US$ 699.
E o esforço precisa ser colaborativo, acrescentou ele.
"É preciso que mais trabalho aconteça em toda a cadeia. Mesmo que distribuamos chips de graça, não seria possível atingir esse preço sem a colaboração do restante do setor."
Ele acrescentou que os ultrabooks estão protegidos contra a ameaça de uma escassez de componentes no setor em função das inundações tailandesas, que paralisaram metade da produção mundial de discos rígidos, porque os ultrabooks empregam drives SSD e não discos rígidos.
Ele disse ainda que as enchentes não devem afetar a Intel de maneira direta, mas a empresa continuará a observar a situação com cuidado. A Intel afirmou na semana passada que não previa impacto direto das inundações sobre seus negócios, e que os estoques ajudariam a mitigar qualquer choque.
A provável escassez desses componentes-chave, já que as inundações ameaçam até 30% da produção mundial de discos rígidos, pode significar vendas fracas no primeiro trimestre.
Na semana passada, a Intel projetou receita trimestral superior às expectativas de Wall Street, afirmando que países em desenvolvimento como a China estão alimentando a expansão e compensando o menor crescimento nos Estados Unidos e Europa.
A companhia estima que os ultrabooks, equipados com processadores Intel e parecidos com o MacBook Air, da Apple, devam responder por 40% do mercado de computadores pessoais até o final do ano que vem.
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| Ultrabooks são equipados com processadores Intel e parecidos com o MacBook Air, da Apple |
Analistas afirmam que o preço dos ultrabooks precisa cair ao patamar de US$ 699 que os notebooks mantêm no momento. O mais recente modelo da Acer está sendo vendido por US$ 899.
"Chegará o momento em que teremos de atingir esse preço, mas não precisa acontecer do dia para a noite. Reduzir os custos de um produto requer tempo," disse Shenoy, em referência ao preço de US$ 699.
E o esforço precisa ser colaborativo, acrescentou ele.
"É preciso que mais trabalho aconteça em toda a cadeia. Mesmo que distribuamos chips de graça, não seria possível atingir esse preço sem a colaboração do restante do setor."
Ele acrescentou que os ultrabooks estão protegidos contra a ameaça de uma escassez de componentes no setor em função das inundações tailandesas, que paralisaram metade da produção mundial de discos rígidos, porque os ultrabooks empregam drives SSD e não discos rígidos.
Ele disse ainda que as enchentes não devem afetar a Intel de maneira direta, mas a empresa continuará a observar a situação com cuidado. A Intel afirmou na semana passada que não previa impacto direto das inundações sobre seus negócios, e que os estoques ajudariam a mitigar qualquer choque.
A provável escassez desses componentes-chave, já que as inundações ameaçam até 30% da produção mundial de discos rígidos, pode significar vendas fracas no primeiro trimestre.
Na semana passada, a Intel projetou receita trimestral superior às expectativas de Wall Street, afirmando que países em desenvolvimento como a China estão alimentando a expansão e compensando o menor crescimento nos Estados Unidos e Europa.
Biografia revela Steve Jobs rebelde, atrevido e tenaz
Imagine um cara tão inteligente e tecnológico adiar a cirurgia do câncer
em favor de tratamentos alternativos porque não queria ter seu corpo
aberto.
Este era Steve Jobs: filho adotado, criança-problema e talento criativo, que não terminou nenhuma faculdade, amava eletrônicos, fazia molecagens como grampear todos os cômodos da casa da família para ouvir num headphone ou coisas encantadoras como criar shows de laser acoplados às caixas de som nas festas juvenis, mas não sabia escrever programas de computador.
Entretanto, ele criou com um amigo mais velho e engenheiro genial chamado Stephen Wozniac o que veio a ser a empresa mais valiosa do mundo. E mudou profundamente a maneira como as pessoas lidam com computadores e com entretenimento.
A biografia "Steve Jobs", lançada ontem, é um livro de encomenda, escrito por um biógrafo que hesitou em aceitar o pedido do biografado.
Walter Isaacson hesitou pelos altos e baixos da carreira de Jobs, mas aceitou a incumbência com a promessa de que o fundador da Apple não leria nem censuraria o livro antes de sair. Exceto a capa, que Jobs pediu para ver, não gostou e devolveu com contraproposta.
Genioso, tenaz, vaidoso e às vezes rude, controlava de perto a criação dos produtos, o marketing, a publicidade e o departamento financeiro. Dizia que produtos quase bons não eram bons. Que queria apenas produtos insanamente bons.
O livro foi feito com base em cerca de 40 conversas recentes entre os dois, além de mais de cem entrevistas com familiares, amigos, adversários, concorrentes e colegas.
Sabemos então detalhes como os problemas que causava na escola primária, a forma como uma professora soube seduzi-lo a estudar, subornando-o com pirulitos e dólares em troca de exercícios extras de matemática.
Depois recomendaram que pulasse dois anos à frente, mas o pai só aceitou que pulasse um.
Transferido de escola, conviveu com gangues e sofreu bullying, ajudou a pôr explosivo na sala de aula e outras desgraças que, lá pelas tantas, o fez implorar ao pai que o mudasse de novo.
O pai, mecânico, a quem admirava profundamente, deu um jeito, pois o achava realmente especial.
Deixou de frequentar a igreja luterana com a família aos 13, quando viu crianças famintas na capa da revista "Life" e confrontou o pastor, perguntando se Deus estava ciente daquilo. O pastor respondeu que sim.
Aos 15, tinha um carro e começou a fumar maconha. Depois fez viagens com LSD e foi à Índia, namorou Joan Baez, que, por sua vez, tinha namorado seu ídolo Bob Dylan. Tudo no contexto da contracultura embebida de silício.
Nunca quis contato com seu pai biológico, de origem síria, um homem estudado e bem-sucedido que chegou a se gabar de gerenciar um restaurante frequentado pelas melhores cabeças do Vale do Silício. "Até por Steve Jobs", disse uma vez sem saber que falava de seu próprio filho biológico, a quem nunca procurou e a quem sobreviveu.
Briguento, Jobs ameaçou recentemente gastar todo o caixa da Apple, se preciso fosse, para destruir o Android, sistema operacional do Google que imita o da Apple. Mas ele mesmo tirou a ideia do mouse numa visita à Xerox.
Alguém que ele admirava era Mark Zuckerberg, pois, se todos falam em rede social, para Jobs só há realmente uma: o Facebook. E Mark até hoje não vendeu a empresa.
Sobre a morte, comentou: "Às vezes acho que é como um botão liga-desliga. Se muda para desligar, você se vai".
Steve Jobs
AUTOR Walter Isaacson
Editora Companhia das Letras
Quanto R$ 49,90 (624 págs.)
Tradução Berilo Vargas, Denise Bottmann e Pedro Maia Soares
Avaliação Bom
Este era Steve Jobs: filho adotado, criança-problema e talento criativo, que não terminou nenhuma faculdade, amava eletrônicos, fazia molecagens como grampear todos os cômodos da casa da família para ouvir num headphone ou coisas encantadoras como criar shows de laser acoplados às caixas de som nas festas juvenis, mas não sabia escrever programas de computador.
Entretanto, ele criou com um amigo mais velho e engenheiro genial chamado Stephen Wozniac o que veio a ser a empresa mais valiosa do mundo. E mudou profundamente a maneira como as pessoas lidam com computadores e com entretenimento.
A biografia "Steve Jobs", lançada ontem, é um livro de encomenda, escrito por um biógrafo que hesitou em aceitar o pedido do biografado.
Walter Isaacson hesitou pelos altos e baixos da carreira de Jobs, mas aceitou a incumbência com a promessa de que o fundador da Apple não leria nem censuraria o livro antes de sair. Exceto a capa, que Jobs pediu para ver, não gostou e devolveu com contraproposta.
Genioso, tenaz, vaidoso e às vezes rude, controlava de perto a criação dos produtos, o marketing, a publicidade e o departamento financeiro. Dizia que produtos quase bons não eram bons. Que queria apenas produtos insanamente bons.
O livro foi feito com base em cerca de 40 conversas recentes entre os dois, além de mais de cem entrevistas com familiares, amigos, adversários, concorrentes e colegas.
Sabemos então detalhes como os problemas que causava na escola primária, a forma como uma professora soube seduzi-lo a estudar, subornando-o com pirulitos e dólares em troca de exercícios extras de matemática.
Depois recomendaram que pulasse dois anos à frente, mas o pai só aceitou que pulasse um.
Transferido de escola, conviveu com gangues e sofreu bullying, ajudou a pôr explosivo na sala de aula e outras desgraças que, lá pelas tantas, o fez implorar ao pai que o mudasse de novo.
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| Exemplares de "Steve Jobs", biografia lançada mundialmente nesta semana, na Livraria da Vila, em São Paulo |
Deixou de frequentar a igreja luterana com a família aos 13, quando viu crianças famintas na capa da revista "Life" e confrontou o pastor, perguntando se Deus estava ciente daquilo. O pastor respondeu que sim.
Aos 15, tinha um carro e começou a fumar maconha. Depois fez viagens com LSD e foi à Índia, namorou Joan Baez, que, por sua vez, tinha namorado seu ídolo Bob Dylan. Tudo no contexto da contracultura embebida de silício.
Nunca quis contato com seu pai biológico, de origem síria, um homem estudado e bem-sucedido que chegou a se gabar de gerenciar um restaurante frequentado pelas melhores cabeças do Vale do Silício. "Até por Steve Jobs", disse uma vez sem saber que falava de seu próprio filho biológico, a quem nunca procurou e a quem sobreviveu.
Briguento, Jobs ameaçou recentemente gastar todo o caixa da Apple, se preciso fosse, para destruir o Android, sistema operacional do Google que imita o da Apple. Mas ele mesmo tirou a ideia do mouse numa visita à Xerox.
Alguém que ele admirava era Mark Zuckerberg, pois, se todos falam em rede social, para Jobs só há realmente uma: o Facebook. E Mark até hoje não vendeu a empresa.
Sobre a morte, comentou: "Às vezes acho que é como um botão liga-desliga. Se muda para desligar, você se vai".
Steve Jobs
AUTOR Walter Isaacson
Editora Companhia das Letras
Quanto R$ 49,90 (624 págs.)
Tradução Berilo Vargas, Denise Bottmann e Pedro Maia Soares
Avaliação Bom
Novo app promete reduzir estresse acalmando a respiração
Quer reduzir o seu estresse e melhorar a sua capacidade de concentração
mental? Um novo aplicativo que busca diminuir a velocidade da respiração
pode ajudar.
Chamado MyCalmBeat, o aplicativo demanda o uso de um monitor de batimento cardíaco que, vinculado à orelha da pessoa, detecta a frequência ideal de respiração, que é única para cada pessoa.
Nesse nível de respiração, diz a empresa, o usuário pode aumentar a
variabilidade de sua frequência cardíaca para reduzir seus níveis de
estresse. O aplicativo promove um treinamento para que o usuário saiba
como fazer isso.
Quando uma pessoa está estressada, sua frequência cardíaca se torna consistente, com variabilidade menor. Quando está relaxada, a variabilidade aumenta, ficando mais devagar enquanto ela expira, e acelerando quando ela inspira.
O aplicativo tem versões para iPhone, Android e BlackBerry.
Chamado MyCalmBeat, o aplicativo demanda o uso de um monitor de batimento cardíaco que, vinculado à orelha da pessoa, detecta a frequência ideal de respiração, que é única para cada pessoa.
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| Tela do aplicativo MyCalmBeat |
Quando uma pessoa está estressada, sua frequência cardíaca se torna consistente, com variabilidade menor. Quando está relaxada, a variabilidade aumenta, ficando mais devagar enquanto ela expira, e acelerando quando ela inspira.
O aplicativo tem versões para iPhone, Android e BlackBerry.
Pela primeira vez, fabricantes entregam mais tablets que netbooks
No segundo trimestre deste ano, o volume de tablets entregue pelos
fabricantes para venda em todo o mundo ultrapassou, pela primeira vez, o
de netbooks, segundo pesquisa da consultoria ABI Research. Foram 13,6
milhões de tablets contra 7,3 milhões de netbooks.
No primeiro trimestre, os netbooks ficaram à frente dos tablets: 8,4 milhões de unidades contra 6,4 milhões de tablets.
"Essa é uma tendência que não acreditamos que será revertida", escreveu
Jeff Orr, analista da ABI, em comunicado. "Como os dispositivos ocupam
categorias diferentes, isso não representa um comportamento de
substituição, mas uma mudança de liderança para o tipo de dispositivo
mais interessante." Impulsionando o consumo dos tablets está o iPad 2,
da Apple, com 68% do mercado.
"Os tablets são percebidos como sendo de uso mais fácil, comparado à interface com teclado e mouse dos netbooks. Aqueles que dispensaram o PC por ele ser mais difícil de ser usado veem os tablets como uma oportunidade para acessar a internet. O custo, no entanto, não é uma razão para o consumidor comprar um tablet, já que o preço médio de um aparelho é de US$ 600, e um netbook custa metade disso", escreveu Orr.
A estimativa da ABI é de que 32 milhões de netbooks sejam entregues pelos fabricantes neste ano, contra 60 milhões de tablets. Os netbooks ainda têm demanda em países com baixa penetração de PCs e de internet em banda larga. Os tablets atenderão mercados como a Europa Ocidental, os EUA, o Japão e a Coreia do Sul.
No primeiro trimestre, os netbooks ficaram à frente dos tablets: 8,4 milhões de unidades contra 6,4 milhões de tablets.
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| Membro da equipe de natação do Canadá no Pan-Americano de Guadalajara usa iPad, tablet líder de mercado |
"Os tablets são percebidos como sendo de uso mais fácil, comparado à interface com teclado e mouse dos netbooks. Aqueles que dispensaram o PC por ele ser mais difícil de ser usado veem os tablets como uma oportunidade para acessar a internet. O custo, no entanto, não é uma razão para o consumidor comprar um tablet, já que o preço médio de um aparelho é de US$ 600, e um netbook custa metade disso", escreveu Orr.
A estimativa da ABI é de que 32 milhões de netbooks sejam entregues pelos fabricantes neste ano, contra 60 milhões de tablets. Os netbooks ainda têm demanda em países com baixa penetração de PCs e de internet em banda larga. Os tablets atenderão mercados como a Europa Ocidental, os EUA, o Japão e a Coreia do Sul.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Morre John McCarthy, criador do termo 'inteligência artificial'
O matemático e cientista de computação norte-americano John McCarthy,
criador da linguagem de programação Lisp e do termo "inteligência
artificial", morreu nesta segunda-feira, segundo informações do site
Tech Crunch.
McCarthy estudou matemática com John Nash, em Princeton, e realizou a
primeira partida de xadrez "computadorizada" entre cientistas dos EUA e
da ex-União Soviética. Ele transmitiu os movimentos por telégrafo.
McCarthy cunhou o termo "inteligência artificial" nos anos 50. Antes de se juntar ao Sail (Stanford Artificial Intelligence Laboratory), ele desenvolveu a linguagem de programação LISP para inteligência artificial e inventou a abordagem de compartilhamento de tempo para computadores.
O cientista nasceu em 1927, em Boston. Ele recebeu um Ph.D. de Princeton em 1951 e ganhou o Prêmio Turing da ACM (Association for Computing Machinery), em 1972, além da Medalha Nacional de Ciência dos EUA em 1991.
O site não deu detalhes sobre a morte.
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| O matemático e cientista da computação John McCarthy, pai do termo "inteligência artificial" |
McCarthy cunhou o termo "inteligência artificial" nos anos 50. Antes de se juntar ao Sail (Stanford Artificial Intelligence Laboratory), ele desenvolveu a linguagem de programação LISP para inteligência artificial e inventou a abordagem de compartilhamento de tempo para computadores.
O cientista nasceu em 1927, em Boston. Ele recebeu um Ph.D. de Princeton em 1951 e ganhou o Prêmio Turing da ACM (Association for Computing Machinery), em 1972, além da Medalha Nacional de Ciência dos EUA em 1991.
O site não deu detalhes sobre a morte.
Google integrará serviço de música à sua rede social, diz jornal
O Google vai lançar dentro de duas semanas uma loja de download de músicas, segundo fontes do "Wall Street Journal" próximas ao assunto.
O serviço está sendo chamado de Google Music (o Google já tem um serviço on-line de música chamado Music Beta, que não funciona no Brasil). A loja deve ter forte integração com o Google+, a rede social da empresa.
Segundo o "WSJ", os usuários poderiam recomendar músicas de sua biblioteca para contatos do Google+. Os contatos, por sua vez, poderiam escutar essas músicas uma vez de graça.
O download de cada faixa em MP3, diz o "WSJ", custaria em torno de US$ 0,99.
O serviço está sendo chamado de Google Music (o Google já tem um serviço on-line de música chamado Music Beta, que não funciona no Brasil). A loja deve ter forte integração com o Google+, a rede social da empresa.
Segundo o "WSJ", os usuários poderiam recomendar músicas de sua biblioteca para contatos do Google+. Os contatos, por sua vez, poderiam escutar essas músicas uma vez de graça.
O download de cada faixa em MP3, diz o "WSJ", custaria em torno de US$ 0,99.
Em biografia, Jobs diz que Bill Gates não tem imaginação
Steve Jobs chamou o rival de longa data Bill Gates, cofundador da
Microsoft, de "sem imaginação" e afirmou que ele não é uma pessoa ligada
a produtos, de acordo com a biografia do líder da Apple lançada nesta segunda-feira (24).
"Bill é basicamente sem imaginação e nunca inventou nada, e é por isso que eu acho que ele está mais confortável agora fazendo filantropia do que trabalhando com tecnologia", disse Jobs ao autor Walter Isaacson. "Ele apenas roubou descaradamente ideias de outras pessoas."
"Ele seria um cara mais aberto se tivesse tomado ácido alguma vez na vida ou ido para um ashram (comunidade espiritual) quando era mais jovem", acrescentou Jobs.
A biografia "Steve Jobs",
de Walter Isaacson, chegou às livrarias nesta segunda-feira, mas foi
liberada mais cedo que o esperado na loja on-line da Apple de livros, a
iBooks, e para o Kindle, da Amazon, na noite de domingo.
Gates, por sua vez, tinha uma leve inveja do efeito hipnotizante de Jobs sobre as pessoas, mas classificou o ícone da tecnologia de "estranhamente falho como ser humano".
Mas Gates, apesar de suas diferenças com Jobs, gostava de suas frequentes visitas ao escritório da Apple em Cupertino, especialmente quando podia observar a interação de Jobs com seus funcionários, de acordo com a biografia.
"Steve estava proclamando como o Mac iria mudar o mundo e sobrecarregando as pessoas de trabalho como um louco com tensões incríveis e complexas relações pessoais", disse Gates.
A biografia de Isaacson revela que Jobs demorou nove meses para aceitar uma cirurgia que poderia salvar sua vida quando teve um primeiro câncer diagnosticado, que ele sofria bullying na escola, que tentou diversas dietas excêntricas na adolescência e que ocasionalmente exibia comportamento excêntrico, como encarar as pessoas fixamente sem piscar os olhos.
"Bill é basicamente sem imaginação e nunca inventou nada, e é por isso que eu acho que ele está mais confortável agora fazendo filantropia do que trabalhando com tecnologia", disse Jobs ao autor Walter Isaacson. "Ele apenas roubou descaradamente ideias de outras pessoas."
"Ele seria um cara mais aberto se tivesse tomado ácido alguma vez na vida ou ido para um ashram (comunidade espiritual) quando era mais jovem", acrescentou Jobs.
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| Steve Jobs e Bill Gates durante conferência na Califórnia, em 2007, em que ambos comentaram suas carreiras |
Gates, por sua vez, tinha uma leve inveja do efeito hipnotizante de Jobs sobre as pessoas, mas classificou o ícone da tecnologia de "estranhamente falho como ser humano".
Mas Gates, apesar de suas diferenças com Jobs, gostava de suas frequentes visitas ao escritório da Apple em Cupertino, especialmente quando podia observar a interação de Jobs com seus funcionários, de acordo com a biografia.
"Steve estava proclamando como o Mac iria mudar o mundo e sobrecarregando as pessoas de trabalho como um louco com tensões incríveis e complexas relações pessoais", disse Gates.
A biografia de Isaacson revela que Jobs demorou nove meses para aceitar uma cirurgia que poderia salvar sua vida quando teve um primeiro câncer diagnosticado, que ele sofria bullying na escola, que tentou diversas dietas excêntricas na adolescência e que ocasionalmente exibia comportamento excêntrico, como encarar as pessoas fixamente sem piscar os olhos.
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