O Google anunciou o "people widget", um novo recurso para o Gmail. Ele será disponibilizado aos usuários durante as próximas duas semanas.
Segundo o anúncio no blog oficial do Gmail, o widget é exibido à direita dos e-mails e mostra informações de conhecidos "que já estão disponíveis para você, mas que podem ser difíceis de achar".
Ao lado de cada mensagem, o widget exibe conteúdo relacionado às pessoas envolvidas na "conversa" -por exemplo, links para os últimos e-mails, documentos e eventos compartilhados. Ele ainda fornece acesso rápido a chats individuais e coletivos, entre outras funções.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Conselho da Microsoft apoia presidente contra investidor
O conselho de administração da Microsoft expressou apoio ao presidente-executivo Steve Ballmer, defendendo o veterano líder da companhia depois que o influente administrador de fundos de hedge David Einhorn deu início a um debate ao pedir sua demissão.
O administrador de fundos, que ganhou fama ao alertar sobre a saúde financeira do Lehman Brothers antes do colapso do banco de investimentos, acusou Ballmer na quarta-feira de estar preso ao passado, lançando o mais vigoroso ataque já empreendido por um investidor importante contra a liderança da companhia.
Os comentários de Einhorn, que ecoam opiniões particulares expressas há anos por alguns investidores, causaram agito em Wall Street e ajudaram as ações da Microsoft a subir 2% na quinta-feira, para US$ 24,67.
"Sua presença continuada é a maior influência negativa sobre as ações da Microsoft", disse Einhorn a colegas administradores de fundos durante a Ira Sohn Investment Research Conference, um evento anual em Nova York.
O conselho da Microsoft, formado por nove pessoas entre as quais o presidente e cofundador Bill Gates, apoia Ballmer, informou à Reuters uma fonte próxima aos seus integrantes. A Microsoft mesma não comentou.
Gates, que co-fundou a companhia de software em 1975 e continua a ser o seu maior acionista, com 6,6% do capital, é em geral visto como a pessoa que teria de tomar a decisão, no que tange a uma troca de comando.
"Bill Gates é um capitalista impiedoso. Se quisesse, empurraria Ballmer para fora por conta própria", disse um administrador de fundos em um dos maiores acionistas da Microsoft, que pediu que seu nome não fosse revelado.
Gates, que dedica a maior parte do seu tempo à fundação filantrópica que criou, não ofereceu indicações de que esteja considerando uma mudança. Um representante do empresário se recusou a comentar o assunto.
Outros investidores admitiram que as ações da Microsoft vêm sofrendo sob o comando de Ballmer, mas não chegaram a pedir sua saída.
"Minha interpretação foi a de que o conselho apoia Steve firmemente, e que ele só sairia se assim quisesse", disse Eric Jackson, do fundo de hedge Ironfire Capital, que vendeu sua posição na Microsoft no final de 2010, decepcionado por a empresa não ter elevado seu dividendo.
O administrador de fundos, que ganhou fama ao alertar sobre a saúde financeira do Lehman Brothers antes do colapso do banco de investimentos, acusou Ballmer na quarta-feira de estar preso ao passado, lançando o mais vigoroso ataque já empreendido por um investidor importante contra a liderança da companhia.
Os comentários de Einhorn, que ecoam opiniões particulares expressas há anos por alguns investidores, causaram agito em Wall Street e ajudaram as ações da Microsoft a subir 2% na quinta-feira, para US$ 24,67.
"Sua presença continuada é a maior influência negativa sobre as ações da Microsoft", disse Einhorn a colegas administradores de fundos durante a Ira Sohn Investment Research Conference, um evento anual em Nova York.
O conselho da Microsoft, formado por nove pessoas entre as quais o presidente e cofundador Bill Gates, apoia Ballmer, informou à Reuters uma fonte próxima aos seus integrantes. A Microsoft mesma não comentou.
Gates, que co-fundou a companhia de software em 1975 e continua a ser o seu maior acionista, com 6,6% do capital, é em geral visto como a pessoa que teria de tomar a decisão, no que tange a uma troca de comando.
"Bill Gates é um capitalista impiedoso. Se quisesse, empurraria Ballmer para fora por conta própria", disse um administrador de fundos em um dos maiores acionistas da Microsoft, que pediu que seu nome não fosse revelado.
Gates, que dedica a maior parte do seu tempo à fundação filantrópica que criou, não ofereceu indicações de que esteja considerando uma mudança. Um representante do empresário se recusou a comentar o assunto.
Outros investidores admitiram que as ações da Microsoft vêm sofrendo sob o comando de Ballmer, mas não chegaram a pedir sua saída.
"Minha interpretação foi a de que o conselho apoia Steve firmemente, e que ele só sairia se assim quisesse", disse Eric Jackson, do fundo de hedge Ironfire Capital, que vendeu sua posição na Microsoft no final de 2010, decepcionado por a empresa não ter elevado seu dividendo.
eBay e PayPal processam Google por roubo de segredos comerciais
O eBay e sua subsidiária de pagamentos online PayPal abriram processo contra o Google e dois executivos da empresa por roubo de segredos comerciais relacionados a sistemas de pagamentos para celulares.
Os dois executivos, Osama Bedier e Stephanie Tilenius, trabalharam para o PayPal e na quinta-feira comandaram o lançamento do sistema de pagamento para celulares do Google, em parceria com a MasterCard, Citigroup e a operadora de telefonia móvel Sprint.
O processo coloca em destaque a batalha cada vez mais intensa entre diversas empresas, do mundo financeiro tradicional e do Vale do Silício, que estão tentando conquistar posições importantes no que vem sendo descrito como uma oportunidade trilionária no segmento de pagamentos para celulares. O celular é visto como a carteira digital do futuro.
O processo do eBay alega que Bedier trabalhou por nove anos para o PayPal, mais recentemente como vice-presidente de plataforma, operações móveis e novos empreendimentos. Ele se transferiu para o Google em 24 de janeiro deste ano.
Tilenius trabalhou para o eBay de 2001 a outubro de 2009 e foi consultora da companhia até março de 2010. O processo alega que ela passou a trabalhar para o Google em fevereiro de 2010 como vice-presidente de comércio eletrônico.
O processo acusa Bedier de "apropriação indébita de segredos comerciais do PayPal ao revelá-los ao Google e grandes grupos de varejo".
Tilenius é acusada de ter recrutado Bedier, o que representa violação de seu contrato com o eBay. O processo também alega que Bedier tentou recrutar outros ex-colegas no PayPal.
O eBay alegou que o PayPal e o Google colaboraram estreitamente durante três anos, até alguns meses atrás, no desenvolvimento de um acordo comercial sob o qual o PayPal serviria como opção de pagamento para a compra de aplicativos para celulares nos aparelhos acionados pelo sistema operacional Google Android.
O processo alega que Bedier era o executivo do PayPal encarregado de liderar e concluir as negociações com o Google sobre o Android, ao longo desse período.
O processo também traz a alegação de que Bedier transferiu versões atualizadas de documentos que delineiam as estratégias do PayPal para pagamentos em celulares a um computador de sua propriedade, dias antes de trocar o PayPal pelo Google.
Os dois executivos, Osama Bedier e Stephanie Tilenius, trabalharam para o PayPal e na quinta-feira comandaram o lançamento do sistema de pagamento para celulares do Google, em parceria com a MasterCard, Citigroup e a operadora de telefonia móvel Sprint.
O processo coloca em destaque a batalha cada vez mais intensa entre diversas empresas, do mundo financeiro tradicional e do Vale do Silício, que estão tentando conquistar posições importantes no que vem sendo descrito como uma oportunidade trilionária no segmento de pagamentos para celulares. O celular é visto como a carteira digital do futuro.
O processo do eBay alega que Bedier trabalhou por nove anos para o PayPal, mais recentemente como vice-presidente de plataforma, operações móveis e novos empreendimentos. Ele se transferiu para o Google em 24 de janeiro deste ano.
Tilenius trabalhou para o eBay de 2001 a outubro de 2009 e foi consultora da companhia até março de 2010. O processo alega que ela passou a trabalhar para o Google em fevereiro de 2010 como vice-presidente de comércio eletrônico.
O processo acusa Bedier de "apropriação indébita de segredos comerciais do PayPal ao revelá-los ao Google e grandes grupos de varejo".
Tilenius é acusada de ter recrutado Bedier, o que representa violação de seu contrato com o eBay. O processo também alega que Bedier tentou recrutar outros ex-colegas no PayPal.
O eBay alegou que o PayPal e o Google colaboraram estreitamente durante três anos, até alguns meses atrás, no desenvolvimento de um acordo comercial sob o qual o PayPal serviria como opção de pagamento para a compra de aplicativos para celulares nos aparelhos acionados pelo sistema operacional Google Android.
O processo alega que Bedier era o executivo do PayPal encarregado de liderar e concluir as negociações com o Google sobre o Android, ao longo desse período.
O processo também traz a alegação de que Bedier transferiu versões atualizadas de documentos que delineiam as estratégias do PayPal para pagamentos em celulares a um computador de sua propriedade, dias antes de trocar o PayPal pelo Google.
Promotoria do Rio entra com ação para combater atrasos do Compra Fácil
O Ministério Público do Rio quer coibir atrasos nas entregas de produtos comprados no site Compra Fácil. Uma ação foi proposta à Justiça pelo promotor Pedro Rubim, pedindo a regularização do que está atrasado.
Segundo o promotor, chegaram pelo menos 300 reclamações contra o Compra Fácil este ano. Ele explicou que a Justiça está esperando a manifestação do Compra Fácil para tomar uma decisão.
Rubim disse que as empresas precisam fazer investimentos "maciços" para atenderem à crescente demanda por negócios na internet.
"O brasileiro está comprando mais, e também pela internet. As empresas estão prometendo prazos que não podem cumprir", afirmou Rubim.
O Compra Fácil informou que recebeu a notificação do MP sobre a entrega de produtos aos consumidores e está no prazo de recurso para resposta e defesa junto ao órgão.
Segundo o site, foram tomadas medidas para acelerar as entregas, como o aumento em 47% o número de transportadoras, e ampliação em 40% do quadro de funcionários na operação e atendimento. O Compra Fácil acrescentou que decidiu antecipar a construção e início de operação de um novo centro de distribuição, e ampliar os prazos de entrega para que todos sejam cumpridos à risca.
A Justiça decidiu esta semana proibir vendas da Americanas.com no Rio de Janeiro, acatando sugestão do MP. A alegação é que a empresa não vem cumprindo os prazos de entrega ao clientes. A empresa ainda não foi notificada, e portanto, a medida ainda não foi colocada em prática.
Segundo o promotor, chegaram pelo menos 300 reclamações contra o Compra Fácil este ano. Ele explicou que a Justiça está esperando a manifestação do Compra Fácil para tomar uma decisão.
Rubim disse que as empresas precisam fazer investimentos "maciços" para atenderem à crescente demanda por negócios na internet.
"O brasileiro está comprando mais, e também pela internet. As empresas estão prometendo prazos que não podem cumprir", afirmou Rubim.
O Compra Fácil informou que recebeu a notificação do MP sobre a entrega de produtos aos consumidores e está no prazo de recurso para resposta e defesa junto ao órgão.
Segundo o site, foram tomadas medidas para acelerar as entregas, como o aumento em 47% o número de transportadoras, e ampliação em 40% do quadro de funcionários na operação e atendimento. O Compra Fácil acrescentou que decidiu antecipar a construção e início de operação de um novo centro de distribuição, e ampliar os prazos de entrega para que todos sejam cumpridos à risca.
A Justiça decidiu esta semana proibir vendas da Americanas.com no Rio de Janeiro, acatando sugestão do MP. A alegação é que a empresa não vem cumprindo os prazos de entrega ao clientes. A empresa ainda não foi notificada, e portanto, a medida ainda não foi colocada em prática.
Disney anuncia game que mistura títulos da empresa
A Disney Interactive Studios anunciou um novo jogo multiplayer que irá reunir muitos dos títulos da empresa. As informações são do Digital Trends.
Com o nome de Disney Universe, o game deve reunir personagens de desenho animado e de filmes, como o "Piratas do Caribe". Os jogadores poderão se tornar mais de 40 personagens no jogo, segundo o site.
O Digital Trends também informa que o Disney Universe estará disponível para PlayStation 3, Xbox 360, Nintendo Wii, além de computadores Mac e Windows. A espectativa de lançamento é para o segundo semestre de 2011.
Com o nome de Disney Universe, o game deve reunir personagens de desenho animado e de filmes, como o "Piratas do Caribe". Os jogadores poderão se tornar mais de 40 personagens no jogo, segundo o site.
O Digital Trends também informa que o Disney Universe estará disponível para PlayStation 3, Xbox 360, Nintendo Wii, além de computadores Mac e Windows. A espectativa de lançamento é para o segundo semestre de 2011.
Venda do iPad 2 começa com fila em SP
A Apple iniciou à 0h desta sexta as vendas do iPad 2 no Brasil, num evento com direito a performance de DJs, aplausos e espumante em um espaço dedicado à empresa no Shopping Iguatemi, zona oeste de São Paulo.
O estudante universitário Pedro Wilson, 20, foi o primeiro a comprar o aparelho, um iPad de 32 GB Wi-Fi.
Morador de Santos, saiu da faculdade às 12h, seguiu para a capital e chegou ao shopping às 15h.
"Valeu muito a espera, não comprei o iPad 1 já esperando que esse seria melhor", disse.
Depois de comprar o tablet, o estudante foi saudado com espumante, antes de encarar o retorno para a Baixada Santista.
O segundo da fila foi o bancário André Rodrigues, 26, que se diz "reincidente de iPad".
No ano passado, foi o primeiro da fila a comprar o iPad 1, também no Iguatemi.
"Já me desfiz dele e quero novo porque o produto foi todo retrabalhado", disse.
Pouco antes da meia-noite, mais de cem pessoas formavam fila para comprar o aparelho, que chega ao varejo nesta sexta.
O shopping Iguatemi foi o único local físico a vender o iPad 2 já nesta madrugada.
Entre as estrelas da noite, estava Igor Cavalera, ex-integrante da banda Sepultura, numa performance como DJ tocando música eletrônica a partir do iPad 2.
O casal de humoristas Marcelo Adnet e Dani Calabresa e o vocalista da banda Capital Inicial, Dinho Ouro Preto, também marcaram presença no lançamento. Já a apresentadora Luciana Gimenez, fanática confessa dos produtos da Apple, chegou ao local por volta da 1h15.
O iPad 2 mais barato custa R$ 1.649, no modelo de 16 GB com conexão à internet Wi-Fi. O iPad 2 mais caro, de 64 GB com conexões à internet Wi-Fi e 3G, custa R$ 2.599.
A nova versão do tablet é mais fina que a antecessora, traz duas câmeras --uma frontal e outra traseira, ideais para videoconferências-- e uma capa inteligente (opcional), que desliga o aparelho automaticamente ao ser fechada.
A partir desta sexta, o iPad 2 será vendido em lojas do Rio, de São Paulo e nas 25 revendas exclusivas da empresa no Brasil, além das operações on-line.
As primeiras unidades de iPad 2 ainda são importadas, mas a expectativa é que os aparelhos comecem a ser produzidos localmente.
Eles poderão ficar até 31% mais baratos com a desoneração tributária de PIS e Cofins publicada pelo governo no início da semana.
O estudante universitário Pedro Wilson, 20, foi o primeiro a comprar o aparelho, um iPad de 32 GB Wi-Fi.
Morador de Santos, saiu da faculdade às 12h, seguiu para a capital e chegou ao shopping às 15h.
"Valeu muito a espera, não comprei o iPad 1 já esperando que esse seria melhor", disse.
Depois de comprar o tablet, o estudante foi saudado com espumante, antes de encarar o retorno para a Baixada Santista.
O segundo da fila foi o bancário André Rodrigues, 26, que se diz "reincidente de iPad".
No ano passado, foi o primeiro da fila a comprar o iPad 1, também no Iguatemi.
"Já me desfiz dele e quero novo porque o produto foi todo retrabalhado", disse.
Pouco antes da meia-noite, mais de cem pessoas formavam fila para comprar o aparelho, que chega ao varejo nesta sexta.
O shopping Iguatemi foi o único local físico a vender o iPad 2 já nesta madrugada.
Entre as estrelas da noite, estava Igor Cavalera, ex-integrante da banda Sepultura, numa performance como DJ tocando música eletrônica a partir do iPad 2.
O casal de humoristas Marcelo Adnet e Dani Calabresa e o vocalista da banda Capital Inicial, Dinho Ouro Preto, também marcaram presença no lançamento. Já a apresentadora Luciana Gimenez, fanática confessa dos produtos da Apple, chegou ao local por volta da 1h15.
O iPad 2 mais barato custa R$ 1.649, no modelo de 16 GB com conexão à internet Wi-Fi. O iPad 2 mais caro, de 64 GB com conexões à internet Wi-Fi e 3G, custa R$ 2.599.
A nova versão do tablet é mais fina que a antecessora, traz duas câmeras --uma frontal e outra traseira, ideais para videoconferências-- e uma capa inteligente (opcional), que desliga o aparelho automaticamente ao ser fechada.
A partir desta sexta, o iPad 2 será vendido em lojas do Rio, de São Paulo e nas 25 revendas exclusivas da empresa no Brasil, além das operações on-line.
As primeiras unidades de iPad 2 ainda são importadas, mas a expectativa é que os aparelhos comecem a ser produzidos localmente.
Eles poderão ficar até 31% mais baratos com a desoneração tributária de PIS e Cofins publicada pelo governo no início da semana.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
"Ulisses", de James Joyce, será adaptado para o Twitter
O romance "Ulisses", de James Joyce, será adaptado para o Twitter. Um homem que se identifica apenas como Stephen, da cidade de Baltimore, está à procura de voluntários para ajudá-lo na adaptação do conteúdo para o formato de 140 caracteres por post.
"Essa não é uma tentativa de tuitar o conteúdo de Ulisses sem pensar, palavra por palavra, 140 caracteres por vez. Isso seria impossível. Nossa proposta é reimaginar a experiência de leitura e dividi-la em tuítes", disse Stephen, no blog do experimento.
A adaptação do romance para o microblog será tornada pública no dia 16 de junho, durante 24 horas, no perfil @11ysses.
Os voluntários interessados em ajudar na adaptação podem se manifestar até o dia 30 de maio. Leia mais sobre os requisitos aqui.
"Essa não é uma tentativa de tuitar o conteúdo de Ulisses sem pensar, palavra por palavra, 140 caracteres por vez. Isso seria impossível. Nossa proposta é reimaginar a experiência de leitura e dividi-la em tuítes", disse Stephen, no blog do experimento.
A adaptação do romance para o microblog será tornada pública no dia 16 de junho, durante 24 horas, no perfil @11ysses.
Os voluntários interessados em ajudar na adaptação podem se manifestar até o dia 30 de maio. Leia mais sobre os requisitos aqui.
TV por assinatura via satélite supera transmissões via cabo
Em abril de 2011, pela primeira vez no mercado de TV por assinatura, a tecnologia via satélite (chamada no jargão técnico de DTH) superou a transmissão a cabo. A TV via satélite domina agora 49,2% do mercado por assinatura, enquanto a transmissão por cabo ficou com 48,1% do mercado.
Em dezembro de 2010, os serviços via satélite correspondiam a 45,8% do mercado nacional, enquanto as transmissões a cabo atendiam 51% dos assinantes. Os dados são da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
O Brasil encerrou abril com 10,7 milhões de casas com TV por assinatura. Em abril, foram 238,3 mil novos assinantes, e nos quatro primeiros meses do ano, 888,2 mil novas adesões, segundo a agência.
Considerando o número médio de pessoas por domicílio calculado pelo IBGE (3,3 pessoas), os serviços de TV por assinatura chegam a 35,2 milhões de brasileiros.
Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro são as unidades que têm a maior relação número de assinantes por habitante. São 33,9 assinaturas a cada cem habitantes, 32,1 e 28, 4, respectivamente.
Em dezembro de 2010, os serviços via satélite correspondiam a 45,8% do mercado nacional, enquanto as transmissões a cabo atendiam 51% dos assinantes. Os dados são da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
O Brasil encerrou abril com 10,7 milhões de casas com TV por assinatura. Em abril, foram 238,3 mil novos assinantes, e nos quatro primeiros meses do ano, 888,2 mil novas adesões, segundo a agência.
Considerando o número médio de pessoas por domicílio calculado pelo IBGE (3,3 pessoas), os serviços de TV por assinatura chegam a 35,2 milhões de brasileiros.
Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro são as unidades que têm a maior relação número de assinantes por habitante. São 33,9 assinaturas a cada cem habitantes, 32,1 e 28, 4, respectivamente.
Administrador de fundos pede saída de presidente da Microsoft
O influente administrador de fundos de hedge David Einhorn pediu que o presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, renuncie ao cargo, afirmando que o líder da maior produtora mundial de software está preso ao passado.
"Sua presença continuada representa a maior influência adversa sobre as ações da Microsoft", disse Einhorn sobre Ballmer.
Os comentários de Einhorn, um executivo conhecido pela franqueza e que ganhou fama ao alertar quanto à saúde financeira precária do Lehman Brothers antes do colapso do banco de investimento, são os mais negativos que um grande investidor já realizou sobre a liderança da Microsoft.
As ações da empresa, que estão estáticas há mais de uma década, subiram em 0,87% depois do fechamento do pregão e dos comentários de Einhorn na quarta-feira, a mais forte alta entre as ações que integram o índice industrial Dow Jones.
A gigante do software, que era a maior companhia norte-americana em termos de valor de mercado no final dos anos de 1990, terminou ultrapassada pela Apple e pela IBM e não é mais vista como força dominante no setor de tecnologia, por não ter conseguido explorar com sucesso os novos mercados da Internet e da computação móvel.
As ações da empresa caíram 6% nas duas últimas semanas, depois que a Microsoft fechou acordo para adquirir o serviço de telefonia online Skype por US$ 8,5 bilhões, decisão que causou espanto a muitos investidores.
Falando na Ira Sohn Investment Research Conference, um evento anual em Nova York, Einhorn disse que era hora de Ballmer, que sucedeu o co-fundador da empresa, Bill Gates, em 2000, abandonar o posto e "dar chance a alguém mais".
Os comentários de Einhorn ecoaram em público aquilo que alguns investidores vêm dizendo há anos em foro privado.
Um porta-voz da Microsoft se recusou a comentar as declarações de Einhorn.
O fundo de hedge Greenlight Capital, de Einhorn, adquiriu ações da Microsoft recentemente. Os papéis, negociados por menos de dez vezes o lucro anual projetado da companhia, são vistos por muitos como subvalorizados.
"Sua presença continuada representa a maior influência adversa sobre as ações da Microsoft", disse Einhorn sobre Ballmer.
Os comentários de Einhorn, um executivo conhecido pela franqueza e que ganhou fama ao alertar quanto à saúde financeira precária do Lehman Brothers antes do colapso do banco de investimento, são os mais negativos que um grande investidor já realizou sobre a liderança da Microsoft.
As ações da empresa, que estão estáticas há mais de uma década, subiram em 0,87% depois do fechamento do pregão e dos comentários de Einhorn na quarta-feira, a mais forte alta entre as ações que integram o índice industrial Dow Jones.
A gigante do software, que era a maior companhia norte-americana em termos de valor de mercado no final dos anos de 1990, terminou ultrapassada pela Apple e pela IBM e não é mais vista como força dominante no setor de tecnologia, por não ter conseguido explorar com sucesso os novos mercados da Internet e da computação móvel.
As ações da empresa caíram 6% nas duas últimas semanas, depois que a Microsoft fechou acordo para adquirir o serviço de telefonia online Skype por US$ 8,5 bilhões, decisão que causou espanto a muitos investidores.
Falando na Ira Sohn Investment Research Conference, um evento anual em Nova York, Einhorn disse que era hora de Ballmer, que sucedeu o co-fundador da empresa, Bill Gates, em 2000, abandonar o posto e "dar chance a alguém mais".
Os comentários de Einhorn ecoaram em público aquilo que alguns investidores vêm dizendo há anos em foro privado.
Um porta-voz da Microsoft se recusou a comentar as declarações de Einhorn.
O fundo de hedge Greenlight Capital, de Einhorn, adquiriu ações da Microsoft recentemente. Os papéis, negociados por menos de dez vezes o lucro anual projetado da companhia, são vistos por muitos como subvalorizados.
Vídeo é usado como isca em novo ataque no Facebook
Um vídeo está sendo usado como isca pelos cibercriminosos em mais um ataque no Facebook, segundo o Digital Trends.
A ameaça se espalha por meio de um post no mural dos usuários. A mensagem publicada traz um link que diz "essa mulher teve um orgasmo em uma montanha russa" e promete mostrar as imagens ao usuário caso ele preencha uma pesquisa.
O link encaminha o usuário para uma página falsa muito parecida com a do YouTube --é preciso ficar atento ao endereço da página, que não é o do YouTube. Em seguida, o usuário é levado a permitir que o link inicial seja republicado em seu mural e espalhado entre seus amigos.
A ameaça se espalha por meio de um post no mural dos usuários. A mensagem publicada traz um link que diz "essa mulher teve um orgasmo em uma montanha russa" e promete mostrar as imagens ao usuário caso ele preencha uma pesquisa.
O link encaminha o usuário para uma página falsa muito parecida com a do YouTube --é preciso ficar atento ao endereço da página, que não é o do YouTube. Em seguida, o usuário é levado a permitir que o link inicial seja republicado em seu mural e espalhado entre seus amigos.
Google lança serviço de carteira eletrônica nos EUA
O Google e quatro bancos e parceiros do setor de telecomunicações revelaram nesta quinta-feira o serviço Google Wallet, levando consumidores norte-americanos um passo mais próximo de pagar compras com o celular.
O sistema do Google que permite que as pessoas paguem compras com celulares em vez de cartões espera ganhar vantagem sobre grandes rivais -como Visa, importantes bancos dos Estados Unidos e operadoras de telefonia.
Google, MasterCard, Citigroup, First Data e Sprint tornarão o serviço disponível no segundo semestre para usuários em Nova York e San Francisco, afirmou o Google nesta quinta-feira.
Desenhado como um aplicativo para celulares com Android, o serviço pega carona na tecnologia PayPass, da Mastercard. O Google atraiu interesse de redes de varejo norte-americanas como Macy's, American Eagle Outfitters e Subway para unir o serviço a programas de fidelidade e ofertas de desconto.
Consumidores fora dos EUA, especialmente na Ásia, podem pagar por produtos passando seus celulares por um leitor no caixa. Estima-se que um quinto das pessoas no Japão utilizem serviços de pagamento móvel. Nos EUA, carteiras eletrônicas ainda enfrentam obstáculos, mas, desde o ano passado, algumas grandes companhias têm acelerado o passo para tornar a tecnologia uma realidade.
Detentores de cartões Citigroup MasterCard com tecnologia PayPass poderão aproveitar o serviço primeiro. O Google também planeja vender um cartão virtual pré-pago.
A Visa tem testado um sistema de pagamento com celular junto a vários bancos grandes, incluindo Bank of America e Wells Fargo. A empresa tem planos de tornar seu sistema de pagamentos móveis comercialmente viável neste ano.
O sistema do Google que permite que as pessoas paguem compras com celulares em vez de cartões espera ganhar vantagem sobre grandes rivais -como Visa, importantes bancos dos Estados Unidos e operadoras de telefonia.
Google, MasterCard, Citigroup, First Data e Sprint tornarão o serviço disponível no segundo semestre para usuários em Nova York e San Francisco, afirmou o Google nesta quinta-feira.
Desenhado como um aplicativo para celulares com Android, o serviço pega carona na tecnologia PayPass, da Mastercard. O Google atraiu interesse de redes de varejo norte-americanas como Macy's, American Eagle Outfitters e Subway para unir o serviço a programas de fidelidade e ofertas de desconto.
Consumidores fora dos EUA, especialmente na Ásia, podem pagar por produtos passando seus celulares por um leitor no caixa. Estima-se que um quinto das pessoas no Japão utilizem serviços de pagamento móvel. Nos EUA, carteiras eletrônicas ainda enfrentam obstáculos, mas, desde o ano passado, algumas grandes companhias têm acelerado o passo para tornar a tecnologia uma realidade.
Detentores de cartões Citigroup MasterCard com tecnologia PayPass poderão aproveitar o serviço primeiro. O Google também planeja vender um cartão virtual pré-pago.
A Visa tem testado um sistema de pagamento com celular junto a vários bancos grandes, incluindo Bank of America e Wells Fargo. A empresa tem planos de tornar seu sistema de pagamentos móveis comercialmente viável neste ano.
Convites da Apple a evento aumentam rumores sobre novo iPhone
O departamento de relações públicas da Apple no Reino Unido tem entrado em contato com jornalistas britânicos de grandes veículos para "persuadi-los a comparecer ao WWDC" (Worldwide Developers Conference), evento da Apple que, neste ano, ocorre entre os dias 6 e 10 de junho, em San Francisco.
O convite chama a atenção especialmente porque vem da "equipe dedicada a tudo relacionado ao iPhone", diz o blog ElectricPig.co.uk.
Isso aumenta os rumores de que a Apple pode anunciar um novo modelo de iPhone na WWDC.
Outro boato diz que a Apple reduziu o volume de aparelhos sendo produzidos, o que seria outro sinal de que a empresa prepara o lançamento de um novo iPhone.
O WWDC deverá ainda ser palco do anúncio do iOS 5, nova versão do sistema operacional que equipa iPhone, iPad e iPod touch.
O convite chama a atenção especialmente porque vem da "equipe dedicada a tudo relacionado ao iPhone", diz o blog ElectricPig.co.uk.
Isso aumenta os rumores de que a Apple pode anunciar um novo modelo de iPhone na WWDC.
Outro boato diz que a Apple reduziu o volume de aparelhos sendo produzidos, o que seria outro sinal de que a empresa prepara o lançamento de um novo iPhone.
O WWDC deverá ainda ser palco do anúncio do iOS 5, nova versão do sistema operacional que equipa iPhone, iPad e iPod touch.
Visa fecha parceria com site de compras coletivas Groupon
A Visa anunciou nesta quinta-feira que fechou aliança com o site de compras coletivas Groupon. A bandeira irá se tornar o principal meio de pagamento para obtenção de descontos online em diversos comércios.
Segundo comunicado da empresa, os novos consumidores que realizarem sua primeira compra com cartão de crédito Visa no Groupon, em oferta nacional, ganharão bônus de R$ 20 para a segunda compra. "Outra novidade é que participantes cadastrados na plataforma promocional 'Vai de Visa', terão ofertas exclusivas", diz.
O crescimento do e-commerce é uma das prioridades estratégicas da Visa para o Brasil. Em 2009, a Visa registrou um crescimento de 42% no volume de pagamentos por meio do canal eletrônico na região da América Latina e Caribe, o qual totalizou US$ 10 bilhões.
A empresa informou ainda que está desenvolvendo uma nova geração de serviços por meio da integração de sua rede global de processamento. "Oferecendo para suas plataformas de produto de crédito, débito, pré-pago e comercial novas funcionalidades adquiridas através das suas subsidiárias CyberSource, Authorize.net e PlaySpan, e o conhecimento e os serviços únicos de seus parceiros comerciais".
Segundo comunicado da empresa, os novos consumidores que realizarem sua primeira compra com cartão de crédito Visa no Groupon, em oferta nacional, ganharão bônus de R$ 20 para a segunda compra. "Outra novidade é que participantes cadastrados na plataforma promocional 'Vai de Visa', terão ofertas exclusivas", diz.
O crescimento do e-commerce é uma das prioridades estratégicas da Visa para o Brasil. Em 2009, a Visa registrou um crescimento de 42% no volume de pagamentos por meio do canal eletrônico na região da América Latina e Caribe, o qual totalizou US$ 10 bilhões.
A empresa informou ainda que está desenvolvendo uma nova geração de serviços por meio da integração de sua rede global de processamento. "Oferecendo para suas plataformas de produto de crédito, débito, pré-pago e comercial novas funcionalidades adquiridas através das suas subsidiárias CyberSource, Authorize.net e PlaySpan, e o conhecimento e os serviços únicos de seus parceiros comerciais".
Falha no Internet Explorer permite roubo de cookies
Um pesquisador de segurança em computadores encontrou uma falha no navegador Internet Explorer, da Microsoft, que, segundo ele, poderia permitir a hackers roubar credenciais de acesso a Facebook, Twitter e outros sites. Ele chama a técnica de "cookiejacking".
"Qualquer site. Qualquer cookie. O limite está em sua imaginação", disse Rosario Valotta, um pesquisador independente de segurança na internet que trabalha na Itália.
Hackers poderiam explorar a falha para ganhar acesso a arquivos armazenados pelo navegador conhecidos como cookies, alguns dos quais contêm nomes de usuário e senhas para uma conta na web, afirmou Valotta, via e-mail.
Quando o hacker captura um cookie, pode usá-lo para ganhar acesso ao mesmo site, disse Valotta.
A vulnerabilidade afeta todas as versões do Internet Explorer, incluindo o IE 9, e todas as versões do sistema operacional Windows.
Para explorar a falha, o hacker precisa persuadir a vítima a arrastar e soltar um objeto pela tela do computador, antes que o cookie possa ser sequestrado.
A tarefa parece difícil, mas Valotta disse que conseguiu realizá-la com certa facilidade. Ele criou um quebra-cabeças no Facebook que desafiava os usuários a "despir" a foto de uma mulher atraente.
"Coloquei o jogo no Facebook e, em menos de três dias, naus de 80 cookies foram envaidos ao meu servidor", disse. "E só tenho 150 amigos em minha lista."
A Microsoft afirmou que é pequeno o risco de um hacker obter sucesso com um golpe de cookiejacking no mundo real.
"Dado o requerido nível de interação do usuário, a questão não é vista por nós como de alto risco", disse Jerry Bryant, porta-voz da companhia.
"Para que seja afetado, um usuário precisaria visitar um site malicioso e ser convencido a clicar e arrastar itens pela página, e o atacante teria que alvejar um coookie de um site ao qual o usuário estivesse conectado naquele momento", disse Bryant
"Qualquer site. Qualquer cookie. O limite está em sua imaginação", disse Rosario Valotta, um pesquisador independente de segurança na internet que trabalha na Itália.
Hackers poderiam explorar a falha para ganhar acesso a arquivos armazenados pelo navegador conhecidos como cookies, alguns dos quais contêm nomes de usuário e senhas para uma conta na web, afirmou Valotta, via e-mail.
Quando o hacker captura um cookie, pode usá-lo para ganhar acesso ao mesmo site, disse Valotta.
A vulnerabilidade afeta todas as versões do Internet Explorer, incluindo o IE 9, e todas as versões do sistema operacional Windows.
Para explorar a falha, o hacker precisa persuadir a vítima a arrastar e soltar um objeto pela tela do computador, antes que o cookie possa ser sequestrado.
A tarefa parece difícil, mas Valotta disse que conseguiu realizá-la com certa facilidade. Ele criou um quebra-cabeças no Facebook que desafiava os usuários a "despir" a foto de uma mulher atraente.
"Coloquei o jogo no Facebook e, em menos de três dias, naus de 80 cookies foram envaidos ao meu servidor", disse. "E só tenho 150 amigos em minha lista."
A Microsoft afirmou que é pequeno o risco de um hacker obter sucesso com um golpe de cookiejacking no mundo real.
"Dado o requerido nível de interação do usuário, a questão não é vista por nós como de alto risco", disse Jerry Bryant, porta-voz da companhia.
"Para que seja afetado, um usuário precisaria visitar um site malicioso e ser convencido a clicar e arrastar itens pela página, e o atacante teria que alvejar um coookie de um site ao qual o usuário estivesse conectado naquele momento", disse Bryant
Governo vai exigir 50% de componente nacional em tela do tablet
O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, afirmou nesta quinta-feira que o governo vai exigir que a produção de telas para os tablets feitos no país tenha pelo menos metade de componentes fabricados no Brasil, a partir de 2012.
Esse grau de conteúdo nacional, segundo avaliação do próprio ministro, é "pesado" e faz parte dos requerimentos do país para conceder incentivos para a implantação de fábricas desses equipamentos no Brasil. Esse nível de exigência é ainda maior do que o requisitado para notebooks, por exemplo.
Pimentel reafirmou que a fabricação de tablets no Brasil deverá começar entre três e quatro anos e deverá ser a primeira unidade dessa natureza fora da Ásia no mundo. Ele participou, em São Paulo, do seminário Brasil do Diálogo, da Produção e do Emprego, organizado pela Fiesp, Força Sindical e CUT.
O ministro indicou ainda que o Brasil passará a utilizar mais licenças não automáticas para proteger o mercado brasileiro de importados, sobretudo de manufaturados que competem com a indústria brasileira. Esse instrumento, segundo Pimentel, é permitido pela OMC (Organização Mundial do Comércio) e não se trata de "protecionismo".
Nas palavras de Pimentel, o Brasil era muito "preguiçoso" no passado na utilização de mecanismos de defesa comercial. "Talvez pelo câmbio exageradamente desvalorizado", afirmou.
ARGENTINA
Os exportadores brasileiros são alvo desse instrumento na Argentina, motivo da mais recente crise comercial entre os dois países. Segundo Pimentel, representantes dos dois países voltarão a se reunir na próxima semana para chegar a um consenso. Como retaliação à demora na entrada de produtos brasileiros na Argentina, o Brasil interrompeu a entrada de veículos fabricados no país vizinho. Um trégua foi negociada até a conclusão da discussão dos dois países.
Pimentel afirmou ainda que outras duas medidas estão em estudo no governo para dar competitividade à indústria, segundo ele, o setor mais prejudicado pelo dólar barato neste momento.
A segunda fase da Política de Desenvolvimento Produtivo deverá ser lançada em junho e, segundo adiantou Pimentel, terá "atenção especial" à inovação, com incentivos às fábricas que investem em tecnologia.
"No primeiro semestre, o governo concentrou esforços no controle da inflação. Esse risco está sendo afastado e, na virada do primeiro para o segundo semestre, vamos retomar essa tarefa", disse.
O ministro afirmou ainda que ainda estudam formas de retirar impostos da compra de máquinas e equipamentos. Segundo ele, o primeiro passo nesse sentido foi dado nessa semana, com a facilitação da devolução de créditos de PIS e Cofins para empresas exportadoras.
Esse grau de conteúdo nacional, segundo avaliação do próprio ministro, é "pesado" e faz parte dos requerimentos do país para conceder incentivos para a implantação de fábricas desses equipamentos no Brasil. Esse nível de exigência é ainda maior do que o requisitado para notebooks, por exemplo.
Pimentel reafirmou que a fabricação de tablets no Brasil deverá começar entre três e quatro anos e deverá ser a primeira unidade dessa natureza fora da Ásia no mundo. Ele participou, em São Paulo, do seminário Brasil do Diálogo, da Produção e do Emprego, organizado pela Fiesp, Força Sindical e CUT.
O ministro indicou ainda que o Brasil passará a utilizar mais licenças não automáticas para proteger o mercado brasileiro de importados, sobretudo de manufaturados que competem com a indústria brasileira. Esse instrumento, segundo Pimentel, é permitido pela OMC (Organização Mundial do Comércio) e não se trata de "protecionismo".
Nas palavras de Pimentel, o Brasil era muito "preguiçoso" no passado na utilização de mecanismos de defesa comercial. "Talvez pelo câmbio exageradamente desvalorizado", afirmou.
ARGENTINA
Os exportadores brasileiros são alvo desse instrumento na Argentina, motivo da mais recente crise comercial entre os dois países. Segundo Pimentel, representantes dos dois países voltarão a se reunir na próxima semana para chegar a um consenso. Como retaliação à demora na entrada de produtos brasileiros na Argentina, o Brasil interrompeu a entrada de veículos fabricados no país vizinho. Um trégua foi negociada até a conclusão da discussão dos dois países.
Pimentel afirmou ainda que outras duas medidas estão em estudo no governo para dar competitividade à indústria, segundo ele, o setor mais prejudicado pelo dólar barato neste momento.
A segunda fase da Política de Desenvolvimento Produtivo deverá ser lançada em junho e, segundo adiantou Pimentel, terá "atenção especial" à inovação, com incentivos às fábricas que investem em tecnologia.
"No primeiro semestre, o governo concentrou esforços no controle da inflação. Esse risco está sendo afastado e, na virada do primeiro para o segundo semestre, vamos retomar essa tarefa", disse.
O ministro afirmou ainda que ainda estudam formas de retirar impostos da compra de máquinas e equipamentos. Segundo ele, o primeiro passo nesse sentido foi dado nessa semana, com a facilitação da devolução de créditos de PIS e Cofins para empresas exportadoras.
Aplicativo relembra o que o usuário fez há um ano
Um novo aplicativo para Facebook, o Past Posts, permite que o usuário relembre o que fez há exatamente um ano.
O programa envia ao usuário um e-mail diário dizendo o que ele postou há um ano no Facebook. "Isso inclui informações como posts no mural, fotos e checkins", diz o blog Mashable.
Para receber a mensagem diária, vá ao site do serviço e clique na opção Connect with Facebook.
O programa envia ao usuário um e-mail diário dizendo o que ele postou há um ano no Facebook. "Isso inclui informações como posts no mural, fotos e checkins", diz o blog Mashable.
Para receber a mensagem diária, vá ao site do serviço e clique na opção Connect with Facebook.
Telefonica demitirá 8.500 funcionários na Espanha
A gigante espanhola das telecomunicações Telefónica planeja cortar 8.500 de seus 30.000 funcionários na Espanha ao longo dos próximos cinco anos, ao invés dos 6.500 previstos inicialmente em três anos, segundo uma fonte próxima à empresa.
A Telefónica negociou com os sindicatos uma ampliação de seu plano de redução de pessoal, que "passa de três para cinco anos" e envolverá 8.500 trabalhadores --que devem partir de forma "voluntária"--, 2.000 a mais que o cálculo inicial.
O corte equivale a 25% da massa salarial da companhia na Espanha --onde seus 30.000 funcionários representam 6,6% do total de empregados da Telefónica em todo o mundo.
O anúncio provocou a indignação dos sindicatos espanhóis, que apontam para os altos lucros registrados pela Telefónica em 2010, quando a empresa bateu um recorde de resultados com um crescimento de 30,8% a 10,17 bilhões de euros (US$ 14 bilhões).
A Telefónica negociou com os sindicatos uma ampliação de seu plano de redução de pessoal, que "passa de três para cinco anos" e envolverá 8.500 trabalhadores --que devem partir de forma "voluntária"--, 2.000 a mais que o cálculo inicial.
O corte equivale a 25% da massa salarial da companhia na Espanha --onde seus 30.000 funcionários representam 6,6% do total de empregados da Telefónica em todo o mundo.
O anúncio provocou a indignação dos sindicatos espanhóis, que apontam para os altos lucros registrados pela Telefónica em 2010, quando a empresa bateu um recorde de resultados com um crescimento de 30,8% a 10,17 bilhões de euros (US$ 14 bilhões).
Lenovo tem lucro trimestral três vezes maior por retorno da demanda
A retomada da demanda corporativa ajudou a Lenovo a apresentar resultados acima do esperado pelo mercado, quando o lucro líquido da quarta maior marca de computadores do mundo foi três vezes maior.
Lenovo enfrenta escassez de tablets e busca aquisições
As companhias do setor vêm agressivamente buscando oferecer novos equipamentos e serviços de TI para se diversificar, enquanto as margens para computadores pessoais devem cair para apenas um dígito.
"A Lenovo ainda tem um longo caminho para percorrer com os tablets", disse o analista Vincent Chen, da Yuanta Securities. "Eles estão apenas na China agora, e pode haver pressão de preços conforme outras marcas lançam seus tables este ano".
"Pressão de preços irá definitivamente aumentar ao longo do ano, e o desafio agora para a Lenovo e outras marcas é como manter margens no segmento de tablets", acrescentou.
A Lenovo registrou lucro líquido de US$ 42,13 milhões entre janeiro e março, comparado a US$ 12,8 milhões um ano antes, segundo cálculos da Reuters com base no balanço anual.
No ano fiscal encerrado em março, o lucro líquido da companhia foi de US$ 273,2 milhões, enquanto a estimativa do mercado era de US$ 267,8 milhões.
A China respondeu por 46,4% das vendas da Lenovo. As margens operacionais caíram 0,5 ponto percentual, para 5,1%, em decorrência de maiores gastos com marketing para o smartphone LePhone e o tablet LePad, segundo a empresa.
Lenovo enfrenta escassez de tablets e busca aquisições
As companhias do setor vêm agressivamente buscando oferecer novos equipamentos e serviços de TI para se diversificar, enquanto as margens para computadores pessoais devem cair para apenas um dígito.
"A Lenovo ainda tem um longo caminho para percorrer com os tablets", disse o analista Vincent Chen, da Yuanta Securities. "Eles estão apenas na China agora, e pode haver pressão de preços conforme outras marcas lançam seus tables este ano".
"Pressão de preços irá definitivamente aumentar ao longo do ano, e o desafio agora para a Lenovo e outras marcas é como manter margens no segmento de tablets", acrescentou.
A Lenovo registrou lucro líquido de US$ 42,13 milhões entre janeiro e março, comparado a US$ 12,8 milhões um ano antes, segundo cálculos da Reuters com base no balanço anual.
No ano fiscal encerrado em março, o lucro líquido da companhia foi de US$ 273,2 milhões, enquanto a estimativa do mercado era de US$ 267,8 milhões.
A China respondeu por 46,4% das vendas da Lenovo. As margens operacionais caíram 0,5 ponto percentual, para 5,1%, em decorrência de maiores gastos com marketing para o smartphone LePhone e o tablet LePad, segundo a empresa.
Lenovo enfrenta escassez de tablets e busca aquisições
A chinesa Lenovo, quarta maior marca de computadores do mundo, está enfrentando oferta escassa de seu tablet LePad, afirmou o presidente-executivo da companhia, Yang Yunanqing, nesta quinta-feira.
A empresa está mirando uma participação de mais de 20% no mercado chinês de computadores tablet, afirmou o executivo após a divulgação de resultados de janeiro a março que superaram expectativas do mercado.
Ele comentou que a Lenovo espera aumentar vendas e participação de mercados emergentes, e o vice-presidente de operações da companhia disse que a empresa está buscando oportunidades de aquisição no setor de internet móvel.
A empresa está mirando uma participação de mais de 20% no mercado chinês de computadores tablet, afirmou o executivo após a divulgação de resultados de janeiro a março que superaram expectativas do mercado.
Ele comentou que a Lenovo espera aumentar vendas e participação de mercados emergentes, e o vice-presidente de operações da companhia disse que a empresa está buscando oportunidades de aquisição no setor de internet móvel.
Explosão em planta de fabricante de iPads agrava crise de imagem da empresa
A maior fabricante terceirizada de eletrônicos do mundo, a taiwanesa Foxconn, enfrenta o agravamento de sua crise de imagem após a explosão que matou três funcionários e feriu outros 15 em sua fábrica em Chengdu, no sul da China, na última sexta-feira.
A empresa, conhecida internacionalmente pela produção de equipamentos para a Apple, como o iPhone e o iPad, já havia enfrentado no ano passado uma onda de suicídios de trabalhadores, levantando questionamentos sobre segurança e adequação das condições de trabalho.
A Foxconn, que além da Apple tem entre seus clientes empresas como Sony, Dell, Nokia e HP, emprega um milhão de trabalhadores na China e tem uma receita anual estimada em US$ 80 bilhões.
Recentemente, durante a visita da presidente Dilma Rousseff à China, a empresa anunciou um investimento de R$ 18,9 bilhões para a abertura de uma fábrica no Brasil para a produção de telas para celulares e iPads.
EXPLOSÃO
O acidente da última sexta-feira em Chengdu ainda está sob investigação, mas as indicações iniciais apontam para a explosão de um pó combustível usado durante o processo de polimento de peças. A empresa interrompeu todas as suas linhas de montagem que realizam o processo de polimento até que o caso seja esclarecido.
O caso levou ainda o governo chinês a ordenar à Foxconn e a outras companhias taiwanesas que operam no país que garantissem a segurança de seus trabalhadores.
A empresa nega que seus funcionários enfrentam condições precárias e afirma que trabalha junto com o governo para garantir a segurança dos funcionários.
Para Thomas Dinges, consultor sênior da IHS iSuppli, uma das maiores empresas de pesquisa em tecnologia do mundo, o acidente de sexta-feira "não transforma o iPad produzido no local na nova versão do 'diamante de sangue' africano (diamantes produzidos em áreas de conflito e cuja venda foi proibida), mas agrava a crise da imagem da empresa com os consumidores".
"Os problemas com as condições de trabalho na empresa voltaram à cabeça de todo mundo, refrescando a memória fresca dos suicídios", observa.
Em um período de menos de um ano, até maio do ano passado, 11 funcionários da Foxconn se suicidaram saltando do alto de prédios da fábrica, principalmente em Shenzhen, no sul do país, onde estão concentrados metade de seus funcionários.
Os motivos dos suicídios estariam ligados à longa jornada de trabalho, aos salários baixos, à falta de um ambiente social e à natureza excessivamente repetitiva do trabalho nas linhas de produção.
CONTRATO
No ano passado, Apple e HP disseram que trabalhariam junto à gigante taiwanesa para resolver o "problema". "É quase impossível que tais acontecimentos façam a Apple cortar suas relações com a Foxconn", diz Dinges, explicando que ambas as empresas investiram muito tempo e recursos na parceria.
A planta de Chengdu conta com cem mil funcionários e é responsável pela fabricação exclusiva de produtos da Apple.
No dia 7 de maio deste ano, manifestações foram organizadas em Hong Kong por estudantes locais e da China continental para protestar contra a conduta da Foxconn como empregadora.
Os participantes vestiam uniformes da companhia e mostravam cópias gigantes de iPads cobertas de sangue e com o símbolo da caveira que alerta para perigo químico.
Os atos ocorreram depois que a empresa de Steve Jobs lançou a versão branca do iPad em frente a uma das maiores revendedoras do produto na ilha.
CONDIÇÕES ALARMANTES
Duas semanas antes da explosão em Chengdu, a Associação de Estudantes e Professores Contra Má Conduta Coorporativa (Sacom, na sigla em inglês), com base em Hong Kong, lançou um estudo sobre três fábricas da Foxconn na China continental.
O documento indicava que as condições de trabalho na planta localizada em Chengdu, na província de Sichuan, eram comparativamente "alarmantes".
"A Foxconn é uma das maiores empresas do mundo e produz para companhias que figuram entre as mais prestigiosas do mundo. Sempre haverá estudos sendo realizados sobre a gigante taiwanesa e é difícil afirmar quão exatos ou premonitórios eles são", pondera Dinges, que entende a liberação da pesquisa pela Sacom e a explosão em Sichuan como uma coincidência infeliz.
Na China continental, a Foxconn conta com pouca simpatia dos locais. Desde que os suicídios foram reportados, usuários da internet debatem a falta de controle do governo sobre as empresas e o modelo de produção industrial do país, que possibilitou a grande virada econômica da China.
Funcionários da Foxconn saíram em defesa de seus empregadores no campus da planta de Shenzhen em agosto de 2010, porém sem muito sucesso.
Fotos dos manifestantes segurando placas de apoio à empresa e a Terry Guo, presidente do grupo, postadas na internet foram criticadas por usuários; outros questionaram a veracidade do protesto ao dizer que as mulheres participantes pareciam modelos. Críticas feitas à Apple foram raras.
A Foxconn não comenta as acusações específicas sobre as condições de trabalho em suas fábricas, mas afirma trabalhar para garantir o bem estar e a segurança dos funcionários.
"Temos um comprometimento com o governo para fazer todo o possível para garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores da Foxconn", afirma um comunicado da companhia.
PRATELEIRAS VAZIAS
Dinges aponta que, mesmo que a ideia de consumo consciente esteja se alastrando, as prateleiras das lojas da Apple esvaziam rapidamente.
"A ligação da imagem do produto à sua cadeia industrial, neste caso problemática, leva muito tempo para ser formada", afirma.
Apesar dos problemas enfrentados pela Foxconn, o lançamento em Pequim do iPad 2 criou tumulto e longas filas em frente à loja da marca na capital chinesa, que hoje oferece o maior retorno financeiro à Apple no mundo.
Para o especialista da iSuppli, enquanto a explosão em Chengdu não for comprovadamente um caso de negligência, seus efeitos ficarão apenas no imaginário social como um novo agravante à imagem da Foxconn.
"A principal e mais imediata consequência do acidente deverá ser o questionamento mais severo por países que sejam destino dos investimentos da companhia, como é o caso do Brasil", conclui.
A Foxconn disse que já analisava havia vários anos a possibilidade de se instalar no Brasil. A empresa deve se beneficiar da medida provisória publicada na última semana pelo governo brasileiro para isenção fiscal na fabricação de tablets como os iPads no país, barateando o custo de produção em mais de 30%.
A medida foi tomada em resposta às exigências da companhia para se instalar no país. O governo brasileiro, por sua vez, exigiu que a mão de obra contratada seja majoritariamente brasileira e que haja transferência de tecnologia.
O ministro da Ciência e da Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que 12 empresas já demonstraram interesse em produzir tablets no Brasil e que um investimento do tamanho do da Foxconn pode gerar até 100 mil empregos, diretos e indiretos.
A empresa, conhecida internacionalmente pela produção de equipamentos para a Apple, como o iPhone e o iPad, já havia enfrentado no ano passado uma onda de suicídios de trabalhadores, levantando questionamentos sobre segurança e adequação das condições de trabalho.
A Foxconn, que além da Apple tem entre seus clientes empresas como Sony, Dell, Nokia e HP, emprega um milhão de trabalhadores na China e tem uma receita anual estimada em US$ 80 bilhões.
Recentemente, durante a visita da presidente Dilma Rousseff à China, a empresa anunciou um investimento de R$ 18,9 bilhões para a abertura de uma fábrica no Brasil para a produção de telas para celulares e iPads.
EXPLOSÃO
O acidente da última sexta-feira em Chengdu ainda está sob investigação, mas as indicações iniciais apontam para a explosão de um pó combustível usado durante o processo de polimento de peças. A empresa interrompeu todas as suas linhas de montagem que realizam o processo de polimento até que o caso seja esclarecido.
O caso levou ainda o governo chinês a ordenar à Foxconn e a outras companhias taiwanesas que operam no país que garantissem a segurança de seus trabalhadores.
A empresa nega que seus funcionários enfrentam condições precárias e afirma que trabalha junto com o governo para garantir a segurança dos funcionários.
Para Thomas Dinges, consultor sênior da IHS iSuppli, uma das maiores empresas de pesquisa em tecnologia do mundo, o acidente de sexta-feira "não transforma o iPad produzido no local na nova versão do 'diamante de sangue' africano (diamantes produzidos em áreas de conflito e cuja venda foi proibida), mas agrava a crise da imagem da empresa com os consumidores".
"Os problemas com as condições de trabalho na empresa voltaram à cabeça de todo mundo, refrescando a memória fresca dos suicídios", observa.
Em um período de menos de um ano, até maio do ano passado, 11 funcionários da Foxconn se suicidaram saltando do alto de prédios da fábrica, principalmente em Shenzhen, no sul do país, onde estão concentrados metade de seus funcionários.
Os motivos dos suicídios estariam ligados à longa jornada de trabalho, aos salários baixos, à falta de um ambiente social e à natureza excessivamente repetitiva do trabalho nas linhas de produção.
CONTRATO
No ano passado, Apple e HP disseram que trabalhariam junto à gigante taiwanesa para resolver o "problema". "É quase impossível que tais acontecimentos façam a Apple cortar suas relações com a Foxconn", diz Dinges, explicando que ambas as empresas investiram muito tempo e recursos na parceria.
A planta de Chengdu conta com cem mil funcionários e é responsável pela fabricação exclusiva de produtos da Apple.
No dia 7 de maio deste ano, manifestações foram organizadas em Hong Kong por estudantes locais e da China continental para protestar contra a conduta da Foxconn como empregadora.
Os participantes vestiam uniformes da companhia e mostravam cópias gigantes de iPads cobertas de sangue e com o símbolo da caveira que alerta para perigo químico.
Os atos ocorreram depois que a empresa de Steve Jobs lançou a versão branca do iPad em frente a uma das maiores revendedoras do produto na ilha.
CONDIÇÕES ALARMANTES
Duas semanas antes da explosão em Chengdu, a Associação de Estudantes e Professores Contra Má Conduta Coorporativa (Sacom, na sigla em inglês), com base em Hong Kong, lançou um estudo sobre três fábricas da Foxconn na China continental.
O documento indicava que as condições de trabalho na planta localizada em Chengdu, na província de Sichuan, eram comparativamente "alarmantes".
"A Foxconn é uma das maiores empresas do mundo e produz para companhias que figuram entre as mais prestigiosas do mundo. Sempre haverá estudos sendo realizados sobre a gigante taiwanesa e é difícil afirmar quão exatos ou premonitórios eles são", pondera Dinges, que entende a liberação da pesquisa pela Sacom e a explosão em Sichuan como uma coincidência infeliz.
Na China continental, a Foxconn conta com pouca simpatia dos locais. Desde que os suicídios foram reportados, usuários da internet debatem a falta de controle do governo sobre as empresas e o modelo de produção industrial do país, que possibilitou a grande virada econômica da China.
Funcionários da Foxconn saíram em defesa de seus empregadores no campus da planta de Shenzhen em agosto de 2010, porém sem muito sucesso.
Fotos dos manifestantes segurando placas de apoio à empresa e a Terry Guo, presidente do grupo, postadas na internet foram criticadas por usuários; outros questionaram a veracidade do protesto ao dizer que as mulheres participantes pareciam modelos. Críticas feitas à Apple foram raras.
A Foxconn não comenta as acusações específicas sobre as condições de trabalho em suas fábricas, mas afirma trabalhar para garantir o bem estar e a segurança dos funcionários.
"Temos um comprometimento com o governo para fazer todo o possível para garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores da Foxconn", afirma um comunicado da companhia.
PRATELEIRAS VAZIAS
Dinges aponta que, mesmo que a ideia de consumo consciente esteja se alastrando, as prateleiras das lojas da Apple esvaziam rapidamente.
"A ligação da imagem do produto à sua cadeia industrial, neste caso problemática, leva muito tempo para ser formada", afirma.
Apesar dos problemas enfrentados pela Foxconn, o lançamento em Pequim do iPad 2 criou tumulto e longas filas em frente à loja da marca na capital chinesa, que hoje oferece o maior retorno financeiro à Apple no mundo.
Para o especialista da iSuppli, enquanto a explosão em Chengdu não for comprovadamente um caso de negligência, seus efeitos ficarão apenas no imaginário social como um novo agravante à imagem da Foxconn.
"A principal e mais imediata consequência do acidente deverá ser o questionamento mais severo por países que sejam destino dos investimentos da companhia, como é o caso do Brasil", conclui.
A Foxconn disse que já analisava havia vários anos a possibilidade de se instalar no Brasil. A empresa deve se beneficiar da medida provisória publicada na última semana pelo governo brasileiro para isenção fiscal na fabricação de tablets como os iPads no país, barateando o custo de produção em mais de 30%.
A medida foi tomada em resposta às exigências da companhia para se instalar no país. O governo brasileiro, por sua vez, exigiu que a mão de obra contratada seja majoritariamente brasileira e que haja transferência de tecnologia.
O ministro da Ciência e da Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que 12 empresas já demonstraram interesse em produzir tablets no Brasil e que um investimento do tamanho do da Foxconn pode gerar até 100 mil empregos, diretos e indiretos.
Historiador cultural critica a 'googalização' do mundo
Dê um Google no Google e você terá mais de 6 bilhões de resultados. Criado há 13 anos, o site hoje é muito mais que um buscador.
É um filtro do mundo, segundo Siva Vaidhyanathan, 45, especialista em história cultural e professor da Universidade de Virgínia, EUA.
Ele é autor de "The Googlization of Everything ""And why we should worry" (A Googalização de Tudo ""E por que devemos nos preocupar), lançado em março nos EUA.
Vaidhyanathan define-se como um dos primeiros usuários do site e teve a ideia do livro depois que soube de um plano do Google de digitalizar bibliotecas universitárias.
"Parecia muito controle para uma empresa só. Fiquei preocupado e resolvi investigar a companhia e a nossa relação com ela."
Em entrevista à Folha, ele fala como o Google é onipresente, onipotente e onisciente ""mas isso não faz com que seja benevolente.
Para o autor, devemos sempre nos perguntar: "Por que essa lista de resultados, e não outra?".
Siva Vaidhyanathan - Sim, as duas coisas. A tecnologia é parte da cultura, ela nos influencia da mesma forma que nós a influenciamos. E o Google é mundial. Ainda não é universal, mas está a caminho de ser.
Qual a consequência dessa "googalização"?
Cada vez mais, o Google muda a forma como vemos o mundo e como julgamos a informação. Para muitos, o site é fundamental para tomar decisões e muitos dependem dele para isso. Mais do que isso: o Google gere a nossa reputação. Ele gerencia as fontes de informação que encontramos. E as formas de comércio.
E revolucionou a internet?
Certamente. Antes do Google, a World Wide Web, que era apenas uma função da internet entre muitas outras, era incontrolável. Era difícil de navegar e, muitas vezes, desagradável. O Google fez da web um meio razoável e organizado. Ele deixou a minha vida e a vida de muitas pessoas mais fácil.
Isso não é positivo?
Pode ser. É uma boa empresa e faz um bom trabalho. Mas é uma empresa. Não devemos adorá-la só porque faz um bom trabalho. Devemos respeitá-la, mas não adorá-la. E o que ela fez de positivo no passado não determina necessariamente o que vai acontecer no futuro.
Mas adoramos o Google?
Existe uma certa mística em torno dele. As pessoas usam o site sem saber como ele funciona e sem questionar os resultados. A maioria o usa cegamente.
Por isso você fala em desmistificação?
As pessoas precisam perceber que o Google é falível, porque é uma empresa, construída e dirigida por seres humanos. E deve lucrar.
Esse é o primeiro objetivo. Nós cometemos um grande erro ao esquecermos isso e confiarmos cegamente. O Google fez muitas coisas boas para o mundo, mas isso é uma feliz coincidência.
Então como devemos usá-lo?
Quanto melhor entendermos como ele funciona, melhor poderemos corrigir a tendência que ele tem de nos dar respostas rasas, resultados rápidos que são projetados para ajudar a consumir coisas em vez de entender coisas. O Google é bom para uma pesquisa rápida, perguntas triviais. Não é bom para a profundidade, questões complexas, como debates científicos ou políticos.
Você acha que as pessoas deveriam parar de usar o site?
Elas podem fazer várias buscas diferentes. E devem começar a procurar e conhecer serviços que atendam necessidades específicas, como pesquisa científica ou dúvidas em saúde. E podemos voltar a usar as bibliotecas públicas regularmente. Profissionais treinados ainda são o melhor jeito de encontrar informações úteis sobre assuntos complexos.
Como você vê o futuro do Google e da internet?
A internet certamente mudou nossas vidas quase que instantaneamente. Mas nós podemos perder a liberdade e a abertura que ela nos permite se não lutarmos para preservá-la. Há governos e empresas que gostariam de controlá-la. Uma saída é termos alternativas múltiplas de pesquisa e esforços do governo para sistemas de informações claros e abertos.
AUTOR: Siva Vaidhyanathan
EDITORA: University of California
PREÇO: R$ 61,72; 296 págs.
ONDE ENCONTRAR: Em inglês, no site Livraria Cultura e na Amazon (versão impressa e para Kindle)
É um filtro do mundo, segundo Siva Vaidhyanathan, 45, especialista em história cultural e professor da Universidade de Virgínia, EUA.
Ele é autor de "The Googlization of Everything ""And why we should worry" (A Googalização de Tudo ""E por que devemos nos preocupar), lançado em março nos EUA.
Vaidhyanathan define-se como um dos primeiros usuários do site e teve a ideia do livro depois que soube de um plano do Google de digitalizar bibliotecas universitárias.
"Parecia muito controle para uma empresa só. Fiquei preocupado e resolvi investigar a companhia e a nossa relação com ela."
Em entrevista à Folha, ele fala como o Google é onipresente, onipotente e onisciente ""mas isso não faz com que seja benevolente.
Para o autor, devemos sempre nos perguntar: "Por que essa lista de resultados, e não outra?".
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Folha - Vivemos em um mundo "googalizado", além de globalizado? Siva Vaidhyanathan - Sim, as duas coisas. A tecnologia é parte da cultura, ela nos influencia da mesma forma que nós a influenciamos. E o Google é mundial. Ainda não é universal, mas está a caminho de ser.
Qual a consequência dessa "googalização"?
Cada vez mais, o Google muda a forma como vemos o mundo e como julgamos a informação. Para muitos, o site é fundamental para tomar decisões e muitos dependem dele para isso. Mais do que isso: o Google gere a nossa reputação. Ele gerencia as fontes de informação que encontramos. E as formas de comércio.
E revolucionou a internet?
Certamente. Antes do Google, a World Wide Web, que era apenas uma função da internet entre muitas outras, era incontrolável. Era difícil de navegar e, muitas vezes, desagradável. O Google fez da web um meio razoável e organizado. Ele deixou a minha vida e a vida de muitas pessoas mais fácil.
Isso não é positivo?
Pode ser. É uma boa empresa e faz um bom trabalho. Mas é uma empresa. Não devemos adorá-la só porque faz um bom trabalho. Devemos respeitá-la, mas não adorá-la. E o que ela fez de positivo no passado não determina necessariamente o que vai acontecer no futuro.
Mas adoramos o Google?
Existe uma certa mística em torno dele. As pessoas usam o site sem saber como ele funciona e sem questionar os resultados. A maioria o usa cegamente.
Por isso você fala em desmistificação?
As pessoas precisam perceber que o Google é falível, porque é uma empresa, construída e dirigida por seres humanos. E deve lucrar.
Esse é o primeiro objetivo. Nós cometemos um grande erro ao esquecermos isso e confiarmos cegamente. O Google fez muitas coisas boas para o mundo, mas isso é uma feliz coincidência.
Então como devemos usá-lo?
Quanto melhor entendermos como ele funciona, melhor poderemos corrigir a tendência que ele tem de nos dar respostas rasas, resultados rápidos que são projetados para ajudar a consumir coisas em vez de entender coisas. O Google é bom para uma pesquisa rápida, perguntas triviais. Não é bom para a profundidade, questões complexas, como debates científicos ou políticos.
Você acha que as pessoas deveriam parar de usar o site?
Elas podem fazer várias buscas diferentes. E devem começar a procurar e conhecer serviços que atendam necessidades específicas, como pesquisa científica ou dúvidas em saúde. E podemos voltar a usar as bibliotecas públicas regularmente. Profissionais treinados ainda são o melhor jeito de encontrar informações úteis sobre assuntos complexos.
Como você vê o futuro do Google e da internet?
A internet certamente mudou nossas vidas quase que instantaneamente. Mas nós podemos perder a liberdade e a abertura que ela nos permite se não lutarmos para preservá-la. Há governos e empresas que gostariam de controlá-la. Uma saída é termos alternativas múltiplas de pesquisa e esforços do governo para sistemas de informações claros e abertos.
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THE GOOGLIZATION OF EVERYTHINGAUTOR: Siva Vaidhyanathan
EDITORA: University of California
PREÇO: R$ 61,72; 296 págs.
ONDE ENCONTRAR: Em inglês, no site Livraria Cultura e na Amazon (versão impressa e para Kindle)
Zuckerberg, o oráculo, fala
Como pergunta o Twitter: "What°s happening?"
Saiba vendo a entrevista de Mark Zuckerberg, 27, fundador e controlador do Facebook, para Maurice Lévy, 69, CEO da Publicis, um dos maiores grupos de propaganda do mundo.
O vídeo da entrevista em sua íntegra está em www.eg8forum.com/en/videos/, o site oficial do e-G8, um fórum sobre o mundo digital que antecedeu o encontro de cúpula do G-8 na França.
A conversação opôs desde o começo, de forma brutal, o velho mundo da publicidade com o novo mundo da, do... ainda não sabemos, mas ver Zuckerberg ajuda a pensar.
A velha propaganda está tão ameaçada pelo Facebook. Basta sentir a reverência do venerável Lévy com Zuckerberg, que aos 27 anos é hoje o homem mais importante da propaganda sem nunca ter sido um homem da propaganda.
Para Zuckerberg, o oráculo, vivemos num mundo mais aberto e conectado onde as pessoas compartilharão cada vez mais coisas, opiniões, sentimentos com amigos e parentes. Compartilhar é a chave. Compartilhar com os amigos e a família é um desejo universal, diz, de todas as culturas e regiões de um mundo onde quase 10% da população estão conectados pelo Facebook. Essa conexão permite que as pessoas tenham voz e sejam ouvidas, o que forma uma apreciação melhor das coisas e ao final permite que os bons prevaleçam, tornando o mundo muito melhor.
Zuckerberg diz ainda que o Facebook já mudou a indústria de games e mudará nada menos que todas as mídias. Como o consumo de mídia é naturalmente compartilhado, ele migrará para plataformas sociais como a do Facebook: filmes, músicas, livros, notícias, tudo será consumido em plataformas de relacionamentos sociais como o Facebook.
Compartilho a seguir, por tópicos, algumas ideias do oráculo de Palo Alto, mas você precisa vê-lo disparando seus pensamentos com a velocidade de um superchip para entendê-los melhor.
O Facebook está baseado na realidade. As pessoas no Facebook são o que elas são no seu dia a dia. Há valor em sites onde se pode assumir identidades falsas, mas o valor do Facebook vem do fato de mostrar a realidade das pessoas. A opinião dada no Facebook tem valor porque ela está atrelada a uma pessoa real, que responde por suas opiniões perante seus próximos.
PROPAGANDA
"Eu estou no ramo da propaganda, é assim que ganhamos dinheiro", diz Zuckerberg como se isso fosse um pequeno detalhe do que faz.
"O meu também", retruca Lévy.
"Lados diferentes da, lados diferentes da...", balbucia Zuckerberg.
Lévy corta: "Eu sei, eu sei, estamos agora ficando muito pequenos comparados a você."
Zuckerman conta conversa com produtor de cinema que lhe revelou em tom de queixa que agora não se pode mais fazer dinheiro com filmes ruins. Antes, com um bom marketing, você garantia uma boa estreia e duas, três semanas de exibição do seu filme ruim. Agora, no primeiro dia de exibição, ou muitas vezes antes mesmo da estreia, já há uma opinião formada sobre o filme na web. Se for ruim, não importa o marketing mais eficiente, ninguém vai, lamentou o produtor. "Mas essa é a beleza da coisa", enfatiza Zuckerman. "Bons filmes devem ser capazes de fazer mais dinheiro, filmes ruins, não". A propaganda não vai mais conseguir vender produtos se eles forem ruins. Ao menos não com a mesma facilidade.
"Um mundo onde melhores produtos e melhores ideias prevaleçam, é isso que estamos construindo", diz.
Zuckerberg numa hora faz pergunta retórica a Lévy como se ainda precisasse provar sua superioridade: o que é mais eficiente, a propaganda que você mostra às pessoas dos produtos de uma empresa ou eu dizendo aos meus amigos que aquele produto é bom? Lévy teve de concordar com ele.
PRIVACIDADE
Pessoas escolhem seus próprios limites de exposição pública: alguns compartilham muito, outros preferem ver o que os outros compartilham. Cada vez vão achar um balanço novo entre o que mostrar e não mostrar. E isso está evoluindo muito rapidamente. As pessoas estão começando a entender melhor o que é compartilhar e tendem a revelar mais de si depois desse entendimento.
O BEM PREVALECE
Graças à internet, que permite compartilhar tudo com todos, as opiniões corretas prevalecerão, os melhores produtos prevalecerão, e o Facebook é prova disso.
Zuckerberg conta que quando o site de relacionamento MySpace tinha 100 milhões de usuários e o Facebook, 10 milhões, o Yahoo ofereceu a ele U$ 1 bilhão pelo seu site. Aos 22 anos, Zuckerberg disse não a um cheque de US$ 1 bilhão, e todos acharam que ele era louco (ele é louco!). Mas ele estava seguro que tinha um produto melhor que o MySpace e, demonstrando sua tese, o Facebook prevaleceu. E vale hoje, com seus mais de 500 milhões de usuários, sei lá, US$ 50 bilhões foi o última estimativa, mas velha de meses.
TENDÊNCIAS DA WEB
A capacidade de compartilhar qualquer coisa com quem quiser é a grande tendência da web hoje e ainda por muito tempo. A indústria dos games viu como isso é transformador. As empresas que passaram a desenvolver games para redes sociais ultrapassaram rapidamente as que fazem games para consoles individuais. Os games são atividades muito sociais, assim como as mídias em geral, que serão os próximos passos da dominação do Facebook e das redes sociais.
Compartilhar o que você compra (dados do cartão de crédito) pode ser muito interessante para seus amigos. Compartilhar a sua localização já é uma tendência muito forte, as pessoas querem saber quem está por perto delas.
Essa tendência dominante de compartilhar ainda está mais perto do começo do que do fim. Ainda vai mudar e evoluir muito.
MÍDIA DOMINADA
Músicas, filmes, TV, notícias, livros, todas as coisas que gostamos de compartilhar e conversar com os amigos serão dominadas por empresas operando em plataformas de redes de relacionamento social como o Facebook. Todas essas mídias mudarão completamente em até cinco anos (fala como se isso fosse um prazo longo). O Facebook não será uma empresa de música ou das outras mídias, mas elas rodarão na plataforma do site.
DESIGN SOCIAL
Lévy faz finalmente uma pergunta elogiada por Zuckerberg: "O que é a parte mais importante do seu DNA, a da tecnologia ou a do social?"
Zuckerman diz que ambas, que as pessoas e empresas podem compreender só uma ou duas coisas muito bem. Lembra que estudou tecnologia e psicologia na universidade e que o Facebook é isso: a tecnologia e o social.
Os funcionários do Facebook usam o termo "social design" para descrever o que fazem. Criar e estruturar coisas ligadas às nossas experiências sociais é diferente de outros designs. Por exemplo, como construir sua lista de amigos no Facebook. É um design muito diferente do habitual. Dizer não a um pedido de amigo pode ser muito mais estressante do que recusar um produto, há uma outra pessoa do outro lado. Por isso o Facebook trocou o "aceito" ou "não aceito" um amigo por "aceito" ou "não aceito agora", o que é um não aceito disfarçado, mas que faz as pessoas se sentirem melhor ao rejeitar o pedido. Isso é "social design".
O PODER DAS FACES
O Facebook tem imagens dos rostos das pessoas em toda parte. "O que aprendi estudando psicologia", afirma, "é que as pessoas tem parte grande do cérebro que serve só para identificar rostos, aprende-se muito olhando os rostos das pessoas".
REVOLUÇÕES NO MUNDO ÁRABE
As revoltas árabes são sintomas de algo maior, as pessoas agora podem se comunicar e compartilhar suas opiniões, isso não e só Facebook, mas é a internet. Quando as pessoas conseguem expressar suas opiniões, coisas muito boas acontecem só porque as vozes das pessoas são mais ouvidas.
Seria muito arrogante a qualquer empresa de tecnologia reivindicar papel relevante nas revoltas árabes, diz. O Facebook não foi nem necessário nem suficiente para as revoltas, mas sim o sentimento das pessoas que queriam mudanças em seus países.
REBOBINANDO O MUNDO
"Estamos rebobinando o mundo", resume. Primeiro as pessoas começaram a compartilhar suas coisas, depois as empresas entraram na onda, depois virá a política, a relação com os governantes e os governos é a próxima fronteira nos sites de relacionamento. Páginas dos líderes políticos no Facebook interagem com as redes sociais, tornam essa troca pela primeira vez muito próxima, relevante e abrangente. Mas não é o Facebook, é a internet, lembra sempre.
Resumi aqui alguns pensamentos de Zuckerberg. Repito, veja a entrevista toda. E depois compartilhe com seus amigos. O bem prevalecerá. O oráculo falou. Amém.
Saiba vendo a entrevista de Mark Zuckerberg, 27, fundador e controlador do Facebook, para Maurice Lévy, 69, CEO da Publicis, um dos maiores grupos de propaganda do mundo.
O vídeo da entrevista em sua íntegra está em www.eg8forum.com/en/videos/, o site oficial do e-G8, um fórum sobre o mundo digital que antecedeu o encontro de cúpula do G-8 na França.
A conversação opôs desde o começo, de forma brutal, o velho mundo da publicidade com o novo mundo da, do... ainda não sabemos, mas ver Zuckerberg ajuda a pensar.
A velha propaganda está tão ameaçada pelo Facebook. Basta sentir a reverência do venerável Lévy com Zuckerberg, que aos 27 anos é hoje o homem mais importante da propaganda sem nunca ter sido um homem da propaganda.
Para Zuckerberg, o oráculo, vivemos num mundo mais aberto e conectado onde as pessoas compartilharão cada vez mais coisas, opiniões, sentimentos com amigos e parentes. Compartilhar é a chave. Compartilhar com os amigos e a família é um desejo universal, diz, de todas as culturas e regiões de um mundo onde quase 10% da população estão conectados pelo Facebook. Essa conexão permite que as pessoas tenham voz e sejam ouvidas, o que forma uma apreciação melhor das coisas e ao final permite que os bons prevaleçam, tornando o mundo muito melhor.
Zuckerberg diz ainda que o Facebook já mudou a indústria de games e mudará nada menos que todas as mídias. Como o consumo de mídia é naturalmente compartilhado, ele migrará para plataformas sociais como a do Facebook: filmes, músicas, livros, notícias, tudo será consumido em plataformas de relacionamentos sociais como o Facebook.
Compartilho a seguir, por tópicos, algumas ideias do oráculo de Palo Alto, mas você precisa vê-lo disparando seus pensamentos com a velocidade de um superchip para entendê-los melhor.
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REALIDADE O Facebook está baseado na realidade. As pessoas no Facebook são o que elas são no seu dia a dia. Há valor em sites onde se pode assumir identidades falsas, mas o valor do Facebook vem do fato de mostrar a realidade das pessoas. A opinião dada no Facebook tem valor porque ela está atrelada a uma pessoa real, que responde por suas opiniões perante seus próximos.
PROPAGANDA
"Eu estou no ramo da propaganda, é assim que ganhamos dinheiro", diz Zuckerberg como se isso fosse um pequeno detalhe do que faz.
"O meu também", retruca Lévy.
"Lados diferentes da, lados diferentes da...", balbucia Zuckerberg.
Lévy corta: "Eu sei, eu sei, estamos agora ficando muito pequenos comparados a você."
Zuckerman conta conversa com produtor de cinema que lhe revelou em tom de queixa que agora não se pode mais fazer dinheiro com filmes ruins. Antes, com um bom marketing, você garantia uma boa estreia e duas, três semanas de exibição do seu filme ruim. Agora, no primeiro dia de exibição, ou muitas vezes antes mesmo da estreia, já há uma opinião formada sobre o filme na web. Se for ruim, não importa o marketing mais eficiente, ninguém vai, lamentou o produtor. "Mas essa é a beleza da coisa", enfatiza Zuckerman. "Bons filmes devem ser capazes de fazer mais dinheiro, filmes ruins, não". A propaganda não vai mais conseguir vender produtos se eles forem ruins. Ao menos não com a mesma facilidade.
"Um mundo onde melhores produtos e melhores ideias prevaleçam, é isso que estamos construindo", diz.
Zuckerberg numa hora faz pergunta retórica a Lévy como se ainda precisasse provar sua superioridade: o que é mais eficiente, a propaganda que você mostra às pessoas dos produtos de uma empresa ou eu dizendo aos meus amigos que aquele produto é bom? Lévy teve de concordar com ele.
PRIVACIDADE
Pessoas escolhem seus próprios limites de exposição pública: alguns compartilham muito, outros preferem ver o que os outros compartilham. Cada vez vão achar um balanço novo entre o que mostrar e não mostrar. E isso está evoluindo muito rapidamente. As pessoas estão começando a entender melhor o que é compartilhar e tendem a revelar mais de si depois desse entendimento.
O BEM PREVALECE
Graças à internet, que permite compartilhar tudo com todos, as opiniões corretas prevalecerão, os melhores produtos prevalecerão, e o Facebook é prova disso.
Zuckerberg conta que quando o site de relacionamento MySpace tinha 100 milhões de usuários e o Facebook, 10 milhões, o Yahoo ofereceu a ele U$ 1 bilhão pelo seu site. Aos 22 anos, Zuckerberg disse não a um cheque de US$ 1 bilhão, e todos acharam que ele era louco (ele é louco!). Mas ele estava seguro que tinha um produto melhor que o MySpace e, demonstrando sua tese, o Facebook prevaleceu. E vale hoje, com seus mais de 500 milhões de usuários, sei lá, US$ 50 bilhões foi o última estimativa, mas velha de meses.
TENDÊNCIAS DA WEB
A capacidade de compartilhar qualquer coisa com quem quiser é a grande tendência da web hoje e ainda por muito tempo. A indústria dos games viu como isso é transformador. As empresas que passaram a desenvolver games para redes sociais ultrapassaram rapidamente as que fazem games para consoles individuais. Os games são atividades muito sociais, assim como as mídias em geral, que serão os próximos passos da dominação do Facebook e das redes sociais.
Compartilhar o que você compra (dados do cartão de crédito) pode ser muito interessante para seus amigos. Compartilhar a sua localização já é uma tendência muito forte, as pessoas querem saber quem está por perto delas.
Essa tendência dominante de compartilhar ainda está mais perto do começo do que do fim. Ainda vai mudar e evoluir muito.
MÍDIA DOMINADA
Músicas, filmes, TV, notícias, livros, todas as coisas que gostamos de compartilhar e conversar com os amigos serão dominadas por empresas operando em plataformas de redes de relacionamento social como o Facebook. Todas essas mídias mudarão completamente em até cinco anos (fala como se isso fosse um prazo longo). O Facebook não será uma empresa de música ou das outras mídias, mas elas rodarão na plataforma do site.
DESIGN SOCIAL
Lévy faz finalmente uma pergunta elogiada por Zuckerberg: "O que é a parte mais importante do seu DNA, a da tecnologia ou a do social?"
Zuckerman diz que ambas, que as pessoas e empresas podem compreender só uma ou duas coisas muito bem. Lembra que estudou tecnologia e psicologia na universidade e que o Facebook é isso: a tecnologia e o social.
Os funcionários do Facebook usam o termo "social design" para descrever o que fazem. Criar e estruturar coisas ligadas às nossas experiências sociais é diferente de outros designs. Por exemplo, como construir sua lista de amigos no Facebook. É um design muito diferente do habitual. Dizer não a um pedido de amigo pode ser muito mais estressante do que recusar um produto, há uma outra pessoa do outro lado. Por isso o Facebook trocou o "aceito" ou "não aceito" um amigo por "aceito" ou "não aceito agora", o que é um não aceito disfarçado, mas que faz as pessoas se sentirem melhor ao rejeitar o pedido. Isso é "social design".
O PODER DAS FACES
O Facebook tem imagens dos rostos das pessoas em toda parte. "O que aprendi estudando psicologia", afirma, "é que as pessoas tem parte grande do cérebro que serve só para identificar rostos, aprende-se muito olhando os rostos das pessoas".
REVOLUÇÕES NO MUNDO ÁRABE
As revoltas árabes são sintomas de algo maior, as pessoas agora podem se comunicar e compartilhar suas opiniões, isso não e só Facebook, mas é a internet. Quando as pessoas conseguem expressar suas opiniões, coisas muito boas acontecem só porque as vozes das pessoas são mais ouvidas.
Seria muito arrogante a qualquer empresa de tecnologia reivindicar papel relevante nas revoltas árabes, diz. O Facebook não foi nem necessário nem suficiente para as revoltas, mas sim o sentimento das pessoas que queriam mudanças em seus países.
REBOBINANDO O MUNDO
"Estamos rebobinando o mundo", resume. Primeiro as pessoas começaram a compartilhar suas coisas, depois as empresas entraram na onda, depois virá a política, a relação com os governantes e os governos é a próxima fronteira nos sites de relacionamento. Páginas dos líderes políticos no Facebook interagem com as redes sociais, tornam essa troca pela primeira vez muito próxima, relevante e abrangente. Mas não é o Facebook, é a internet, lembra sempre.
Resumi aqui alguns pensamentos de Zuckerberg. Repito, veja a entrevista toda. E depois compartilhe com seus amigos. O bem prevalecerá. O oráculo falou. Amém.
iTunes chega ao Brasil em outubro pelo varejo
Depois de anos de expectativa dos internautas brasileiros, o serviço de venda de músicas digitais da Apple, o iTunes Store, finalmente tem data e estratégia definidas para estrear no país, informa reportagem de Camila Fusco para a Folha.
A reportagem está disponível na íntegra para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
A previsão é que a partir de outubro cartões pré-pagos sejam vendidos no varejo brasileiro para que os usuários possam, mesmo sem cartão de crédito, baixar aplicativos, músicas e vídeos legalizados do serviço da Apple.
Segundo a Folha apurou, os preços dos cartões são R$ 10, R$ 20 e R$ 40. Serão vendidos inicialmente nas principais redes de revenda de produtos da Apple, como Fast Shop, Fnac e Extra.
As últimas negociações para o início do serviço no segundo semestre estão sendo conduzidas nesta semana.
De acordo com executivos ouvidos pela reportagem, os preços dos arquivos deverão estar em reais.
Procurada, a Apple não se pronunciou.
A reportagem está disponível na íntegra para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
A previsão é que a partir de outubro cartões pré-pagos sejam vendidos no varejo brasileiro para que os usuários possam, mesmo sem cartão de crédito, baixar aplicativos, músicas e vídeos legalizados do serviço da Apple.
Segundo a Folha apurou, os preços dos cartões são R$ 10, R$ 20 e R$ 40. Serão vendidos inicialmente nas principais redes de revenda de produtos da Apple, como Fast Shop, Fnac e Extra.
As últimas negociações para o início do serviço no segundo semestre estão sendo conduzidas nesta semana.
De acordo com executivos ouvidos pela reportagem, os preços dos arquivos deverão estar em reais.
Procurada, a Apple não se pronunciou.
Sony registra perda de US$ 3,2 bilhões no ano fiscal de 2010
A gigante japonesa Sony anunciou nesta quinta-feira uma perda líquida de 259,6 bilhões de ienes (cerca de US$ 3,2 bilhões) no ano fiscal de 2010, valor seis vezes superior ao montante que perdeu no ano precedente.
O lucro operacional da multinacional no ano fiscal de 2010, concluído em 31 de março, foi de 199,8 bilhões de ienes (cerca de US$ 2,5 bilhões), acima dos 31,8 bilhões de ienes (cerca de US$ 390 milhões) do ano anterior.
A empresa japonesa atribuiu o aumento da perda líquida à valorização do iene e seu efeito nas exportações, assim como ao impacto do terremoto e do devastador tsunami de 11 de março.
Neste sentido, os dados negativos aumentaram no último trimestre do ano fiscal, quando a perda líquida foi de 388,8 bilhões de ienes (cerca de US$ 4,8 bilhões) e a perda operacional ascendeu a 73,37 bilhões de ienes (cerca de US$ 900 milhões), detalhou o grupo.
No entanto, a Sony prevê para o atual ano fiscal lucro líquido de 80 bilhões de ienes (693 milhões de euros), ao tempo que espera manter seu lucro operacional em 200 bilhões de ienes (cerca de US$ 2,5 bilhões).
No ano concluído em março, as vendas da empresa chegaram a 7,181 trilhões de ienes (cerca de US$ 87,6 bilhões), 0,5% menos que no mesmo período de 2009.
A Sony detalhou que o faturamento desceu em quase todos os segmentos, exceto o de eletrônica de consumo, que inclui televisores, áudio, vídeo e semicondutores, e o de Rede de Produtos e Serviços, que inclui a divisão de videogames.
Além dos efeitos do terremoto, que levou à paralisação temporária de várias de suas fábricas no Japão, a Sony sofreu outro revés devido aos ataques a vários de seus serviços online desde abril, que vazaram os dados de mais de 100 milhões de usuários.
Os ataques de hackers afetaram inicialmente as plataformas online da Sony PlayStation Network (PSN) e o Qriocity, das quais podem ter sido roubados os dados de 77 milhões de contas, e posteriormente se estenderam a serviços como o Sony Online Entertainment (SOE) e algumas páginas da Sony Ericsson.
O lucro operacional da multinacional no ano fiscal de 2010, concluído em 31 de março, foi de 199,8 bilhões de ienes (cerca de US$ 2,5 bilhões), acima dos 31,8 bilhões de ienes (cerca de US$ 390 milhões) do ano anterior.
A empresa japonesa atribuiu o aumento da perda líquida à valorização do iene e seu efeito nas exportações, assim como ao impacto do terremoto e do devastador tsunami de 11 de março.
Neste sentido, os dados negativos aumentaram no último trimestre do ano fiscal, quando a perda líquida foi de 388,8 bilhões de ienes (cerca de US$ 4,8 bilhões) e a perda operacional ascendeu a 73,37 bilhões de ienes (cerca de US$ 900 milhões), detalhou o grupo.
No entanto, a Sony prevê para o atual ano fiscal lucro líquido de 80 bilhões de ienes (693 milhões de euros), ao tempo que espera manter seu lucro operacional em 200 bilhões de ienes (cerca de US$ 2,5 bilhões).
No ano concluído em março, as vendas da empresa chegaram a 7,181 trilhões de ienes (cerca de US$ 87,6 bilhões), 0,5% menos que no mesmo período de 2009.
A Sony detalhou que o faturamento desceu em quase todos os segmentos, exceto o de eletrônica de consumo, que inclui televisores, áudio, vídeo e semicondutores, e o de Rede de Produtos e Serviços, que inclui a divisão de videogames.
Além dos efeitos do terremoto, que levou à paralisação temporária de várias de suas fábricas no Japão, a Sony sofreu outro revés devido aos ataques a vários de seus serviços online desde abril, que vazaram os dados de mais de 100 milhões de usuários.
Os ataques de hackers afetaram inicialmente as plataformas online da Sony PlayStation Network (PSN) e o Qriocity, das quais podem ter sido roubados os dados de 77 milhões de contas, e posteriormente se estenderam a serviços como o Sony Online Entertainment (SOE) e algumas páginas da Sony Ericsson.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Zona Franca produzirá tablets a partir de junho
Três empresas receberam autorização da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) na última sexta-feira (21) para produzir tablets no Brasil.
Os projetos, que somam US$ 51,2 milhões em investimentos, são das brasileiras Digibrás (do grupo CCE) e CBTD --que controla a marca Gradiente-- e da panamenha Greenworld.
As empresas produzirão, a partir do próximo mês, tablets de tecnologia chinesa e taiwanesa, segundo a Suframa. A linha de produção de cada companhia deve gerar entre 110 e 130 empregos na Zona Franca de Manaus.
Os benefícios fiscais que serão concedidos às companhias são os mesmos previstos para fabricantes de computadores com tela "touch screen" que pesam menos de um quilo, no qual se enquadram também os "palmtops".
O governo federal ainda trabalha num projeto que dará isenções específicas e mais vantajosas para a produção de tablets. A isenção do PIS e Cofins é um dos pedidos da gigante taiwanesa Foxconn, que começa a montar o iPad --tablet da Apple-- a partir de julho, em Jundiaí (SP).
A Greenworld diz que produzirá 5.000 tablets no primeiro mês. O equipamento, de tecnologia chinesa, chegará ao mercado nacional custando R$ 699, segundo o consultor Washington Encarnação, responsável pelo aprovação do projeto da empresa na Suframa.
A marca do produto não foi divulgada. Segundo Encarnação, a Greenworld escolheu Manaus pelas vantagens nas isenções do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e do ICMS, que foi zerado pelo governo do Estado para a comercialização de tablets.
Procurada pela Folha, a Digibrás informou que só falaria hoje sobre a produção de tablets. Representantes da empresa CBTD não foram localizados.
Os projetos, que somam US$ 51,2 milhões em investimentos, são das brasileiras Digibrás (do grupo CCE) e CBTD --que controla a marca Gradiente-- e da panamenha Greenworld.
As empresas produzirão, a partir do próximo mês, tablets de tecnologia chinesa e taiwanesa, segundo a Suframa. A linha de produção de cada companhia deve gerar entre 110 e 130 empregos na Zona Franca de Manaus.
Os benefícios fiscais que serão concedidos às companhias são os mesmos previstos para fabricantes de computadores com tela "touch screen" que pesam menos de um quilo, no qual se enquadram também os "palmtops".
O governo federal ainda trabalha num projeto que dará isenções específicas e mais vantajosas para a produção de tablets. A isenção do PIS e Cofins é um dos pedidos da gigante taiwanesa Foxconn, que começa a montar o iPad --tablet da Apple-- a partir de julho, em Jundiaí (SP).
A Greenworld diz que produzirá 5.000 tablets no primeiro mês. O equipamento, de tecnologia chinesa, chegará ao mercado nacional custando R$ 699, segundo o consultor Washington Encarnação, responsável pelo aprovação do projeto da empresa na Suframa.
A marca do produto não foi divulgada. Segundo Encarnação, a Greenworld escolheu Manaus pelas vantagens nas isenções do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e do ICMS, que foi zerado pelo governo do Estado para a comercialização de tablets.
Procurada pela Folha, a Digibrás informou que só falaria hoje sobre a produção de tablets. Representantes da empresa CBTD não foram localizados.
Falha no Twitter apaga temporariamente postagens da timeline
Por volta das 17h desta quarta-feira (25), alguns usuários do Twitter tiveram dificuldades no uso da rede social.
Um post no blog oficial do serviço confirmou o problema: para algumas pessoas, a timeline aparecia em branco, como se não houvesse seguidores a serem lidos.
"A equipe sabe do problema e está trabalhando para resolver em breve a questão", diz o post.
Em alguns casos apenas as mensagens antigas desapareceram; novos tuítes gerados surgem normalmente na timeline. Segundo a equipe do microblog, as postagens voltarão a aparecer aos poucos para todos os usuários que continuam com o problema.
Um post no blog oficial do serviço confirmou o problema: para algumas pessoas, a timeline aparecia em branco, como se não houvesse seguidores a serem lidos.
"A equipe sabe do problema e está trabalhando para resolver em breve a questão", diz o post.
Em alguns casos apenas as mensagens antigas desapareceram; novos tuítes gerados surgem normalmente na timeline. Segundo a equipe do microblog, as postagens voltarão a aparecer aos poucos para todos os usuários que continuam com o problema.
Facebook não é necessário para fazer revolução, diz Zuckerberg
O Facebook não é "nem necessário, nem suficiente" para fazer a revolução, afirmou nesta quarta-feira, em Paris, seu fundador e diretor, Mark Zuckerberg, minimizando seu papel nos movimentos democráticos nos países árabes.
"Seria tremendamente arrogante para uma empresa de tecnologia reivindicar um papel nos movimentos de protesto", declarou Zuckerberg, 27, na intervenção que encerrou dois dias de debates sobre a internet, uma cúpula batizada de e-G8, e que reuniu, em Paris, alguns diretores das principais empresas tecnológicas do mundo.
"O Facebook não foi nem necessário, nem suficiente" para fazer a revolução, insistiu Zuckerberg, na verdade foram "as populações que se encarregaram" desses movimentos de contestação.
O chefe da rede social reconheceu que "talvez o Facebook tenha podido contribuir e levar ferramentas" a essas revoltas, mas seu papel foi "muito menos importante do que o que disseram os meios de comunicação".
"Seria tremendamente arrogante para uma empresa de tecnologia reivindicar um papel nos movimentos de protesto", declarou Zuckerberg, 27, na intervenção que encerrou dois dias de debates sobre a internet, uma cúpula batizada de e-G8, e que reuniu, em Paris, alguns diretores das principais empresas tecnológicas do mundo.
"O Facebook não foi nem necessário, nem suficiente" para fazer a revolução, insistiu Zuckerberg, na verdade foram "as populações que se encarregaram" desses movimentos de contestação.
O chefe da rede social reconheceu que "talvez o Facebook tenha podido contribuir e levar ferramentas" a essas revoltas, mas seu papel foi "muito menos importante do que o que disseram os meios de comunicação".
Dia do orgulho nerd é o tópico mais comentado do Twitter no Brasil
O Dia do orgulho nerd, que ocorre nesta quarta-feira (25), já é o tópico mais comentado no Twitter no Brasil, segundo dados exibidos no microblog. O dia foi escolhido em homenagem à primeira exibição do primeiro filme da série Star Wars, em 1977, segundo a jornalista Pam Gaulin.
O dia 25 de maio também é conhecido como o Dia da Toalha, em referência à série de livros "O Guia dos Mochileiro das Galáxias", escrita por Douglas Adams. Originalmente, tratava-se de um programa de rádio, mas o conteúdo foi adaptado para outras plataformas.
Em sua série, Adams aponta a toalha como um dos objetos mais importantes para um "mochileiro interestelar". E é por isso que diversos usuários estão publicando nas redes sociais fotos com toalhas nas situações mais diversas.
Também está em evidência no Twitter nesta quarta-feira o personagem Sheldon Cooper, vivido pelo ator Jim Parsons em "The Big Bang Theory". Sheldon, um físico que mora na Califórnia e que vive usando camisetas de super-heróis, também é um símbolo do mundo geek.
Para acompanhar a mobilização pelo Dia do Orgulho Nerd ou pelo Dia da Toalha no Twitter, procure pelas hashtags #orgulhonerd, #diadatoalha, #diadoorgulhonerd e Sheldon Cooper.
O dia 25 de maio também é conhecido como o Dia da Toalha, em referência à série de livros "O Guia dos Mochileiro das Galáxias", escrita por Douglas Adams. Originalmente, tratava-se de um programa de rádio, mas o conteúdo foi adaptado para outras plataformas.
Em sua série, Adams aponta a toalha como um dos objetos mais importantes para um "mochileiro interestelar". E é por isso que diversos usuários estão publicando nas redes sociais fotos com toalhas nas situações mais diversas.
Também está em evidência no Twitter nesta quarta-feira o personagem Sheldon Cooper, vivido pelo ator Jim Parsons em "The Big Bang Theory". Sheldon, um físico que mora na Califórnia e que vive usando camisetas de super-heróis, também é um símbolo do mundo geek.
Para acompanhar a mobilização pelo Dia do Orgulho Nerd ou pelo Dia da Toalha no Twitter, procure pelas hashtags #orgulhonerd, #diadatoalha, #diadoorgulhonerd e Sheldon Cooper.
Facebook fecha parceria com Spotify para serviço de música, diz site
O Facebook fechou uma parceria com o Spotify para lançar um serviço de música por streaming, segundo informações do site da "Forbes". A previsão é de que o lançamento chegue aos usuários em cerca de duas semanas.
O serviço ainda está em fase de testes e terá um ícone próprio exibido na página do usuário, de acordo com a revista. Assim, os usuários poderão ouvir músicas por meio de seus perfis no Facebook.
A "Forbes" ainda afirma que o Spotify integrado no Facebook permitirá que os usuários ouçam faixas ao mesmo tempo que seus amigos da rede social.
O serviço ainda está em fase de testes e terá um ícone próprio exibido na página do usuário, de acordo com a revista. Assim, os usuários poderão ouvir músicas por meio de seus perfis no Facebook.
A "Forbes" ainda afirma que o Spotify integrado no Facebook permitirá que os usuários ouçam faixas ao mesmo tempo que seus amigos da rede social.
Aneel confirma contratos da Telebrás para plano de banda larga
A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) homologou os contratos de aluguel das fibras ópticas firmados entre Telebrás e Furnas, Chesf, Eletrosul e Eletronorte para condução do PNBL (Plano Nacional de Banda Larga).
O valor desses contratos, para 2011, é de R$ 3 milhões. A Telebrás vai pagar R$ 931,4 mil para a Eletronorte, R$ 1,3 milhão para a Chesf e R$ 873,9 mil para Furnas. O contrato com a Eletrosul não prevê pagamento de aluguel neste ano porque a rede da empresa só deverá ser utilizada no final de 2011. Todos os contratos têm validade de 10 anos.
A previsão da Telebrás é concluir em junho o primeiro trecho da rede nacional de telecomunicações que atenderá o PNBL. São 377 quilômetros de rede de Furnas que ligará Brasília a Itumbiara, em Goiás.
O valor desses contratos, para 2011, é de R$ 3 milhões. A Telebrás vai pagar R$ 931,4 mil para a Eletronorte, R$ 1,3 milhão para a Chesf e R$ 873,9 mil para Furnas. O contrato com a Eletrosul não prevê pagamento de aluguel neste ano porque a rede da empresa só deverá ser utilizada no final de 2011. Todos os contratos têm validade de 10 anos.
A previsão da Telebrás é concluir em junho o primeiro trecho da rede nacional de telecomunicações que atenderá o PNBL. São 377 quilômetros de rede de Furnas que ligará Brasília a Itumbiara, em Goiás.
iPhone branco chega ao Brasil e já pode ser comprado em SP
A versão branca do iPhone 4 começou a ser distribuída nesta semana no Brasil. Os aparelhos já começaram a chegar às operadoras e alguns consumidores já podem inclusive encontrá-los nas lojas.
Vivo, Claro e TIM confirmaram que já têm o iPhone 4 branco, que custará, em todas as lojas, o mesmo que o modelo original, na cor preta.
A Vivo afirmou que o aparelho já está disponível para venda na cidade de São Paulo e que estará nas lojas de todo o país até o final da semana. Nas lojas da Claro, o iPhone estará à venda em 15 dias. A TIM, por sua vez, afirmou que as principais lojas terão o aparelho ainda nesta semana.
O modelo branco do iPhone 4 foi lançado em diversos países no final de abril, quase um ano após o previsto.
A Apple planejou começar a vender o iPhone branco junto com o modelo preto em junho do ano passado, mas sua venda foi adiada várias vezes por problemas em sua confecção, em um raro revés para a fabricante de aparelhos da Califórnia.
"O iPhone 4 branco finalmente chegou e é lindo", afirmou o vice-presidente mundial de marketing da Apple, Philip Schiller, na época. "Agradecemos a todos que esperaram pacientemente enquanto trabalhávamos para finalizar todos os detalhes", afirmou Schiller em um comunicado.
A empresa vendeu 18,65 milhões de iPhones no seu segundo trimestre fiscal, crescimento de 113% sobre o mesmo período do ano passado.
Os aparelhos com 16 Gbytes de memória custam a partir de R$ 1.799 no Brasil, enquanto os com 32 Gbytes podem ser encontrados a R$ 2.099.
Vivo, Claro e TIM confirmaram que já têm o iPhone 4 branco, que custará, em todas as lojas, o mesmo que o modelo original, na cor preta.
A Vivo afirmou que o aparelho já está disponível para venda na cidade de São Paulo e que estará nas lojas de todo o país até o final da semana. Nas lojas da Claro, o iPhone estará à venda em 15 dias. A TIM, por sua vez, afirmou que as principais lojas terão o aparelho ainda nesta semana.
O modelo branco do iPhone 4 foi lançado em diversos países no final de abril, quase um ano após o previsto.
A Apple planejou começar a vender o iPhone branco junto com o modelo preto em junho do ano passado, mas sua venda foi adiada várias vezes por problemas em sua confecção, em um raro revés para a fabricante de aparelhos da Califórnia.
"O iPhone 4 branco finalmente chegou e é lindo", afirmou o vice-presidente mundial de marketing da Apple, Philip Schiller, na época. "Agradecemos a todos que esperaram pacientemente enquanto trabalhávamos para finalizar todos os detalhes", afirmou Schiller em um comunicado.
A empresa vendeu 18,65 milhões de iPhones no seu segundo trimestre fiscal, crescimento de 113% sobre o mesmo período do ano passado.
Os aparelhos com 16 Gbytes de memória custam a partir de R$ 1.799 no Brasil, enquanto os com 32 Gbytes podem ser encontrados a R$ 2.099.
Uma gigantesca família
O desconforto crescente que se tem com os progressos do ambiente digital é estranho. Por toda parte é comum ouvir quem se diga "burro demais" para esta ou aquela tecnologia ou que se queixa do tanto que não sabe e precisa aprender para sobreviver no mercado contemporâneo. É verdade que os computadores estão mais sofisticados e dissolvidos nas atividades cotidianas, mas não se pode dizer que tenham ficado mais espertos. Não são eles que estão aprendendo.
Nós é que estamos, continuamente. A angústia de se ver a fragmentação do dia em centenas de microtarefas simultâneas mascara o fato dessa capacidade ser inédita na história do homem. A insatisfação de não saber o suficiente e invejar quem não precisa ter acesso a esse conhecimento é típica de quem é inteligente. Quem nunca sentiu inveja dos burros e quis ser um deles, mesmo que só por alguns instantes?
Felizmente não há como reverter a evolução. Uma vez que se é exposto a uma experiência ou conhecimento, é praticamente impossível esquecê-la confortavelmente. Por isso é bom se acostumar: o mundo está bem complexo e sua tendência é se tornar cada vez mais sofisticado e difícil de entender, demandando um aprendizado cada vez maior --e, mesmo assim, incompleto.
Migramos para uma sofisticação e especialização crescente para a qual nunca haverá uma única solução final, correta ou única. A idéia de conhecimento absoluto é um velho mito. Em uma das mais conhecidas lendas alemãs, Fausto vende sua alma ao demônio para ser onisciente. Ao longo da história, muitas religiões e escolas de pensamento buscaram reforçar a ilusão de um futuro plástico e asséptico, distante do ambiente que nos cerca. Demorou muito tempo para descobrirmos o óbvio: que não somos inteligências lógicas e abstratas caminhando em grandes sacos de carne. Pelo contrário, somos animais grandes, multicelulares, com cérebros pesados e frágeis, que de vez em quando propõem uma ou outra coisa que faz sentido.
Esse autoconhecimento é cada vez mais importante para ajudar a acabar de vez com as idéias obsoletas de um futuro controlado, previsível e organizado. É difícil pensar em algo mais entediante e monótono. A interconexão amplifica a inteligência e torna claro que idéias como "qualidade total" ou "investimento seguro" não fazem o menor sentido.
A única coisa permanente em um ecossistema cheio de variáveis é seu desequilíbrio. Todos estamos condenados a falhar à medida que nos harmonizamos e integramos. É o mesmo raciocínio que se aplica quando se estuda economia, sociologia, meteorologia ou ecologia. Por mais que os valores individuais sejam variáveis, o todo costuma ser bastante evidente.
O mundo interconectado está cada vez mais parecido com uma família, em que ninguém é perfeito, mas que todos sabem que podem se apoiar uns nos outros quando for necessário. A rede se distancia da estrutura mecânica de um grupo de máquinas eletrônicas interligadas enquanto se aproxima do modelo de um cérebro, ambiente em que há mais aptidões do que funções burocráticas, e mesmo essas aptidões podem ser reprogramadas no caso de algum acidente.
Nós é que estamos, continuamente. A angústia de se ver a fragmentação do dia em centenas de microtarefas simultâneas mascara o fato dessa capacidade ser inédita na história do homem. A insatisfação de não saber o suficiente e invejar quem não precisa ter acesso a esse conhecimento é típica de quem é inteligente. Quem nunca sentiu inveja dos burros e quis ser um deles, mesmo que só por alguns instantes?
Felizmente não há como reverter a evolução. Uma vez que se é exposto a uma experiência ou conhecimento, é praticamente impossível esquecê-la confortavelmente. Por isso é bom se acostumar: o mundo está bem complexo e sua tendência é se tornar cada vez mais sofisticado e difícil de entender, demandando um aprendizado cada vez maior --e, mesmo assim, incompleto.
Migramos para uma sofisticação e especialização crescente para a qual nunca haverá uma única solução final, correta ou única. A idéia de conhecimento absoluto é um velho mito. Em uma das mais conhecidas lendas alemãs, Fausto vende sua alma ao demônio para ser onisciente. Ao longo da história, muitas religiões e escolas de pensamento buscaram reforçar a ilusão de um futuro plástico e asséptico, distante do ambiente que nos cerca. Demorou muito tempo para descobrirmos o óbvio: que não somos inteligências lógicas e abstratas caminhando em grandes sacos de carne. Pelo contrário, somos animais grandes, multicelulares, com cérebros pesados e frágeis, que de vez em quando propõem uma ou outra coisa que faz sentido.
Esse autoconhecimento é cada vez mais importante para ajudar a acabar de vez com as idéias obsoletas de um futuro controlado, previsível e organizado. É difícil pensar em algo mais entediante e monótono. A interconexão amplifica a inteligência e torna claro que idéias como "qualidade total" ou "investimento seguro" não fazem o menor sentido.
A única coisa permanente em um ecossistema cheio de variáveis é seu desequilíbrio. Todos estamos condenados a falhar à medida que nos harmonizamos e integramos. É o mesmo raciocínio que se aplica quando se estuda economia, sociologia, meteorologia ou ecologia. Por mais que os valores individuais sejam variáveis, o todo costuma ser bastante evidente.
O mundo interconectado está cada vez mais parecido com uma família, em que ninguém é perfeito, mas que todos sabem que podem se apoiar uns nos outros quando for necessário. A rede se distancia da estrutura mecânica de um grupo de máquinas eletrônicas interligadas enquanto se aproxima do modelo de um cérebro, ambiente em que há mais aptidões do que funções burocráticas, e mesmo essas aptidões podem ser reprogramadas no caso de algum acidente.
Governo dos EUA alerta sobre falha de segurança da Siemens
O governo dos Estados Unidos alertou clientes da Siemens de que sistemas de gestão de controle industrial que eles compraram da empresa têm uma falha de segurança que, de acordo com um pesquisador, poderia permitir que hackers prejudiquem infraestrutura essencial.
A Siemens ainda está se recuperando das consequências da descoberta do vírus Stuxnet, no ano passado, um worm criado especificamente para atacar seus sistemas de controle industrial. Acredita-se que o Stuxnet tenha danificado cerca de mil centrífugas usadas pelo Irã para o enriquecimento de urânio, no final de 2009 ou no começo de 2010.
Ataques aos sistemas da empresa poderiam ter impacto amplo. A tecnologia da Siemens é usada para gerir usinas elétricas, sistemas de distribuição de água, indústrias químicas e outras instalações críticas de infraestrutura em todo o mundo.
O conglomerado alemão, que minimizou a importância das falhas depois que elas foram reveladas na semana passada pela NSS Labs, uma empresa de segurança na computação, afirmou na terça-feira que está desenvolvendo atualizações de software para resolver os mais recentes problemas de segurança em seus sistemas de controle industrial.
A equipe de resposta de emergência para sistemas de controle industrial do Departamento de Segurança Interna dos EUA, conhecida como ICS-CERT, enviou o alerta a companhias de energia, água e outros operadores de sistemas de controle industrial em 19 de maio.
Mas manteve a discrição sobre o assunto posteriormente, enquanto seus engenheiros colaboram com a Siemens e a NSS Labs para encontrar correções para as vulnerabilidades. A organização divulgou um comunicado no qual revelava o alerta em resposta a perguntas da Reuters.
O ICS-CERT em geral não divulga vulnerabilidades de segurança antes que elas sejam corrigidas, por preocupação de que os hackers possam tentar explorar os defeitos ainda não sanados.
O alerta do governo discutia as medidas que os operadores de sistemas de controle industrial Siemens poderiam adotar enquanto esperam solução mais permanente, disse Chris Ortman, porta-voz do Departamento de Segurança Interna.
"O ICS-CERT continuará a trabalhar com a NSS Labs e a Siemens para encontrar solução para essa vulnerabilidade e divulgará novas medidas atenuantes assim que tenham sido devidamente testadas e validadas", afirmou.
A Siemens divulgou comunicado no qual afirma que deve distribuir software para corrigir as falhas nas próximas semanas.
A Siemens ainda está se recuperando das consequências da descoberta do vírus Stuxnet, no ano passado, um worm criado especificamente para atacar seus sistemas de controle industrial. Acredita-se que o Stuxnet tenha danificado cerca de mil centrífugas usadas pelo Irã para o enriquecimento de urânio, no final de 2009 ou no começo de 2010.
Ataques aos sistemas da empresa poderiam ter impacto amplo. A tecnologia da Siemens é usada para gerir usinas elétricas, sistemas de distribuição de água, indústrias químicas e outras instalações críticas de infraestrutura em todo o mundo.
O conglomerado alemão, que minimizou a importância das falhas depois que elas foram reveladas na semana passada pela NSS Labs, uma empresa de segurança na computação, afirmou na terça-feira que está desenvolvendo atualizações de software para resolver os mais recentes problemas de segurança em seus sistemas de controle industrial.
A equipe de resposta de emergência para sistemas de controle industrial do Departamento de Segurança Interna dos EUA, conhecida como ICS-CERT, enviou o alerta a companhias de energia, água e outros operadores de sistemas de controle industrial em 19 de maio.
Mas manteve a discrição sobre o assunto posteriormente, enquanto seus engenheiros colaboram com a Siemens e a NSS Labs para encontrar correções para as vulnerabilidades. A organização divulgou um comunicado no qual revelava o alerta em resposta a perguntas da Reuters.
O ICS-CERT em geral não divulga vulnerabilidades de segurança antes que elas sejam corrigidas, por preocupação de que os hackers possam tentar explorar os defeitos ainda não sanados.
O alerta do governo discutia as medidas que os operadores de sistemas de controle industrial Siemens poderiam adotar enquanto esperam solução mais permanente, disse Chris Ortman, porta-voz do Departamento de Segurança Interna.
"O ICS-CERT continuará a trabalhar com a NSS Labs e a Siemens para encontrar solução para essa vulnerabilidade e divulgará novas medidas atenuantes assim que tenham sido devidamente testadas e validadas", afirmou.
A Siemens divulgou comunicado no qual afirma que deve distribuir software para corrigir as falhas nas próximas semanas.
Sony Ericsson precisa de força da Sony na guerra do Android
A Sony precisa afirmar seu controle sobre a Sony Ericsson caso deseje que a joint-venture de celulares recupere mercado e relevância no mundo dos aparelhos móveis, onde a concorrência é mortífera.
No ano passado, a joint-venture criada dez anos atrás adotou a ambiciosa meta de capturar o mercado da plataforma Google Android, o software mais popular do mundo para smartphones, a fim de conquistar retorno favorável em um mercado lucrativo e de rápido crescimento.
Mas, para atingir essa meta, a Sony Ericsson precisa de um proprietário dinâmico, com fortes recursos de investimento e ativos multimídia. A marca está perdendo prestígio em comparação com a Apple, cujos iPhones e iPads conquistaram a admiração dos compradores.
Se a Sony assumir controle pleno da joint-venture com a sueca Ericsson, poderá reforçar sua linha mais ampla de produtos --que incluem conteúdo, aparelhos de videogame, bens de consumo eletrônicos e até mesmo computadores tablet, mas ainda não smartphones.
"A Sony não pareceu inclinada a esse tipo de ação até o momento, mas agora essa questão da linha completa está atraindo muita atenção, e a Sony pode estar considerando a Apple como exemplo e imaginando que precisa apresentar oferta semelhante", disse Carolina Milanesi, analista do Gartner Group.
A joint-venture igualitária entre Sony e Ericsson, formada em 2001, prosperou inicialmente com os celulares musicais Walkman e os celulares fotográficos Cybershot, que aproveitavam outras marcas da Sony.
Mas a aliança terminou perdendo para rivais mais enxutas nos modelos mais baratos, e sua fatia do mercado total de celulares caiu a apenas 3%, ante 9% em seu período de pico.
Agora a Sony Ericsson deposita suas esperanças em mudar o foco para smartphones, a parte do mercado de telefones móveis que cresce mais rápido, especialmente os aparelhos com Android.
A companhia vem conseguindo algum progresso e apresentou lucro líquido de € 90 milhões no ano passado, depois do prejuízo de € 836 milhões sofrido em 2009.
Para ter novos clientes, a Sony Ericsson precisa acessar o conteúdo popular da Sony. Isso inclui PlayStation, catálogo de músicas que inclui artistas como Justin Timberlake e Bob Dylan, e filmes e programas de TV como "Seinfeld".
A companhia deu passos nessa direção e lançou o modelo Xperia Play, que dá acesso a jogos do PlayStation.
Mas o aparelho veio tarde e com preço alto e está sendo minado pela própria Sony, que está lançando outros produtos que competem diretamente com ele.
A Sony recentemente lançou um computador tablet com o sistema Android, bem como um aparelho de jogos portátil com sua própria marca. A empresa também pretende licenciar o PlayStation para outros fabricantes de celulares.
"Ter todas as coisas sob um mesmo controle tornaria mais fácil para eles construir uma estratégia de rede", disse Nobuo Kurahashi, analista da Mizuo Investors Securities.
Mas não será fácil, com a Sony distraída com outras dores de cabeça. Nesta semana, a companhia informou que vai ter um prejuízo líquido para o ano fiscal encerrado em março de US$ 3,2 bilhões por causa dos efeitos do terremoto japonês de março.
"Dada a enormidade dos atuais desafios da Sony, uma busca pelo controle da Sony Ericsson parece improvável no curto prazo", disse Geoff Blaber, analista da CCS Insight.
No ano passado, a joint-venture criada dez anos atrás adotou a ambiciosa meta de capturar o mercado da plataforma Google Android, o software mais popular do mundo para smartphones, a fim de conquistar retorno favorável em um mercado lucrativo e de rápido crescimento.
Mas, para atingir essa meta, a Sony Ericsson precisa de um proprietário dinâmico, com fortes recursos de investimento e ativos multimídia. A marca está perdendo prestígio em comparação com a Apple, cujos iPhones e iPads conquistaram a admiração dos compradores.
Se a Sony assumir controle pleno da joint-venture com a sueca Ericsson, poderá reforçar sua linha mais ampla de produtos --que incluem conteúdo, aparelhos de videogame, bens de consumo eletrônicos e até mesmo computadores tablet, mas ainda não smartphones.
"A Sony não pareceu inclinada a esse tipo de ação até o momento, mas agora essa questão da linha completa está atraindo muita atenção, e a Sony pode estar considerando a Apple como exemplo e imaginando que precisa apresentar oferta semelhante", disse Carolina Milanesi, analista do Gartner Group.
A joint-venture igualitária entre Sony e Ericsson, formada em 2001, prosperou inicialmente com os celulares musicais Walkman e os celulares fotográficos Cybershot, que aproveitavam outras marcas da Sony.
Mas a aliança terminou perdendo para rivais mais enxutas nos modelos mais baratos, e sua fatia do mercado total de celulares caiu a apenas 3%, ante 9% em seu período de pico.
Agora a Sony Ericsson deposita suas esperanças em mudar o foco para smartphones, a parte do mercado de telefones móveis que cresce mais rápido, especialmente os aparelhos com Android.
A companhia vem conseguindo algum progresso e apresentou lucro líquido de € 90 milhões no ano passado, depois do prejuízo de € 836 milhões sofrido em 2009.
Para ter novos clientes, a Sony Ericsson precisa acessar o conteúdo popular da Sony. Isso inclui PlayStation, catálogo de músicas que inclui artistas como Justin Timberlake e Bob Dylan, e filmes e programas de TV como "Seinfeld".
A companhia deu passos nessa direção e lançou o modelo Xperia Play, que dá acesso a jogos do PlayStation.
Mas o aparelho veio tarde e com preço alto e está sendo minado pela própria Sony, que está lançando outros produtos que competem diretamente com ele.
A Sony recentemente lançou um computador tablet com o sistema Android, bem como um aparelho de jogos portátil com sua própria marca. A empresa também pretende licenciar o PlayStation para outros fabricantes de celulares.
"Ter todas as coisas sob um mesmo controle tornaria mais fácil para eles construir uma estratégia de rede", disse Nobuo Kurahashi, analista da Mizuo Investors Securities.
Mas não será fácil, com a Sony distraída com outras dores de cabeça. Nesta semana, a companhia informou que vai ter um prejuízo líquido para o ano fiscal encerrado em março de US$ 3,2 bilhões por causa dos efeitos do terremoto japonês de março.
"Dada a enormidade dos atuais desafios da Sony, uma busca pelo controle da Sony Ericsson parece improvável no curto prazo", disse Geoff Blaber, analista da CCS Insight.
Nokia pode lançar primeiro smartphone com Windows neste ano
A Nokia planeja lançar seu primeiro smartphone com sistema operacional Windows Phone 7, da Microsoft, no final deste ano, publicou o jornal taiwanês "Commercial Times", sem citar fontes.
A publicação também afirmou que a fabricante de celulares de Taiwan Compal Communications foi contratada para receber as encomendas dos smartphones da Nokia, sendo que os embarques começariam no quarto trimestre.
Dois modelos de aparelhos com Windows Phone 7 estavam nos planos da Nokia, um com tela totalmente sensível a toque e outro com teclado.
A maior fabricante mundial de celulares anunciou em fevereiro que adotaria a plataforma da Microsoft em todos os seus smartphones e que iniciaria o embarque de grandes volumes desses aparelhos em 2012.
A publicação também afirmou que a fabricante de celulares de Taiwan Compal Communications foi contratada para receber as encomendas dos smartphones da Nokia, sendo que os embarques começariam no quarto trimestre.
Dois modelos de aparelhos com Windows Phone 7 estavam nos planos da Nokia, um com tela totalmente sensível a toque e outro com teclado.
A maior fabricante mundial de celulares anunciou em fevereiro que adotaria a plataforma da Microsoft em todos os seus smartphones e que iniciaria o embarque de grandes volumes desses aparelhos em 2012.
Google vai lançar sistema de pagamentos móveis, diz fonte
O Google lançará um sistema de pagamentos móveis na quinta-feira, em sua mais recente tentativa de ajudar consumidores a pagar compras com smartphones em vez dos tradicionais cartões de crédito, afirmou à Reuters uma fonte familiarizada com o assunto nesta terça-feira (24).
O Google trabalhará com a MasterCard para lançar o sistema, disse a fonte à Reuters.
O Google tem trabalhado com a MasterCard e o Citigroup no desenvolvimento de um sistema de pagamentos móveis, segundo reportou o "Wall Street Journal" em março.
O Citigroup não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários, e a MasterCard se recusou a comentar.
Consumidores de outros países, especialmente na Ásia, já podem usar seus celulares como carteiras eletrônicas em lojas para pagar por todo tipo de produtos, de alimentos a combustíveis. As operadoras de telefonia móvel, bancos, empresas de tecnologia e as redes de processamento de cartões Visa e a MasterCard ambicionam ganhar espaço no mercado de pagamentos móveis dos Estados Unidos, ainda pequeno, mas de alto potencial.
O Google convidou jornalistas para um "evento com um parceiro" na quinta-feira em Nova York para exibir o que a empresa chama de "últimas inovações".
Ele pretende revelar um sistema de pagamentos móveis que será usado no sistema operacional Android e estará disponível em telefones da Sprint Nextel, reportou a Bloomberg na terça-feira.
O Google e a Sprint se recusaram a comentar o assunto.
O Google trabalhará com a MasterCard para lançar o sistema, disse a fonte à Reuters.
O Google tem trabalhado com a MasterCard e o Citigroup no desenvolvimento de um sistema de pagamentos móveis, segundo reportou o "Wall Street Journal" em março.
O Citigroup não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários, e a MasterCard se recusou a comentar.
Consumidores de outros países, especialmente na Ásia, já podem usar seus celulares como carteiras eletrônicas em lojas para pagar por todo tipo de produtos, de alimentos a combustíveis. As operadoras de telefonia móvel, bancos, empresas de tecnologia e as redes de processamento de cartões Visa e a MasterCard ambicionam ganhar espaço no mercado de pagamentos móveis dos Estados Unidos, ainda pequeno, mas de alto potencial.
O Google convidou jornalistas para um "evento com um parceiro" na quinta-feira em Nova York para exibir o que a empresa chama de "últimas inovações".
Ele pretende revelar um sistema de pagamentos móveis que será usado no sistema operacional Android e estará disponível em telefones da Sprint Nextel, reportou a Bloomberg na terça-feira.
O Google e a Sprint se recusaram a comentar o assunto.
Usuários já podem fazer pré-cadastro na rede social do site Jovem Nerd
A partir desta quarta-feira (25), os usuários podem fazer um pré-cadastro para participar da rede social que será lançada pelo site JovemNerd. O premiado site também é conhecido pelo Nerdcast, podcast que traz os criadores do site Alexandre Ottoni e Deive Pazos.
De acordo com a assessoria de imprensa do Jovem Nerd, o usuário já pode fazer um pré-cadastro com o qual será possível calcular todas as interações que o usuário já fez nos diversos setores do site Jovem Nerd. "Eles serão submetidos a uma espécie de ranking, que vai estipular o nível 'nerd' do usuário."
A rede social também permitirá interação com outros usuários do site e participação nas ações especiais do Jovem Nerd.
De acordo com a assessoria de imprensa do Jovem Nerd, o usuário já pode fazer um pré-cadastro com o qual será possível calcular todas as interações que o usuário já fez nos diversos setores do site Jovem Nerd. "Eles serão submetidos a uma espécie de ranking, que vai estipular o nível 'nerd' do usuário."
A rede social também permitirá interação com outros usuários do site e participação nas ações especiais do Jovem Nerd.
Criadores de conteúdo on-line precisam ser orientados, diz professor
O crescimento da internet no mundo tem levantado questões sobre privacidade, liberdade de expressão, segurança e confiança on-line, inclusive dentro das empresas.
Na tentativa de desvendar alguns desses pontos, o Fórum Econômico Mundial, a escola de negócios francesa Insead, a empresa de pesquisas comScore e o Oxford Internet Institute desenvolveram a pesquisa "O Novo Mundo da Internet", divulgado em abril de 2011.
Soumitra Dutta, professor do Insead e um dos coordenadores do relatório, concedeu entrevista à Folha sobre aspectos das mudanças do ambiente on-line e hábitos dos profissionais diante dessas ferramentas dentro das empresas.
Muitas empresas utilizam conteúdo gerado por usuários como ferramenta de comunicação interna e de gestão do conhecimento. A pesquisa, no entanto, mostra que poucas pessoas, em geral, produzem conteúdo on-line. Podemos supor que muitas dessas iniciativas podem fracassar?
Isso é um fenômeno mundial. Poucas pessoas produzem conteúdo enquanto muitas consomem esse conteúdo. Isso vale para nações desenvolvidas, como os EUA, e para corporações também.
As políticas de gerenciamento de comunidades nas empresas precisam levar em consideração essa tendência e selecionar líderes para manter a comunidade viva.
É preciso trabalhar com os poucos criadores ativos de conteúdo, mas ele precisa ser relevante para os muitos que vão ler, para que se beneficiem ao consumi-lo.
Na pesquisa, muitas pessoas apoiam a regulamentação da internet pelo governo. Isso não seria arriscar a liberdade de expressão e também os negócios baseados na web?
Deve haver um equilíbrio exato de regulação e abertura on-line. Acredito que é importante preservar a liberdade de expressão. O que aconteceu no Egito [o governo desconectou os servidores em janeiro, durante as revoltas populares pela saída do então líder Hosni Mubarak] é um bom exemplo a ser citado.
Mas os governos perceberam o valor da internet. Tanto o novo governo no Egito como o da Tunísia [onde a população foi às ruas pela saída do general Ben Ali do poder] estão utilizando a rede para se comunicar com os cidadãos.
A respeito da segurança, muitas pessoas não tomam precauções em suas atividades on-line --inclusive nas empresas, onde "alguém deve estar tomando conta disso". Você diria que as empresas precisam investir na conscientização dos empregados a respeito da necessidade das precauções on-line?
Educação é vital nesse ponto. Os colaboradores precisam ser educados sobre os riscos, inclusive de postar conteúdo on-line. Esse conteúdo pode ser inapropriado ou mal interpretado. Uma comparação que podemos fazer é com a tatuagem: o que colocamos na internet nunca sai.
Na tentativa de desvendar alguns desses pontos, o Fórum Econômico Mundial, a escola de negócios francesa Insead, a empresa de pesquisas comScore e o Oxford Internet Institute desenvolveram a pesquisa "O Novo Mundo da Internet", divulgado em abril de 2011.
Soumitra Dutta, professor do Insead e um dos coordenadores do relatório, concedeu entrevista à Folha sobre aspectos das mudanças do ambiente on-line e hábitos dos profissionais diante dessas ferramentas dentro das empresas.
Muitas empresas utilizam conteúdo gerado por usuários como ferramenta de comunicação interna e de gestão do conhecimento. A pesquisa, no entanto, mostra que poucas pessoas, em geral, produzem conteúdo on-line. Podemos supor que muitas dessas iniciativas podem fracassar?
Isso é um fenômeno mundial. Poucas pessoas produzem conteúdo enquanto muitas consomem esse conteúdo. Isso vale para nações desenvolvidas, como os EUA, e para corporações também.
As políticas de gerenciamento de comunidades nas empresas precisam levar em consideração essa tendência e selecionar líderes para manter a comunidade viva.
É preciso trabalhar com os poucos criadores ativos de conteúdo, mas ele precisa ser relevante para os muitos que vão ler, para que se beneficiem ao consumi-lo.
Na pesquisa, muitas pessoas apoiam a regulamentação da internet pelo governo. Isso não seria arriscar a liberdade de expressão e também os negócios baseados na web?
Deve haver um equilíbrio exato de regulação e abertura on-line. Acredito que é importante preservar a liberdade de expressão. O que aconteceu no Egito [o governo desconectou os servidores em janeiro, durante as revoltas populares pela saída do então líder Hosni Mubarak] é um bom exemplo a ser citado.
Mas os governos perceberam o valor da internet. Tanto o novo governo no Egito como o da Tunísia [onde a população foi às ruas pela saída do general Ben Ali do poder] estão utilizando a rede para se comunicar com os cidadãos.
A respeito da segurança, muitas pessoas não tomam precauções em suas atividades on-line --inclusive nas empresas, onde "alguém deve estar tomando conta disso". Você diria que as empresas precisam investir na conscientização dos empregados a respeito da necessidade das precauções on-line?
Educação é vital nesse ponto. Os colaboradores precisam ser educados sobre os riscos, inclusive de postar conteúdo on-line. Esse conteúdo pode ser inapropriado ou mal interpretado. Uma comparação que podemos fazer é com a tatuagem: o que colocamos na internet nunca sai.
iPad 2 chegará às lojas na sexta a partir de R$ 1.649
O iPad 2, da Apple, começará a ser vendido no varejo brasileiro na madrugada desta sexta-feira com preços a partir de R$ 1.649.
O preço de entrada é referente ao modelo de 16 GB com conexão à internet Wi-Fi. O iPad 2 mais caro, de 64 GB com conexões à internet Wi-Fi e 3G, custará R$ 2.599.
Os valores são similares aos praticados para a primeira versão do aparelho, lançada em dezembro.
A estratégia de vendas da Apple mudou para o iPad 2.
Ao contrário do iPad 1, que teve estreia nacional com lojas abertas em diversas regiões do país também durante a noite, o iPad 2 será vendido fisicamente na virada de quinta para sexta-feira apenas no Shopping Iguatemi, em São Paulo.
O shopping terá um espaço específico, que ficará aberto no período.
As lojas on-line que já comercializam a primeira versão do iPad entre eles sites da Apple, Saraiva, Extra.com e Submarino também poderão vender o aparelho a partir da 0h de sexta.
A partir do lançamento, o iPad 2 será vendido em lojas do Rio, de São Paulo e nas 25 revendas autorizadas da empresa no Brasil, além das operações de varejo on-line, segundo a Apple.
O iPad 1, que custa a partir de R$ 1.399 na versão de 16 GB Wi-Fi, provavelmente terá a venda descontinuada no site da Apple.
As lojas do varejo que ainda têm estoque do aparelho devem manter a venda.
As primeiras unidades de iPad 2 ainda são importadas, mas a expectativa é que os aparelhos comecem a ser produzidos localmente.
Eles poderão ficar até 31% mais baratos com a desoneração tributária de PIS e Cofins publicada pelo governo no início da semana.
O preço de entrada é referente ao modelo de 16 GB com conexão à internet Wi-Fi. O iPad 2 mais caro, de 64 GB com conexões à internet Wi-Fi e 3G, custará R$ 2.599.
Os valores são similares aos praticados para a primeira versão do aparelho, lançada em dezembro.
A estratégia de vendas da Apple mudou para o iPad 2.
Ao contrário do iPad 1, que teve estreia nacional com lojas abertas em diversas regiões do país também durante a noite, o iPad 2 será vendido fisicamente na virada de quinta para sexta-feira apenas no Shopping Iguatemi, em São Paulo.
O shopping terá um espaço específico, que ficará aberto no período.
As lojas on-line que já comercializam a primeira versão do iPad entre eles sites da Apple, Saraiva, Extra.com e Submarino também poderão vender o aparelho a partir da 0h de sexta.
A partir do lançamento, o iPad 2 será vendido em lojas do Rio, de São Paulo e nas 25 revendas autorizadas da empresa no Brasil, além das operações de varejo on-line, segundo a Apple.
O iPad 1, que custa a partir de R$ 1.399 na versão de 16 GB Wi-Fi, provavelmente terá a venda descontinuada no site da Apple.
As lojas do varejo que ainda têm estoque do aparelho devem manter a venda.
As primeiras unidades de iPad 2 ainda são importadas, mas a expectativa é que os aparelhos comecem a ser produzidos localmente.
Eles poderão ficar até 31% mais baratos com a desoneração tributária de PIS e Cofins publicada pelo governo no início da semana.
Novo ataque a rede da Sony vaza dados de 2.000 usuários no Canadá
Os dados pessoais de cerca de 2.000 clientes da Sony Ericsson no Canadá foram roubados em um novo ataque virtual contra uma rede on-line da multinacional japonesa, confirmou nesta quarta-feira um porta-voz da companhia.
O caso foi conhecido depois de a empresa informar na terça-feira de ataques similares na Grécia, Indonésia e Tailândia.
A empresa japonesa parece ter se transformado em alvo fixo de piratas virtuais, depois que no mês passado uma invasão em suas redes de videogames on-line e de distribuição de conteúdos multimídia provocou o vazamento de dados pessoais de mais de 100 milhões de usuários.
No Canadá, o roubo de dados (nomes, direções postais e senhas) ocorreu em uma rede da Sony Ericsson Mobile Communications Japan, embora não tenha vazado nenhuma informação de cartões de crédito, segundo o porta-voz da Sony.
O portal, cujo serviço foi suspenso temporariamente, não faz parte do sistema principal da Sony Ericsson, e a companhia não tem indícios de que as informações tenham sido utilizadas indevidamente.
Também não foram comprometidos os dados de cartões de crédito na Grécia, onde vazaram dados de usuários registrados em páginas da Sony Music Entertainment, cujo serviço também permanece suspenso.
Foram atacadas ainda algumas páginas da divisão da Sony Music Entertainment na Indonésia, embora a companhia não tenha detectado por enquanto nenhum roubo de informações, enquanto na Tailândia um site de venda de produtos eletrônicos da companhia sofreu a invasão de "hackers".
A corporação ainda não restabeleceu plenamente em todas as regiões seus serviços PlayStation Network e Qriocity, atacados em abril, e por enquanto não deu datas concretas para sua restauração. As invasões afetaram também o serviço Sony Online Entertaiment (SOE) e deixaram vulneráveis os dados pessoais de mais de 100 milhões de usuários.
O caso foi conhecido depois de a empresa informar na terça-feira de ataques similares na Grécia, Indonésia e Tailândia.
A empresa japonesa parece ter se transformado em alvo fixo de piratas virtuais, depois que no mês passado uma invasão em suas redes de videogames on-line e de distribuição de conteúdos multimídia provocou o vazamento de dados pessoais de mais de 100 milhões de usuários.
No Canadá, o roubo de dados (nomes, direções postais e senhas) ocorreu em uma rede da Sony Ericsson Mobile Communications Japan, embora não tenha vazado nenhuma informação de cartões de crédito, segundo o porta-voz da Sony.
O portal, cujo serviço foi suspenso temporariamente, não faz parte do sistema principal da Sony Ericsson, e a companhia não tem indícios de que as informações tenham sido utilizadas indevidamente.
Também não foram comprometidos os dados de cartões de crédito na Grécia, onde vazaram dados de usuários registrados em páginas da Sony Music Entertainment, cujo serviço também permanece suspenso.
Foram atacadas ainda algumas páginas da divisão da Sony Music Entertainment na Indonésia, embora a companhia não tenha detectado por enquanto nenhum roubo de informações, enquanto na Tailândia um site de venda de produtos eletrônicos da companhia sofreu a invasão de "hackers".
A corporação ainda não restabeleceu plenamente em todas as regiões seus serviços PlayStation Network e Qriocity, atacados em abril, e por enquanto não deu datas concretas para sua restauração. As invasões afetaram também o serviço Sony Online Entertaiment (SOE) e deixaram vulneráveis os dados pessoais de mais de 100 milhões de usuários.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Quer trabalhar no Facebook?
O Facebook está oferecendo vagas para trabalhar em seu escritório em São Paulo, pedindo os currículos pela internet. Vale a pena prestar atenção nos benefícios que eles oferecem para entender como é sangrenta a disputa por talentos no mundo inteiro --aliás, seu grande concorrente, o Google, também está tentando atrair gente em São Paulo (o detalhamento está no www.catracalivre.com.br), oferecendo um lugar lúdico e descontraído para trabalhar, com horários flexíveis.
Além dos vários benefícios que as empresas oferecem, como plano de saúde, aposentadoria, apoio a família, horas livres, direito de ficar em casa em caso de doença, assistência social, elas estão oferecendo colocar os funcionários, durante o horário de trabalho, em contato com gente inovadora convidadas para falar de seus projetos. Google e Facebook anunciam nos Estados Unidos que contratam chefs requintados para cuidar da alimentação do funcionário.
Daí você entende a reportagem que acaba de sair no jornal londrino "Financial Times" mostrando como os empresários americanos estão furiosos com as leis que limitam a entrada de estrangeiros no país.
Além dos vários benefícios que as empresas oferecem, como plano de saúde, aposentadoria, apoio a família, horas livres, direito de ficar em casa em caso de doença, assistência social, elas estão oferecendo colocar os funcionários, durante o horário de trabalho, em contato com gente inovadora convidadas para falar de seus projetos. Google e Facebook anunciam nos Estados Unidos que contratam chefs requintados para cuidar da alimentação do funcionário.
Daí você entende a reportagem que acaba de sair no jornal londrino "Financial Times" mostrando como os empresários americanos estão furiosos com as leis que limitam a entrada de estrangeiros no país.
Na América Latina, cibercriminosos usam USB e sites para atacar
Os principais meios usados pelos cibercriminosos para atacar usuários na América Latina são os dispositivos USB e os sites, segundo levantamento da Kaspersky divulgado nesta terça-feira (24). Os dados são referentes ao primeiro trimestre de 2011 na América Latina e no Caribe.
Os dados também mostram que a maior parte das vítimas de ataque na região está no Brasil --onde vivem 34% dos atacados. Em segundo lugar, está o México e, em terceiro, a Venezuela.
"As duas primeiras posições da lista de vítimas por região são facilmente justificadas, uma vez que se tratam dos países com maior população e alto grau de adoção de internet", diz o comunicado da Kaspersky.
A empresa também afirma que a "imensa maioria" dos programas maliciosos têm o objetivo de roubar dinheiro ou praticar algum crime que traga vantagens econômicas ao cibercriminoso.
Os dados também mostram que a maior parte das vítimas de ataque na região está no Brasil --onde vivem 34% dos atacados. Em segundo lugar, está o México e, em terceiro, a Venezuela.
"As duas primeiras posições da lista de vítimas por região são facilmente justificadas, uma vez que se tratam dos países com maior população e alto grau de adoção de internet", diz o comunicado da Kaspersky.
A empresa também afirma que a "imensa maioria" dos programas maliciosos têm o objetivo de roubar dinheiro ou praticar algum crime que traga vantagens econômicas ao cibercriminoso.
Buscador russo Yandex afirma ser melhor que o Google
A empresa de buscas na Internet Yandex declarou ser "melhor que o Google" ao estrear na Nasdaq nesta quinta-feira e afirmou ter ambições de expansão para além da Rússia, sua terra natal.
A oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) é a maior listagem de uma empresa da Internet nos Estados Unidos desde que o Google passou a ter suas ações negociadas publicamente, em 2004, e é um antigo plano dos fundadores, que se conheceram na escola aos 13 anos.
O presidente-executivo Arkady Volozh, de 47 anos, e o vice-presidente de tecnologia Ilya Segalovich, de 46 anos, que foram colegas de escola e eram muito bons em matemática e física, afirmaram que o IPO é só o começo para a Yandex.
"A Rússia merece ter uma empresa de tecnologia de escala global", disse Volozh à Reuters em uma entrevista em russo. "Estamos trabalhando para que isso aconteça".
A Yandex levantou US$ 1,3 bilhão com o IPO pois investidores valorizaram as ações, atraídos por perspectivas de crescimento para o setor de internet no país e influenciados pelo frenesi durante a estreia dos papéis do LinkedIn na Nasdaq.
As ações da Yandex subiam 45,4% às 15h10 horas.
"O Google é uma grande empresa, mas nós somos melhores", disse Segalovich com um sorriso. "Estamos... muito focados no que estamos fazendo, que é tecnologia e buscas".
Ele disse que a companhia ambiciona uma expansão para além da Rússia.
"Temos várias ideias (sobre) como ir além de nossos modelos de negócio atuais", disse Segalovich, "Definitivamente existem alguns novos modelos de negócio que estamos tentando explorar e a expansão internacional é uma das novas áreas".
A Yandex não decidiu ainda como usar o capital levantado com o IPO, mas disse que ele pode ser útil para possíveis aquisições.
A oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) é a maior listagem de uma empresa da Internet nos Estados Unidos desde que o Google passou a ter suas ações negociadas publicamente, em 2004, e é um antigo plano dos fundadores, que se conheceram na escola aos 13 anos.
O presidente-executivo Arkady Volozh, de 47 anos, e o vice-presidente de tecnologia Ilya Segalovich, de 46 anos, que foram colegas de escola e eram muito bons em matemática e física, afirmaram que o IPO é só o começo para a Yandex.
"A Rússia merece ter uma empresa de tecnologia de escala global", disse Volozh à Reuters em uma entrevista em russo. "Estamos trabalhando para que isso aconteça".
A Yandex levantou US$ 1,3 bilhão com o IPO pois investidores valorizaram as ações, atraídos por perspectivas de crescimento para o setor de internet no país e influenciados pelo frenesi durante a estreia dos papéis do LinkedIn na Nasdaq.
As ações da Yandex subiam 45,4% às 15h10 horas.
"O Google é uma grande empresa, mas nós somos melhores", disse Segalovich com um sorriso. "Estamos... muito focados no que estamos fazendo, que é tecnologia e buscas".
Ele disse que a companhia ambiciona uma expansão para além da Rússia.
"Temos várias ideias (sobre) como ir além de nossos modelos de negócio atuais", disse Segalovich, "Definitivamente existem alguns novos modelos de negócio que estamos tentando explorar e a expansão internacional é uma das novas áreas".
A Yandex não decidiu ainda como usar o capital levantado com o IPO, mas disse que ele pode ser útil para possíveis aquisições.
Ações da Sony reagem após previsões; outros sites são invadidos
As ações da Sony se recuperaram após atingir as maiores desvalorizações em dois meses, depois que a companhia informou que seu lucro operacional este ano ficaria em linha com o do ano passado, aliviando preocupações quanto ao impacto do terremoto em março.
Em sua primeira projeção para o ano fiscal que se encerra em março de 2012, a Sony anunciou que seu lucro operacional seria de cerca de 200 bilhões de ienes (US$ 2,44 bilhões), o que levou a Macquarie a alterar sua recomendação para as ações da empresa, de neutra para positiva. Morgan Stanley, Credit Suisse e UBS também reiteraram suas recomendações positivas quanto às ações da empresa.
A Sony também informou nesta terça-feira que sites da empresa em três países haviam sofrido ataques de hackers e que informações pessoais de 8.500 pessoas haviam sido obtidas no site da Sony Music Entertainment na Grécia, na mais recente de uma série de violações de segurança.
A empresa informou que as operações dos três sites estão suspensas, e que eles não possuíam registros sobre cartões de crédito.
As ações da Sony fecharam a terça-feira em alta de 2,7%, superando a valorização de 0,4% do índice do setor na Bolsa de Tóquio. Os papéis da companhia chegaram a cair cerca de 1% na abertura do pregão, para a mais baixa cotação desde os primeiros dias após o terremoto.
Analistas afirmaram que a empresa ofereceu ao mercado uma visão realista sobre o impacto do terremoto e da invasão à PlayStation Network, dois fatores que estavam afetando suas ações.
A Sony antecipou que o terremoto e o ataque de hackers devem reduzir seu lucro operacional em 164 bilhões de ienes no atual ano fiscal.
Em sua primeira projeção para o ano fiscal que se encerra em março de 2012, a Sony anunciou que seu lucro operacional seria de cerca de 200 bilhões de ienes (US$ 2,44 bilhões), o que levou a Macquarie a alterar sua recomendação para as ações da empresa, de neutra para positiva. Morgan Stanley, Credit Suisse e UBS também reiteraram suas recomendações positivas quanto às ações da empresa.
A Sony também informou nesta terça-feira que sites da empresa em três países haviam sofrido ataques de hackers e que informações pessoais de 8.500 pessoas haviam sido obtidas no site da Sony Music Entertainment na Grécia, na mais recente de uma série de violações de segurança.
A empresa informou que as operações dos três sites estão suspensas, e que eles não possuíam registros sobre cartões de crédito.
As ações da Sony fecharam a terça-feira em alta de 2,7%, superando a valorização de 0,4% do índice do setor na Bolsa de Tóquio. Os papéis da companhia chegaram a cair cerca de 1% na abertura do pregão, para a mais baixa cotação desde os primeiros dias após o terremoto.
Analistas afirmaram que a empresa ofereceu ao mercado uma visão realista sobre o impacto do terremoto e da invasão à PlayStation Network, dois fatores que estavam afetando suas ações.
A Sony antecipou que o terremoto e o ataque de hackers devem reduzir seu lucro operacional em 164 bilhões de ienes no atual ano fiscal.
Jornalista do "New York Times" é acusado de bater com iPhone em mulher
O jornalista de tecnologia David Pogue, do "New York Times", e sua mulher Jennifer foram acusados de agir com "conduta desordeira" após uma briga em casa. Ela diz que o marido golpeou-a com um iPhone.
O casal tem três filhos e está em processo de separação. Segundo o site Westport News, a polícia diz que, aparentemente, a briga começou quando Jennifer foi à casa da família em Westport, Connecticut (EUA), para ver os filhos no dia 16 de maio, data reservada para visita de Pogue.
Os dois teriam começado a discutir, e Jennifer resolveu gravar a briga em seu iPhone, o que deu início a uma luta pelo celular. Como Pogue não desistia, a mulher mordeu seu braço, disse o capitão da polícia de Westport Sam Arciola.
"Jennifer alega que estava deitada na cama lendo um livro" quando Pogue pegou o iPhone dela e acertou-lhe a cabeça com o celular, disse o capitão à rádio WCBS 800.
A polícia não recolheu o iPhone, mas os policiais viram o vídeo registrado pela mulher. "A gravação confirma algumas das alegações", disse Arciola, sem detalhar exatamente quais delas.
Pogue é um jornalista relativamente popular entre entusiastas de tecnologia. Ele escreve sobre o tema em uma coluna semanal no "New York Times" e em um blog no site do jornal.
O casal tem três filhos e está em processo de separação. Segundo o site Westport News, a polícia diz que, aparentemente, a briga começou quando Jennifer foi à casa da família em Westport, Connecticut (EUA), para ver os filhos no dia 16 de maio, data reservada para visita de Pogue.
Os dois teriam começado a discutir, e Jennifer resolveu gravar a briga em seu iPhone, o que deu início a uma luta pelo celular. Como Pogue não desistia, a mulher mordeu seu braço, disse o capitão da polícia de Westport Sam Arciola.
"Jennifer alega que estava deitada na cama lendo um livro" quando Pogue pegou o iPhone dela e acertou-lhe a cabeça com o celular, disse o capitão à rádio WCBS 800.
A polícia não recolheu o iPhone, mas os policiais viram o vídeo registrado pela mulher. "A gravação confirma algumas das alegações", disse Arciola, sem detalhar exatamente quais delas.
Pogue é um jornalista relativamente popular entre entusiastas de tecnologia. Ele escreve sobre o tema em uma coluna semanal no "New York Times" e em um blog no site do jornal.
iPad e iPhone ganham nova versão do Opera Mini
A Opera anunciou nesta quarta-feira (24) o lançamento do novo Opera Mini para iPad e iPhone. Trata-se da versão 6 do navegador feito para dispositivos móveis.
De acordo com a Opera, o software está mais rápido que sua versão anterior, traz botões que facilitam o compartilhamento de conteúdo em redes sociais e tem uma nova interface.
O download do programa é gratuito e pode ser feito diretamente na App Store.
De acordo com a Opera, o software está mais rápido que sua versão anterior, traz botões que facilitam o compartilhamento de conteúdo em redes sociais e tem uma nova interface.
O download do programa é gratuito e pode ser feito diretamente na App Store.
Tablets da Acer chegam ao Brasil no terceiro trimestre, diz empresa
Três modelos de tablet da Acer devem começar a ser vendidos no Brasil no terceiro trimestre deste ano, segundo a empresa.
Ainda não foram informados os preços pelos quais serão vendidos os aparelhos. Dois deles trazem o sistema Android, em sua versão Honeycomb, e o outro aparelho usa Windows 7. Saiba mais sobre os modelos:
Iconia Tab W500
Com Windows 7 (Home Premium ou Professional), o tablet tem tela multitoque de 10,1 polegadas e conexão Ethernet. É voltado para uso corporativo.
Usando o sistema Android, em sua versão Honeycomb, o aparelho tem tela de 10,1 polegadas e é voltado para entretenimento e redes sociais. Permite assistir a vídeos em Full HD, segundo a Acer.
Com Android Honeycomb, o tablet é o menor da linha da Acer, com tela de sete polegadas. Seus principais destaques são mobilidade e facilidade para uso de redes sociais, de acordo com a Acer.
Ainda não foram informados os preços pelos quais serão vendidos os aparelhos. Dois deles trazem o sistema Android, em sua versão Honeycomb, e o outro aparelho usa Windows 7. Saiba mais sobre os modelos:
Iconia Tab W500
Com Windows 7 (Home Premium ou Professional), o tablet tem tela multitoque de 10,1 polegadas e conexão Ethernet. É voltado para uso corporativo.
- Processador: AMD C-50 de 1 GHz
- Placa gráfica: AMD Radeon HD6250
- Armazenamento: SSD de 32 Gbytes
- Memória: Até 2 Gbytes
- Tela: 10,1 polegadas e resolução de 1.200x800 pixels
- Câmera: Duas, de 1,3 Mpixel cada
- Dimensões: 275x190x15,95 milímetros
- Peso: 970 gramas (inclui bateria de três células)
Usando o sistema Android, em sua versão Honeycomb, o aparelho tem tela de 10,1 polegadas e é voltado para entretenimento e redes sociais. Permite assistir a vídeos em Full HD, segundo a Acer.
- Processador: Nvidia Tegra 250 (ARM Cortex-A9 dual-core de 1 GHz)
- Armazenamento: eMMC de 16 Gbytes ou 32 Gbytes
- Memória: 1 Gbyte
- Tela: 10,1 polegadas e resolução de 1.280x800 pixels
- Câmera: Principal de 5 Mpixels e secundária de 2 Mpixels
- Dimensões: 260x177x13,3 milímetros
- Peso: De 700 gramas a 730 gramas (depende da versão)
Com Android Honeycomb, o tablet é o menor da linha da Acer, com tela de sete polegadas. Seus principais destaques são mobilidade e facilidade para uso de redes sociais, de acordo com a Acer.
- Processador: Nvidia Tegra 250 (ARM Cortex-A9 dual-core de 1 GHz)
- Armazenamento: eMMC de 8 Gbytes
- Memória: 512 Mbytes
- Tela: Sete polegadas e resolução de 1.024x600 pixels
- Câmera: Principal de 5 Mpixels e secundária de 2 Mpixels
- Dimensões: 195x117x13,1 milímetros
- Peso: De 450 gramas a 470 gramas (depende da versão)
Barnes & Noble anuncia o novo Nook, leitor de livros eletrônicos
A versão mais leve e mais barata do Nook, e-reader da Barnes & Noble, rede de livrarias norte-americana, tem como alvo aqueles que procuram um leitor de livros eletrônicos mais simples.
"O Kindle 3 tem 38 botões. São 37 a mais do que o novo Nook", disse Willian Lynch, executivo-chefe da Barnes & Noble, no evento de anúncio do equipamento, em Nova York.
Disponível a partir do dia 10 de junho, o novo Nook se conecta com a internet por meio de Wi-Fi, tem tela sensível ao toque de seis polegadas e pode armazenar cerca de mil livros digitais.
Com o preço de US$ 139, o Nook entra na briga com a Amazon e com outros fabricantes do setor.
O foco na simplicidade faz com que a bateria do Nook dure até dois meses. Pesando pouco mais de 200 gramas, o aparelho é 35% mais leve do que o primeiro Nook e cerca de três vezes mais leve do que o iPad 2.
A tecnologia da tela continua sendo a E Ink, ou tinta eletrônica, que cansa menos a vista do que telas luminosas, como a de tablets ou monitores de PCs.
"O Kindle 3 tem 38 botões. São 37 a mais do que o novo Nook", disse Willian Lynch, executivo-chefe da Barnes & Noble, no evento de anúncio do equipamento, em Nova York.
Disponível a partir do dia 10 de junho, o novo Nook se conecta com a internet por meio de Wi-Fi, tem tela sensível ao toque de seis polegadas e pode armazenar cerca de mil livros digitais.
Com o preço de US$ 139, o Nook entra na briga com a Amazon e com outros fabricantes do setor.
O foco na simplicidade faz com que a bateria do Nook dure até dois meses. Pesando pouco mais de 200 gramas, o aparelho é 35% mais leve do que o primeiro Nook e cerca de três vezes mais leve do que o iPad 2.
A tecnologia da tela continua sendo a E Ink, ou tinta eletrônica, que cansa menos a vista do que telas luminosas, como a de tablets ou monitores de PCs.
Aprenda a liberar a memória do seu computador
Alguns programas usam a memória do seu computador deixando uma espécie de "sujeira" ou alocando mais memória do que seria necessário, o que pode comprometer o desempenho da máquina. Uma dica é usar um programa para fazer uma limpeza no aparelho.
O MZ Ram Booster é um aplicativo que faz uma limpeza da memória em tempo real e libera espaço que pode ser usado em outras tarefas. O programa é gratuito e pode ser baixado aqui.
Para usá-lo, faça a instalação e execute o programa. Ele tem três operações básicas: monitorar o uso do hardware (especificamente o da memória e da CPU), otimizar a memória usada e recuperar memória não liberada por programas que já foram encerrados.
O software permite ainda, em seus módulos mais avançados, fazer uma otimização do sistema, incluindo alterar a prioridade de execução dos programas.
Como monitor do computador ele é bom, por exemplo, para testar o quanto um determinado programa consome de recursos. A otimização da memória vai depender do seu equipamento, versão do sistema operacional e programas utilizados.
Uma opção é carregar o programa, limpar a memória e desatívá-lo, mas você também pode fazer uma configuração personalizada especificando como, quais e quando as tarefas devem ser executadas.
O programa é compatível com as versões 2000, NT, XP, 2003 e Vista (32 Bits) do Windows.
O MZ Ram Booster é um aplicativo que faz uma limpeza da memória em tempo real e libera espaço que pode ser usado em outras tarefas. O programa é gratuito e pode ser baixado aqui.
Para usá-lo, faça a instalação e execute o programa. Ele tem três operações básicas: monitorar o uso do hardware (especificamente o da memória e da CPU), otimizar a memória usada e recuperar memória não liberada por programas que já foram encerrados.
O software permite ainda, em seus módulos mais avançados, fazer uma otimização do sistema, incluindo alterar a prioridade de execução dos programas.
Como monitor do computador ele é bom, por exemplo, para testar o quanto um determinado programa consome de recursos. A otimização da memória vai depender do seu equipamento, versão do sistema operacional e programas utilizados.
Uma opção é carregar o programa, limpar a memória e desatívá-lo, mas você também pode fazer uma configuração personalizada especificando como, quais e quando as tarefas devem ser executadas.
O programa é compatível com as versões 2000, NT, XP, 2003 e Vista (32 Bits) do Windows.
Twitter compra TweetDeck por mais de US$ 40 milhões
O Twitter adquiriu a ferramenta de gestão de tweets, o TweetDeck, em uma operação avaliada em mais de US$ 40 milhões, que não foi confirmada oficialmente mas foi anunciada nesta terça-feira pela emissora americana CNN.
Durante os últimos meses, o TweetDeck foi objeto de rumores de venda, primeiro pela UberMedia, que ofereceu entre US$ 25 milhões e US$ 30 milhões, e posteriormente pelo Twitter.
Para os analistas foi uma manobra defensiva da rede social para impedir que concorrentes administrassem o aplicativo.
Segundo a CNN, a venda foi assinada pelo Twitter na segunda-feira, que teria adquirido o TweetDeck por meio de ações e dinheiro, conforme fontes próximas ao negócio.
O TweetDeck é um aplicativo gratuito e está disponível para desktop, iPhone, iPad, Android e na web do Google Chrome.
Durante os últimos meses, o TweetDeck foi objeto de rumores de venda, primeiro pela UberMedia, que ofereceu entre US$ 25 milhões e US$ 30 milhões, e posteriormente pelo Twitter.
Para os analistas foi uma manobra defensiva da rede social para impedir que concorrentes administrassem o aplicativo.
Segundo a CNN, a venda foi assinada pelo Twitter na segunda-feira, que teria adquirido o TweetDeck por meio de ações e dinheiro, conforme fontes próximas ao negócio.
O TweetDeck é um aplicativo gratuito e está disponível para desktop, iPhone, iPad, Android e na web do Google Chrome.
Em reunião com empresários, Sarkozy pede regulamentação da internet
O presidente da França, Nicolas Sarkozy, elogiou a internet em uma reunião em Paris nesta terça-feira, mas afirmou que a rede precisa de regulamentação.
Sarkozy está participando da primeira reunião do e-G8, da qual participam executivos dos gigantes do setor para discutir o impacto da internet. Entre os presentes, estão Mark Zuckerberg, do Facebook, o fundador da Wikipédia, Jimmy Wales, e Eric Schmidt, do Google.
O presidente executivo da News Corp, Rupert Murdoch, e o diretor-geral da BBC, Mark Thompson, também participam da reunião.
Citando as revoltas populares na Tunísia e Egito, que usaram ferramentas como o Facebook, Sarkozy afirmou que a internet mudou o mundo, mas acrescentou que os governos precisam aplicar regras para controlar a rede.
Críticos afirmaram que a reunião e-G8 está muito concentrada na entrega do controle da internet a empresas e governos.
Ao falar sobre essas críticas, o presidente francês afirmou que os governos estão sujeitos à vontade de seus cidadãos, que, por sua vez, estão participando de uma revolução estimulada pela internet.
"A revolução global que vocês encarnam é pacífica. Não ocorre em campos de batalha, mas em universidades", afirmou.
Sarkozy acrescentou, no entanto, que os países não podem continuar neutros e permitir o uso completamente desenfreado da internet.
"O mundo que vocês representam não é um universo paralelo onde regras legais e morais e, de um modo mais geral, as regras básicas que governam a sociedade em países democráticos não se aplicam", afirmou.
CONTEÚDO
O presidente francês já foi apontado como alguém que favorece os criadores de conteúdo e detentores de direitos em vez dos usuários da internet.
A França já aprovou uma das leis mais severas do mundo contra as pessoas que baixam conteúdo da internet sem pagar. Entre as punições para os usuários franceses que cometem este delito várias vezes, está o corte na conexão com a rede.
Durante a reunião desta terça-feira, Sarkozy afirmou que o papel da regulamentação implementada pelo governo é promover a criatividade e evitar a criminalidade.
"Sei e compreendo que nossa ideia francesa de leis de direitos autorais não é a mesma que a dos Estados Unidos e de outros países", disse.
"(Mas) ninguém pode ter suas ideias, trabalho, imaginação e propriedade intelectual expropriada sem punição", afirmou.
O comentarista de mídia americano Jeff Jarvis desafiou Sarkozy durante uma sessão de perguntas e respostas para que o presidente francês assinasse um juramento para "não prejudicar" a internet.
A sugestão de Jarvis foi recebida com indignação, e Sarkozy indicou que garantir o controle de atividade ilegais nunca poderia ser visto como algo prejudicial.
Depois do debate, em entrevista à BBC Jarvis afirmou que os comentários do presidente francês revelam as verdadeiras intenções de muitos líderes mundiais.
"Pelo menos Sarkozy reconheceu que ele não é o dono da internet e que seu governo não é o dono da internet. Contudo, ele está reivindicando a soberania aqui, e o G8 também vai fazer isso, e eu temo isso", disse o comentarista.
"Talvez, com as melhores intenções, eles vão tentar mudar a arquitetura da internet e como ela opera, mas ainda não sabemos sequer o que é isto. "É muito cedo para regulamentar", afirmou.
Sarkozy está participando da primeira reunião do e-G8, da qual participam executivos dos gigantes do setor para discutir o impacto da internet. Entre os presentes, estão Mark Zuckerberg, do Facebook, o fundador da Wikipédia, Jimmy Wales, e Eric Schmidt, do Google.
O presidente executivo da News Corp, Rupert Murdoch, e o diretor-geral da BBC, Mark Thompson, também participam da reunião.
Citando as revoltas populares na Tunísia e Egito, que usaram ferramentas como o Facebook, Sarkozy afirmou que a internet mudou o mundo, mas acrescentou que os governos precisam aplicar regras para controlar a rede.
Críticos afirmaram que a reunião e-G8 está muito concentrada na entrega do controle da internet a empresas e governos.
Ao falar sobre essas críticas, o presidente francês afirmou que os governos estão sujeitos à vontade de seus cidadãos, que, por sua vez, estão participando de uma revolução estimulada pela internet.
"A revolução global que vocês encarnam é pacífica. Não ocorre em campos de batalha, mas em universidades", afirmou.
Sarkozy acrescentou, no entanto, que os países não podem continuar neutros e permitir o uso completamente desenfreado da internet.
"O mundo que vocês representam não é um universo paralelo onde regras legais e morais e, de um modo mais geral, as regras básicas que governam a sociedade em países democráticos não se aplicam", afirmou.
CONTEÚDO
O presidente francês já foi apontado como alguém que favorece os criadores de conteúdo e detentores de direitos em vez dos usuários da internet.
A França já aprovou uma das leis mais severas do mundo contra as pessoas que baixam conteúdo da internet sem pagar. Entre as punições para os usuários franceses que cometem este delito várias vezes, está o corte na conexão com a rede.
Durante a reunião desta terça-feira, Sarkozy afirmou que o papel da regulamentação implementada pelo governo é promover a criatividade e evitar a criminalidade.
"Sei e compreendo que nossa ideia francesa de leis de direitos autorais não é a mesma que a dos Estados Unidos e de outros países", disse.
"(Mas) ninguém pode ter suas ideias, trabalho, imaginação e propriedade intelectual expropriada sem punição", afirmou.
O comentarista de mídia americano Jeff Jarvis desafiou Sarkozy durante uma sessão de perguntas e respostas para que o presidente francês assinasse um juramento para "não prejudicar" a internet.
A sugestão de Jarvis foi recebida com indignação, e Sarkozy indicou que garantir o controle de atividade ilegais nunca poderia ser visto como algo prejudicial.
Depois do debate, em entrevista à BBC Jarvis afirmou que os comentários do presidente francês revelam as verdadeiras intenções de muitos líderes mundiais.
"Pelo menos Sarkozy reconheceu que ele não é o dono da internet e que seu governo não é o dono da internet. Contudo, ele está reivindicando a soberania aqui, e o G8 também vai fazer isso, e eu temo isso", disse o comentarista.
"Talvez, com as melhores intenções, eles vão tentar mudar a arquitetura da internet e como ela opera, mas ainda não sabemos sequer o que é isto. "É muito cedo para regulamentar", afirmou.
Nova versão do Windows Phone chega ao Brasil até o final do ano
A próxima grande versão do Windows Phone, conhecida pelo codinome Mango, terá mais de 500 novidades --incluindo o aguardado recurso de multitarefa-- e deve chegar ao Brasil ainda neste ano, anunciou a Microsoft.
A empresa promete maior organização de informações sobre pessoas ou grupo de pessoas. Será possível, por exemplo, ver na mesma lista de conversa mensagens trocadas via SMS, Facebook ou Windows Live Messenger.
Melhor integração entre os aplicativos e os recursos do sistema é outra promessa. Com o recurso de multitarefa, será possível deixar aplicativos sendo executados em segundo plano -e alternar rapidamente entre eles.
O navegador será baseado no Internet Explorer, com suporte a HTML5 e aceleração por hardware. Avanços em buscas também foram anunciados.
Embora o Windows Phone 7 não tenha sido lançado no Brasil, o país abrigará o primeiro Centro de Excelência Windows Phone, em parceria com o Instituto de Pesquisas Eldorado. Seu principal objetivo será, diz a Microsoft, "ajudar a comunidade de desenvolvedores na adoção da plataforma Windows Phone 7" por meio de "capacitação e suporte".
A empresa promete maior organização de informações sobre pessoas ou grupo de pessoas. Será possível, por exemplo, ver na mesma lista de conversa mensagens trocadas via SMS, Facebook ou Windows Live Messenger.
Melhor integração entre os aplicativos e os recursos do sistema é outra promessa. Com o recurso de multitarefa, será possível deixar aplicativos sendo executados em segundo plano -e alternar rapidamente entre eles.
O navegador será baseado no Internet Explorer, com suporte a HTML5 e aceleração por hardware. Avanços em buscas também foram anunciados.
Embora o Windows Phone 7 não tenha sido lançado no Brasil, o país abrigará o primeiro Centro de Excelência Windows Phone, em parceria com o Instituto de Pesquisas Eldorado. Seu principal objetivo será, diz a Microsoft, "ajudar a comunidade de desenvolvedores na adoção da plataforma Windows Phone 7" por meio de "capacitação e suporte".
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